quarta-feira, 4 de junho de 2008

Marca, fascínio e magia.

A humanidade sempre viveu criando símbolos para tentar traduzir e representar suas aspirações, seus medos, suas crenças e conquistas. Para representar nações, reinos, grupos, movimentos, organizações e sentir-se parte de algo maior, definindo sua identidade coletiva e individual.

As marcas de hoje continuam sendo os símbolos que nos permitem obter um senso de pertencimento. Não somente as empresas, públicas ou privadas, e seus produtos de consumo possuem marcas, mas também as religiões, os movimentos sociais, as ONGs e os políticos. As marcas estão entre nós e exercem fascínio e magia.

Nos EUA, por exemplo, os candidatos à presidência tem logomarcas que utilizam em suas campanhas. Nomes e estilos, assinaturas e cores tentam gerar impacto, lembrança e transmitir ao eleitorado uma imagem política para influenciar na hora do voto.
Mas não há novidade nisso. Em 1999, o guro Tom Peters, considerado um dos mestres da administração moderna, juntamente com Michael Porter e Peter Senge, já falava em seu livro "Brand You" (http://wowstore.tompeters.com/store/brandyou50) que "no passado você poderia trabalhar sem ser notado, mas de maneira segura". Hoje isso mudou e continua mudando.
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