segunda-feira, 23 de março de 2009

Diálogo social. Uma experiência de aprendizado.

O modo como a organização conversa internamente (e externamente) se reflete na qualidade de suas relações e nos seus resultados. O que você acha disso?

Pense. Como a sua empresa conversa? Ela sabe ouvir? Ela só sabe falar? Fala alto, grita ou fala e ninguém escuta? Fala demais? Ou é muda, silenciosa?

A comunicação corporativa está (re)descobrindo o básico: se não existe diálogo, não existe relacionamento. Nenhum jornal interno ou relatório externo vai substituir a interação entre diferentes stakeholders que fazem parte da rede de relações da organização.

Simples? Nem tanto. O diálogo com os outros parte da premissa de que as pessoas, o ser humano, tem um diálogo intrapessoal resolvido (ao menos em parte). Afinal, se eu não me escuto, como vou te dar ouvidos? Se eu não me entendo, como vou te compreender?

É, há mais de psicologia nas relações humanas organizacionais do que podemos imaginar. Pense nisso na próxima vez que alguém pedir um "folhetinho, uma marquinha, um banner" para informar alguma coisa. Veja se realmente é só isso que a empresa precisa para avançar e evoluir. Começando sempre or dentro da organização, para conseguir conviver e entender melhor os interlocutores externos.

Ou seja: o diálogo é a base da comunicação. E diálogo, para quem não sabe, também se aprende.

5 comentários:

kilderson disse...

Gaulia,

Muito interessante sua abordagem sobre Comunicação Empresarial. Compartilho de grande parte de suas opiniões. De fato, estou desenvolvendo um trabalho de conclusão de curso sobre a comunicação paralela nas organizações e os artigos foram de grande ajuda. Claro, citarei seu blog como fonte de pesquisa, o que, para alguns professores ainda é uma novidade como fonte de pesquisa, mas que já faz parte do mundo acadêmico globalizado. Parabéns e obrigado!

Soraya Santos disse...

Excelente matéria. Tem tudo a ver com as minhas crenças pessoais e com a experiência que tenho tido nos projetos que desenvolvo como sócia da W2. Acredito que a comunicação é um espelho do comportamento do indivíduo e da organização. Quanto mais transparente for esse diálogo, mais efetivos serão os relacionamentos. As empresas precisam ter consciência que ferramentas de comunicação, são somente ferramentas. O fator humano que fará com que sejam efetivas, ou não. Parabéns pela matéria, pelo blog e pelo trabalho que desenvolve.

Um abraço,

Soraya Santos
W2 Comunicação Negocial

Soraya Santos disse...

Excelente matéria. Tem tudo a ver com as minhas crenças pessoais e com a experiência que tenho tido nos projetos que desenvolvo como sócia da W2. Acredito que a comunicação é um espelho do comportamento do indivíduo e da organização. Quanto mais transparente for esse diálogo, mais efetivos serão os relacionamentos. As empresas precisam ter consciência que ferramentas de comunicação, são somente ferramentas. O fator humano que fará com que sejam efetivas, ou não. Parabéns pela matéria, pelo blog e pelo trabalho que desenvolve.

Um abraço,

Soraya Santos
W2 Comunicação Negocial

Anônimo disse...

Excelente matéria. Tem tudo a ver com as minhas crenças pessoais e com a experiência que tenho tido nos projetos que desenvolvo como sócia da W2. Acredito que a comunicação é um espelho do comportamento do indivíduo e da organização. Quanto mais transparente for esse diálogo, mais efetivos serão os relacionamentos. As empresas precisam ter consciência que ferramentas de comunicação, são somente ferramentas. O fator humano que fará com que sejam efetivas, ou não. Parabéns pela matéria, pelo blog e pelo trabalho que desenvolve.

Um abraço,

Soraya Santos
W2 Comunicação Negocial

Luiz Antônio Gaulia. disse...

Prezado Kilderson, obrigado por citar meu blog em sua monografia! Boa sorte!

Soraya e amigos(as) da W2, agradeço seu comentário e seu elogio! E complemento com uma frase brilhante: "Os limites da minha linguagem são também os limites do meu pensamento" (Wittgenstein)