quarta-feira, 28 de maio de 2008

Falta de diálogo provoca...Guerra dos Mundos?


A intolerância começa na falta de abertura para o diálogo com o outro. Imaginem esse bloqueio causando uma guerra. Possível? Certamente. Agora, imaginem a Guerra dos Mundos pela ótica dos marcianos...isso mesmo, marcianos!


Para dar risada, tendo como pano de fundo a comunicação (ou a falta que ela faz), vale uma visita ao site abaixo pra ver uma pequena história em quadrinhos. Uma referência à missão da NASA ao planeta Marte. Pura diversão.


terça-feira, 27 de maio de 2008

Pra falar a verdade...

A Arthur W. Page Society é uma organização de executivos de comunicação corporativa. Desde que foi criada, em 1983, a Page Society tem como objetivo promover a confiança e a honestidade nos processos de governança corporativa das empresas. E para alcançar esta aspiração, possui diretrizes básicas para as corporações, públicas ou privadas.

São princípios simples, mas difícieis de serem postos em prática, pois envolvem transparência, sinceridade e, é claro, comunicação. Três pilares fundamentais para a sustentabilidade dos negócios num tempo onde os desafios humanos são gigantescos.
São eles:
  1. Falar a verdade;

  2. Provar que fala a verdade, através de suas ações;

  3. Escutar o cliente (interno ou externo);

  4. Administrar pensando no amanhã (longo prazo);

  5. Conduzir a comunicação como se toda a organização dependesse dela;

  6. Lembrando: o caráter de uma companhia é expresso pelas suas pessoas
Para saber mais, dê um clique e visite: http://www.awpagesociety.com/

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Sustentabilidade - Banco do Planeta

A preocupação com a sustentabilidade dos negócios e o equilíbrio entre resultados financeiros, respeito ao meio ambiente e responsabilidade social já faz parte do aprendizado dos bancos brasileiros. A comprovação disso aconteceu na Conferência da GRI, em Amsterdam, que listou os relatórios de sustentabilidade do ABN Real, Itaú e Bradesco como finalistas do Readers Choice Awards.

Mas o que quero destacar aqui é a comunidade Banco do Planeta, uma iniciativa do Banco Bradesco. Um espaço para quem quer se engajar em soluções e práticas que preservem a vida na Terra. Através de notícias, fotos, vídeo e debates em grupos e fóruns, os visitantes e usuários enriquecem seus conhecimentos e podem integrar uma rede social que se fortalece mutuamente para agir em benefício do planeta.

Vale a pena participar: http://bradescobancodoplaneta.ning.com/

domingo, 25 de maio de 2008

Relatórios de Sustentabilidade - 2

Acabo de receber o Relatório Anual e de Sustentabilidade 2007 da Aracruz Celulose.

Destaco aqui a parte sobre "Consulta às comunidades" com relatos publicados e também o "Relacionamento com as comunidades": indígenas do Espírito Santo e os quilombolas, além dos diálogos com ONGs.

Sobre a questão indígena e quilombola, minha opinião é que este é um tema sensível e controverso que já afeta diversas empresas de diferentes segmentos de atuação. A Aracruz, particularmente, tem enfrentado momentos de tensão e violência inadmissíveis. Momentos onde a prevalência do direito têm sido desrespeitada - o que coloca em risco qualquer possibilidade de diálogo civilizado.

A atual publicação confirma que a companhia busca um maior alinhamento aos padrões da GRI.
Vale a pena conhecer o documento completo:www.aracruz.com.br/relatoriosustentabilidade2007.

Destaco também as fotos em P&B com mãos imitando raízes de árvores, bem dentro do conceito do Bem de Raiz, conjunto de ações sociais e ambientais da empresa e que representam seu compromisso com a sustetabilidade. Veja mais, clicando em: http://www.bemderaiz.com.br/.


quinta-feira, 15 de maio de 2008

Relatórios de Sustentabilidade.


Num balanço geral da conferência da GRI (realizada na primeira semana de maio) resumo alguns pontos sobre as tendências dos relatórios de sustentabilidade que seguem este modelo:

1- “A GRI é o piso do relato, não é o teto” – ou seja, responder indicadores é o mínimo, o ponto de partida. Mas espera-se mais do que isso dos relatórios;
2- “Uma boa gestão de indicadores é melhor do uma boa resposta” – a GRI é meio, não finalidade e as empresas devem usar os indicadores para uma boa gestão dos seus negócios;
3 – “Dá pra acreditar?” – Um relatório que só traz notícias boas, avanços e conquistas não é bem aceito pelo leitor. Outra coisa, se prometeu no ano anterior, cumpra. Se não conseguiu cumprir a promessa, explique.;
4 –“Transparência” – o item mais importante, principalmente na parte da Governança Corporativa. E por favor, não comece dizendo que você é transparente - os leitores decidem isso por você, ok? Vale o mesmo para "ética";
5 – "Novos formatos" – a criatividade para o processo de relato não tem limites e todos os formatos são aceitos. O importante é que a comunicação faça o efeito desejado e chegue ao stakeholder. E que seja de modo claro;
6 – "A, B ou C?"– parece que poucos estão interessado em saber se ao relatório é nível A, B ou C. O mais importante é o conteúdo esclarecer o momento da empresa e como a estratégia de negócio se alinha à sustentabilidade;

Veja mais sobre a Conferência e seus principais conteúdos e resultados. Acesse:http://www.globalreporting.org/NewsEventsPress/Conference2008/

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Employee communications.

Como escrever é um vício e escrever sobre comunicação vicia duplamente...
Por isso, quem quiser, pode visitar outro BLOG (este em inglês) exclsuivo para comunicação interna.
Acessem: http://employeecom.blogspot.com/

terça-feira, 13 de maio de 2008

Plano de Mídia na Era da Diversidade.


A tal "diversidade" está acabando com a propaganda tradicional, aquela em que se escolhiam apenas os grandes veículos e num tiro só se acertava um batalhão de pessoas, consumidores em potencial ou não. Vivemos a Era da Diversidade, fascinante, mutante e curiosa.


O mundo dividido e sub-dividido em tribos, nichos, comunidades e grupos cada vez mais diversos e indecifráveis em seus códigos, jeitos, gostos e hábitos está dando muita dor de cabeça aos mídias. Como fechar um plano de mídia numa realidade tão fragmentada?


Mas a evolução é essa. E para exemplificar, aí vão algumas revistas segmentadas para públicos específicos e que a gente nem podia imaginar que existiam: American Cemetery (http://www.kates-boylston.com/index.aspx?page=ac) e Onion World, isso mesmo, Mundo da Cebola (http://www.columbiapublications.com/onionworld/). É pra rir ou fazer chorar...literalmente.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Google. A marca mais valiosa do mundo.

Qual o segredo desta empresa?

A Google é reconhecida pelo imenso investimento que faz em seu maior tesouro: seus empregados! Para o financeiro da empresa não é surpresa encontrar no fechamento das contas, valores referentes à endomarketing, qualidade de vida e bem estar de seus profissionais muito próximos dos montantes dirigidos para novas tecnologias e
recursos tecnológicos.

O que mais impressiona, é que a estratégia não é nova. Desde os anos 90 a área de RH da Google tem grande influência e consegue provar que investir nas pessoas gera maior comprometimento e dedicação, o que traz resultados muito maiores e mais duradouros para o negócio como um todo. Trabalhar pela satisfação do empregado e sua auto estima como “embaixador” da marca, impacta positivamente no grau de comprometimento e engajamento profissional.

Nos últimos anos, a Google diminuiu prejuízos com licenças e atestados médicos, aumentou a produtividade e diminui a necessidade de aumento do quadro funcional (head count). Além de ser uma das mais inovadoras empresas da atualidade.

Não é por acaso que as áreas de Psicologia Organizacional e Recursos Humanos , Comunicação Interna e Endomarketing e têm tido crescimento nos últimos anos.

As fotos inseridas abaixo, mostram a filial da Google de Zurique, na Suíça. As dependências fotografadas são para acesso de todos os empregados, sem nenhuma exceção. Observe como o ambiente é feito para estimular os contatos, a comunicação e a criatividade. Como estimula conversas e derruba hierarquias. E veja um detalhe: crianças são sempre bem vindas no prédio!

Google. A marca mais valiosa do mundo - (foto 01)


Google. A marca mais valiosa do mundo - (foto 02)


Google. A marca mais valiosa do mundo - (foto 03)


Google. A marca mais valiosa do mundo (foto 04)




sábado, 10 de maio de 2008

Intangíveis. Olho neles.

Índios blogueiros, editores de vídeo adolescentes publicando suas obras na web, comunidades digitais e reuniões on line, ambientes de informação e troca de conhecimento de dia e de noite, num mundo sem fronteiras. Interior, periferia e centros urbanos conectados e as distâncias encurtadas. Gente se relacionando de maneira completamente original, inédita, diferente.

Nenhuma geração viveu isso, até hoje. E nenhuma empresa vai sobreviver se não mergulhar neste cenário, neste novo mundo. Meio psicodélico, sem dúvida, mas altamente desafiador, dinâmico, informativo. Comunicativo e intangível

Neste cenário, velhas formas de trabalho perdem espaço: o controle do tempo, dos movimentos, da produção pelo esforço muscular está posto em xeque pelo conhecimento. Conhecimento de si, do mundo, das dinâmicas relacionais. O capital físico, tangível, que mensura máquinas e equipamentos, quantidades, está em xeque diante do valor dos vínculos, do capital social, humano, emocional, relacional.

Não é à toa que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES já estuda incorporar a avaliação desses capitais intangíveis na análise de projetos a serem financiados pelo banco. Segundo o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, a avaliação dos intangíveis será incorporada ao rating das empresas, levando em conta elementos hoje praticamente ignorados quando se trata de aferir o potencial de viabilidade de um projeto, como estratégia, processos internos, recursos humanos, governança e ética. Por isso, olhos, ouvidos e sentidos ligados neles: os intangíveis não estão chegando. Eles já estão entre nós.

E você, profissional de comunicação - seja jornalista, RP, publicitário ou comunicador empresarial precisa ficar duplamente atento. A comunicação é muito mais do que a publicação de jornais, revistas, vídeos, relatórios (aliás, sempre foi). Os processos de comunicação de uma empresa são um patrimônio que afetam diretamente o valor do negócio.

Afinal, quanto vale a reputação de uma empresa? Outro intangível influenciado pelos processos comunicacionais existentes nas empresas?

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Idéias criativas. Soluções simples.

Pensar a comunicação de maneira estratégica é evitar gastos desnecessários, reduzir a dispersão, focar, ter uma visão do conjunto e ser criativo.

Um exemplo de uma simples peça de comunicação me chamou atenção. Pela sua beleza e por possibilitar maior impacto visual e uma sintonia perfeita entre meio e mensagem, uma simples sacola tornou-se um mini-outdoor ambulante. Impossível não chamar a atenção.

Confira ao lado. A peça foi produzida para o Greenpeace, para uma das ações desta ONG na China.