sábado, 20 de agosto de 2016

Relações públicas e hospitalidade olímpica.

Rio 2016: um case de PR internacional.

As Olimpíadas do Brasil não são apenas a festa mundial do esporte. O evento também é o maior encontro de culturas e nacionalidades do planeta, com mais de 200 países participantes. Para aproveitar tamanha convergência de povos, alguns países montaram casas temáticas exclusivas numa ação de relações públicas internacionais,  goodwill e claro, futuros e bons negócios.

No Rio de Janeiro, essas casas têm esbanjado hospitalidade para diferentes públicos, servindo como ponto de encontro tanto para quem quer assistir às competições esportivas, ao vivo, em telões e como também para empresários, autoridades governamentais e convidados especiais. O mais importante é fortalecer a boa imagem da marca daquele país.

O mundo está no Brasil.

Contando com a simpatia de seus atletas, países como Alemanha, Colômbia, Catar, Coréia do Sul, Dinamarca, Grã-Bretanha, Holanda, Jamaica, Japão e Suíça, entre outros, vão conquistando os visitantes. Dessa estratégia de relacionamento, bons negócios surgirão mas também legados simbólicos ficarão para a cidade do Rio de Janeiro.

O Catar, por exemplo, vai apoiar a instalação de uma biblioteca numa escola pública bilíngue que ainda vai ser inaugurada. País-sede da Copa do Mundo de Futebol de 2022, apresenta a história do reino, a música e a gastronomia, numa decoração que simula um mercado típico do país, com pintura de hena, caligrafia e shawarmas (sanduíches).


A Suíça promete deixar de legado a reforma total do campo de baseball da Lagoa, bairro no qual montou seu espaço, seguindo as normas da Confederação Brasileira de Baseball. Trabalhando o posicionamento “Venha Swissar com a gente”, os suíços estão oferecendo workshops de chocolate, degustação de feuerring (o churrasco suíço), patinação no gelo e venda de produtos Made in Switzerland.

A Dinamarca, instalada nas areias da praia de Ipanema, trouxe a Lego como empresa linha de frente para participar da sua casa temática e receber visitantes do mundo inteiro, bem como a mídia brasileira. Com base nos valores dinamarqueses, tais como sustentabilidade, inovação e um cuidadoso senso de comunidade, eles vão doar bicicletas para a cidade do Rio de Janeiro, além de brinquedos educativos para escolas públicas municipais e uma grande maquete com as atrações turísticas da cidade feita inteiramente de Lego, patrocinador do espaço.


O maior legado da Rio 2016.

O mundo se encontra no Brasil e o maior legado destes Jogos Olímpicos vai ser essa aula de convivência multicultural e um compromisso renovado com a paz e a harmonia entre os povos. É possível uma festa grandiosa como essas levar uma mensagem de esperança, trabalho em conjunto, alegria, diálogo e cooperação como o Barão de Coubertin idealizou? Sim! E é o Brasil encantando o mundo que garante essa entrega, pois a casa maior é a nossa casa, recebendo milhares de visitantes!

A hospitalidade vale muito para a imagem de países, empresas e profissionais que desejam pensar grande e realizar eventos grandiosos, como essa histórica Rio 2016, na qual nós, os anfitriões dessa festa mundial, já levamos a medalha ouro.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Stakeholder engagement is no longer optional, it's essential.

In today's 24/7, always on, wired world, the media is everywhere and everyone. Trust is hard-earned and a company's reputation is in the hands of its stakeholders. 

What does this mean for your business? 

Stakeholder engagement is no longer optional, it's essential.


Social media is an increasingly important way to engage with stakeholders in real time. If you're not on social media, you're not able to tell your side of the story. Be open and authentic in your use of social media. Stakeholders will trust you more and be more forgiving of your mistakes. 


Ultimately, stakeholder engagement is about embracing opportunities and managing risks.





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sábado, 6 de agosto de 2016

Comunicação Interna como Ferramenta de Gestão.



O curso foi feito em 2010 mas toda a temática continua atual. Algumas questões não mudam dentro das organizações. As redes digitais facilitam o contato e a interatividade, mas muitas vezes ainda encontramos as pessoas sendo tratadas ( e se tratando) como "coisas".

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Agora é BRA – Se Ligaê

Talk the Walk.

Agregar valor e buscar resultados a qualquer custo levou muita empresa, muito gerente e muitos meros mortais a inflacionarem seus discursos e a exagerarem qualidades, nem sempre existentes. A guerra do mercado sempre competitivo e a luta pela captação de clientes deixou as organizações mais…mentirosas. Se falar bem de si mesmo virou o mantra da propaganda empresarial, as pessoas seguiram pelo mesmo caminho e bombaram seus currículos e foram vender seu peixe no mercado de trabalho. Aparentemente tudo era lindo e todos eram vitoriosos naquele planeta do marketing. As técnicas para seduzir consumidores e clientes viraram a senha para ludibriar investidores e também para enganar eleitores. Esse modelo tornou os relacionamentos mais parecidos com uma mesa de poker, cheia de blefes, show de efeitos e cores, palavras ensaiadas, gestual ensaiado. Neste ambiente, ficamos todos mais brutalizados pois escravos da imagem e condicionados ao formato dessa embalagem,  perdemos a essência. Esquecemos o sentido, o ser real. Bonitos por fora, esvaziados por dentro mas com discursos perfeitos, exageramos nas vantagens e deliramos no narcisismo. O mundo contudo, cansou dessa modernidade feita de maquiagem pesada e pediu para resgatar a sinceridade no âmbito comercial, na esfera dos governos e principalmente das relações.