quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Mudanças no Conselho da ABERJE.



Após a saída de Paulo Marinho, ex-Banco Itaú, quem assume a presidência do Conselho da #ABERJE é a comunicadora Gislaine Rossetti, ex-BASF e atualmente responsável pelas áreas de relações instituticionais e sustentabilidade da Latam. Também pertencem ao Conselho da ABERJE os executivos: Paulo Pereira (Bayer); Cassia Cinque (VALE); Fábio Caldas (CPFL), Luciana Coen (SAP), Nelson Silveira (GM), Odete Duarte (Rhodia) e Fernando Egydio (Brookfield).

Na foto acima, em pé, da esquerda para a direita, outros membros do Conselho que compareceram à reunião que elegeu Gislaine Rossetti: Cláudio Viveiros (Wilson Sons); Eraldo Carneiro (Petrobras); Rosana Aguiar (Embraer); Paulo Nassar (ECA-USP / ABERJE); Gislaine Rossetti; André Senador (Volkswagen); Francisco Bulhões (CCR); Hélio Muniz (Avon). Sentados, da esquerda para a direita: Cristina Brito (BASF); Mário Laffitte (Samsung); Hamilton dos Santos (ABERJE), Marcela Porto (Suzano) e Marcelo Behar (Natura). 

A foto é de Mariana Pekin.

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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

A obra-prima das bolsas.




Campo de Trigo com Ciprestes, de Van Gogh, Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, A Caçada ao Tigre, de Rubens, La Gimblette, de Fragonard, e Marte, Vênus e Cupido, do  Ticiano são algumas das obras de arte que fazem parte da nova coleção de bolsas da Louis Vuitton

As obras de arte agora valorizam ainda mais a marca mais luxuosa e valiosa do mundo. E pensar que tudo começou com um garoto suíço, de 16 anos, filho de marceneiro, que começou a fabricar...baús! A marca Louis Vuitton é do Grupo LVMH que possui em seu portfolio outros nomes como Donna Karan, Dior e Givenchy.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Como fazer um evento corporativo?




Qual o objetivo de um grande evento? 

Como parte do mix de marketing e tática de comunicação, um encontro entre times de trabalho, parceiros e colaboradores deve ser encarado sempre como um ritual coletivo. A hora de confraternizar e reunir as pessoas lado a lado. Aquele momento anual em que as pessoas são reconhecidas pelos seus méritos, as diretrizes e objetivos do ano que começa são esclarecidos e as lideranças têm um momento para reforçar sinergias, dar recados e apresentar as mudanças e os grandes projetos.O ideal é sempre agregar valor à marca, transferindo o bônus das vitórias para as pessoas presentes e assim reforçando o orgulho de pertencer. 

Todo grande evento corporativo também pode ter seu momento de treinamento, capacitação com palestrantes e parceiros realizando módulos de troca de conhecimento e apresentações que equipem as pessoas com conteúdo técnico mas também com estímulos emocionais. Se a razão nos faz traçar metas, é a emoção que nos dá a energia para agir. Um grande evento no qual pude ser o coordenador geral, foi o DM10 Premier 2017 de uma corretora de seguros do Rio de Janeiro. Realizado para 300 pessoas, de todo o Brasil, o Premier 2017 marcou em qualidade, detalhes e excelência sendo muito bem avaliado por todos os convidados. Empresas como Icatu, Zurich, Mapfre, Schroeders, Aiva Investments, Old Mutual e JP Morgan estiveram com seus executivos presentes. 





A preparação do novo evento começou praticamente quando o encontro de 2016 acabou, com uma análise do que deu certo e daquilo que precisava melhorar. Conferimos primeiramente a satisfação dos participantes e convidados diante de toda a estrutura, a programação e a organização oferecida, desde o transfer no aeroporto até o dia do check out. E se os custos tinham sido obedecidos conforme o orçamento e nossos objetivos tinham sido alcançados. A comunicação do encontro de 2017 começou dois meses antes, enviando para os convidados algumas peças teasers para estimular a curiosidade dos participantes e aos poucos conforme o tempo avançava, o nome dos palestrantes e a programação. Logo em seguida, o convite oficial. 

Tudo isso hoje em dia pode ser feito via robot pelo whatsapp e de forma personalizada (mas claro que um bom RSVP por telefone também é recomendado). Importante não perder a noção de que se um encontro é presencial, toda comunicação deve transmitir este lado mais humanizado e mais hospitaleiro, diferente daquelas grandes reuniões de trabalho via Skype ou tipo bate e volta, no mesmo dia ficando um dia inteiro numa sala de reunião sem sequer ter empo para almoçar. 

O evento deve ser uma experiência memorável.


O check list deve considerar detalhes, conforme o formato do evento. Itens importantíssimos como:



  • Teremos convidados com diabetes? Qual a refeição preparada para eles?
  • Teremos a presença de grávidas? Quais os mimos para elas?
  • Alguém vai fazer aniversário no mesmo dia do evento?
  • Teremos as questões de saúde e segurança apontadas e lembradas em algum momento do encontro?
  • Como vai ser a questão de bebidas alcoólicas? A área de HES - Health, Environment & Safety estará acompanhando o encontro?
  • Teremos tradução simultânea para convidados estrangeiros?
  • E tradução para a linguagem de libras?
  • Podemos fazer um Facebook live?

E os jornalistas?

A imprensa também deve ser convidada, caso haja espaço para uma entrevista exclusiva e focada em um determinado tema. Um bom relacionamento com os veículos de mídia é vital, não só num determinada ocasião mas para reforçar laços de contato. Notícias boas todo gestor gosta de passar, mas é numa crise que uma empresa com credibilidade e portas abertas com os jornalistas pode dar sua versão dos fatos.




No caso do Premier 2017 fizemos o encontro de três dias no Portobello Resort. Afinal, os locais e hotéis escolhidos também comunicam e acrescentam emoções positivas para os convidados. Além de todo o receptivo nos aeroportos e transfer para os convidados, cuidamos também dos brindes de chegada nos quartos do hotel. Alguns mimos que fazem a diferença na hospitalidade e, apesar da agenda de trabalho intensa, conferem uma descontração saudável ao momento. A decoração e a sinalização de todo o local também vale ser planejada para que ninguém fique perdido entre uma atividade e outra. Detalhes com mensagens encantadoras também precisam ser inseridos no contexto. Tudo é espaço de mídia, todo ponto de contato pode comunicar.




Todas as peças de comunicação, brindes e papelaria devem estar produzidos e trazer um único conceito capaz de embalar o evento e, de preferência, costurar a comunicação institucional ao longo do ano dentro do mesmo tema. Afinal, até o ano seguinte, as pessoas devem ter em sua memória que o evento em si não foi apenas uma grande festa, mas o início de uma jornada renovada de trabalho e superação. No Premier 2017, por exemplo, fizemos além das grandes palestras de abertura, um talk show com presidentes de empresas cujo ponto alto foi a narrativa sobre cenários da economia no mundo e no Brasil. Um grande jantar, seguido de uma boa festa, encantaram os sentidos e ao mesmo tempo que celebraram conquistas, passaram o recado de que o conjunto da empresa ganha mais quando se trabalha de forma integrada tendo os clientes em primeiro lugar.






O evento Premier 2018 já está sendo planejado e produzido, as negociações com fornecedores já começaram e, orçamentos definidos, estamos colocando as bases para 2018 ser um ano ainda melhor. Alguns teasers serão disparados a partir de novembro e a lista final de participantes deve estar pronta pelos menos um mês antes (lembrando que sempre pode "caber mais um" mas que os orçamentos devem ser seguidos com rigor).

Entusiasmo é o que não falta, aos menos para quem respira 24 horas o universo da comunicação empresarial. 





quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Curso de Comunicação interna como Ferramenta de Gestão.




Que tal instrumentalizar seus gestores para que eles se tornem verdadeiros líderes comunicadores? Neste curso apresento técnicas, cenários e cases capazes de promover a redução de conflitos e alinhar ação e discurso e tornar a gestão mais eficiente e humana nas relações de trabalho.

Quer saber mais? Deixe um comentário com seu e-mail ou mande uma mensagem para lgaulia@bol.com.br


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sábado, 19 de agosto de 2017

Comunicação Interna como Ferramenta de Gestão - Curso In-Company




Mais uma turma de comunicadores e profissionais de RH participaram do meu curso Comunicação Interna como Ferramenta de Gestão. Desta vez foi no TRE da Bahia, em Salvador com a presença do pessoal do MPE.

O curso foi contratado pela ABERJE e na sua programação trabalhamos questões vitais para apoiar gestores e a integração das equipes. Potencializar o diálogo e a comunicação face a face, alinhar veículos, mensagens e reduzir os estragos da "rádio corredor", hoje amplificada pelos grupos de whatsapp e pelas redes sociais através da humanização das relações no ambiente do trabalho, foram temas abordados.

O curso in-company é totalmente adaptável para a realidade de cada empresa, pública ou privada, e seu segmento de atuação. Dessa forma facilito a resolução de problemas e desafios específicos de cada organização. 

Neste curso eu trabalho as seguintes questões:
  • Diálogo como a base da comunicação;
  • Equilíbrio entre razão x emoção na busca por resultados;
  • Expectativas, promessas não cumpridas e os processos de feedback e feedforward;
  • O papel do RH como guardião do clima;
  • Influência da tecnologia e da inovação no ambiente de trabalho;
  • Alinhamento de veículos, discursos e atividades dentro da visão integrada da comunicação;
  • Engajamento de equipes x conflitos;
  • Pontos fortes da cultura organizacional;
  • Como reduzir a ação negativa da "rádio corredor" e a maledicência no local do trabalho;
  • O empregado como um multi stakeholder;
  • Controladores x influenciadores;
  • Humanização das relações dentro da organização.

Contrate agora este curso para a sua empresa! 

Ligue e saiba mais: ABERJE - (11) 5627 9090.
Envie um e-mail para: incompany@aberje.com.br

Ou fale diretamente comigo fazendo um comentário neste post ou mandando uma mensagem para: luizgaulia@gmail.com.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Sabe da última?




Como você classifica o time de trabalho? Você considera os empregados da sua empresa como clientes internos? Perguntas assim fazem parte de qualquer diagnóstico de comunicação interna. A cultura organizacional e seu jeito de ser impactam diretamente no clima, na produtividade e na energia das pessoas e o fato é que as empresas são formadas por departamentos que costumam trabalhar olhando para suas próprias metas e objetivos, sem se comunicarem direito uns com os outros. Verdadeiros silos, isolados uns dos outros na maioria das organizações públicas ou privadas.

Nessas lugares, os empregados podem ser esquecidos na hora dos lançamentos de novos produtos ou mesmo nas mudanças de estrutura. Eles ficam sabendo das “novidades” através de informações e notícias externas, nos sites de negócios ou pelas suas redes sociais. Um tremendo gol contra no moral da tropa, no entusiasmo das pessoas que se dedicam horas e horas para dar o melhor de si para a empresa na qual trabalham. Gestor que não percebe isso, não é líder, é chefe. E chefe é a aquele que diz uma coisa e faz outra: fala que respeita as pessoas, mas suas atitudes mostram o contrário, que ele não está nem aí para elas.

O que acontece num cenário desses? O disse me disse prolifera, contamina. A rádio corredor e sua fofoca corporativa ganham força e nós sabemos que a fofoca e a boataria ( #fakenews ?) nunca foram boas conselheiras para as equipes de trabalho.

Imagem: Freepix.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Mundo conectado.




Em tempos de um mundo conectado, com hiper propagação de opiniões, comentários, críticas, "curtidas" e uma infinidade de conteúdos criados por uma miríade de internautas, as mídias sociais ficam cada vez mais complexas em sua gestão.  Participar de tanta conversa on line deixa gestores preocupados com a exposição da empresa e a reputação de uma marca. Mas não tem jeito. O rei está definitivamente pelado e nessa transparência a proposta é ficar esbelto, sem ter esqueletos nos armários. Fica muito difícil construir consensos que não sejam baseados na verdade.

Se a credibilidade da marca nunca foi propriedade da empresa, pois sempre dependeu muito mais da percepção dos clientes e consumidores do que da propaganda, hoje, a complexidade dessa questão ganhou milhares de vozes. Ela se alastra mais e mais através das opiniões que duram efêmeros segundos, mas deixam rastros eternos, demandando muito mais trabalho para as empresas que desejam realmente ouvir seus públicos de interesse e influenciar conversas. Criando vínculos ao invés de simples transações comerciais.  

Nesse ambiente, vale lembrar Ted Birkhahn, CEO da Peppercomm, escreveu em 2014: "Não é mais o que uma marca quer falar, é o que o público está interessado em saber e ouvir, onde, como e quando ele está interessado ​​em consumi-la." Pois, então, mudaram as regras tradicionais da Comunicação e do Marketing. 

Mas qual é o problema? As marcas não querem conversar com seus clientes, eles não são "o foco"? Os consumidores não são a razão de ser da empresa? Então, qual a dificuldade? São várias. Uma delas, no meu ponto de vista, é que as disciplinas tradicionais dos comunicadores, como jornalismo, relações públicas e publicidade, ainda são ensinadas da mesma velha forma nas faculdades. Estão no passado industrial, nos tempos da mídia de massa, unidirecional. E um comunicador empresarial é muito mais do que um jornalista ou um RP. Ele tem que ser um especialista multidisciplinar, um profissional com visão sistêmica, grande capacidade de articulação e inteligência emocional. Nada fácil, não é mesmo? 

E pensar que ainda na década de 90 não tínhamos nem celulares. Encontrar amigos e falar com as pessoas era mais difícil e demorado. Mas hoje, sabemos de tudo, imediatamente. Será que dá para esconder alguma coisa?
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