quinta-feira, 15 de maio de 2008

Relatórios de Sustentabilidade.


Num balanço geral da conferência da GRI (realizada na primeira semana de maio) resumo alguns pontos sobre as tendências dos relatórios de sustentabilidade que seguem este modelo:

1- “A GRI é o piso do relato, não é o teto” – ou seja, responder indicadores é o mínimo, o ponto de partida. Mas espera-se mais do que isso dos relatórios;
2- “Uma boa gestão de indicadores é melhor do uma boa resposta” – a GRI é meio, não finalidade e as empresas devem usar os indicadores para uma boa gestão dos seus negócios;
3 – “Dá pra acreditar?” – Um relatório que só traz notícias boas, avanços e conquistas não é bem aceito pelo leitor. Outra coisa, se prometeu no ano anterior, cumpra. Se não conseguiu cumprir a promessa, explique.;
4 –“Transparência” – o item mais importante, principalmente na parte da Governança Corporativa. E por favor, não comece dizendo que você é transparente - os leitores decidem isso por você, ok? Vale o mesmo para "ética";
5 – "Novos formatos" – a criatividade para o processo de relato não tem limites e todos os formatos são aceitos. O importante é que a comunicação faça o efeito desejado e chegue ao stakeholder. E que seja de modo claro;
6 – "A, B ou C?"– parece que poucos estão interessado em saber se ao relatório é nível A, B ou C. O mais importante é o conteúdo esclarecer o momento da empresa e como a estratégia de negócio se alinha à sustentabilidade;

Veja mais sobre a Conferência e seus principais conteúdos e resultados. Acesse:http://www.globalreporting.org/NewsEventsPress/Conference2008/

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