quarta-feira, 31 de março de 2010

Engenheiro e comunicador.

Já falei numa de minhas palestras que os engenheiros podem se tornar brilhantes comunicadores. É difícil, mas é muito mais possível do que jornalistas e publicitários se tornarem engenheiros.

O engenheiro e agora escritor - comunicador, Cid do Nascimento Silva vai lançar no dia 05 de abril o livro de poesias:"Rio de Janeiro a Janeiro" com arrecadação voltada para uma ação beneficiente junto ao movimento INCA Voluntário para pacientes em tratamento pós-hospitalar.

O lançamento acontece no Belmonte do Leblon (Rio de Janeiro),dia 05 de abril, a partir das 17h. O Belmonte fica na Rua Dias Ferreira 521.

sábado, 27 de março de 2010

"Risque com o compasso e olhe fora do riscado".

É sempre um aprendizado poder ler os artigos de Paulo Nassar. O último, publicado no site da ABERJE e intitulado "Risque com o compasso e olhe fora do riscado" é mais um deles.

Só mesmo a sensibilidade intelectual de Paulo - um mestre, para nos fazer lembrar que o traçado das cartografias conhecidas nunca revelará áreas profundas de nossos sentimentos ou os humores do planeta e suas entranhas. E que a administração pura e simples, racionalíssima, via régua e compasso, não dá conta de cenários mutantes. Os "números não dão conta do mito".

Diante disso, nós comunicadores temos o desafio: tornar menos distantes os diferentes universos que coexistem - quer sejam percebidos ou não. Quer sejam aceitos ou não. Nas organizações empresarias, públicas ou privadas, nas relações entre diferentes culturas. Em nosso dia-a-dia. Navegando com as bússolas existentes mas atentos também para os afetos, que não seguem manuais e cartilhas.

Leiam o artigo na íntegra, acessando:www.aberje.com.br em acervo on line / colunas artigos.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Conversa livre 3 - "Corridor management"

Comunicação face a face é sempre o "X" da questão quando falamos de comunicação interna como ferramenta de gestão, não é mesmo? Pois então, imaginem esse tema na EBX, do empresário Eike Batista?

Nada grave, pelo contrário. De acordo como BLOG X (já bastante desatualizado e sem espaço para comentários, diga-se de passagem) o que existe na EBX é o "Corridor management". Um estilo open mind e open doors de se fazer comunicação direta. Com certeza uma boa notícia.

Copiei um trecho esclarecedor que compartilho, escrito pelo próprio Eike Batista: "Não abro mão de cultivar dois hábitos, que vêm desde o início do grupo e, acreditem, trazem francos resultados: a política de portas abertas da sala da presidência e os contatos informais com executivos do grupo nos corredores da holding. Travo contato com os executivos da holding e empresas controladas nos corredores de acesso às salas de reunião e da presidência no 10º andar do prédio-sede, na Praia do Flamengo. É o nosso famoso corridor ou aisle management.".

É isso, aí.

E pra quem quiser visitar, segue o endereço: http://www.eikebatista.com.br

Conversa livre - 2.

Quando o assunto é diálogo, conversa e relacionamento não posso deixar de citar o historiador inglês Theodore Zeldin em seu livro: "Conversação - Como um bom papo pode mudar a sua vida". Uma publicação pequenina, que cabe no bolso e traz valiosa contribuição para a comunicação face a face.

"Toda conversa é um encontro entre espíritos que possuem lembranças e hábitos diversos. Quando os espíritos se encontram, não se limitam a trocar fatos: eles os transformam, dão-lhes uma nova forma, tiram deles implicações diferentes, empreendem um novo encadeamento de pensamentos.Conversar não é apenas reembaralhar as cartas: é criar novas cartas para o baralho" - diz o autor num dos capítulos. O que me faz refletir sobre ambientes de trabalho ou de convívio cerceados por dogmas, tabus, pressupostos e diretrizes. Ambientes que não facilitam o diálogo, mas ao contrário, prejudicam as relações humanas.

Relações humanas que são exatamente os movimentos que nos levam a ampliar perspectivas de futuro ou, ao contrário, desqualificar visões compartilhadas.Talvez a palavra correta não seja "ambiente" mas "cultura". Cultura como hábitos, comportamentos, modelos mentais e rituais de contato e convivência que podem ter ou não espaço para a conversa. Espaço para não só reembaralhar as cartas, mas criar novas - como escreve Zeldin.

O livro é da Editora Record e eu recomendo.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Conversa livre.

Ontem tive o prazer de uma conversa com Théo Drummond, um dos sócios da Agência 3 e escritor, com vários livros publicados entre poesias e contos e o diretor de cinema Roberto Farias. Jantamos no Policarpo, restaurante que fica ali no Largo dos Leões, no Rio de Janeiro. Roberto Farias pretende levar para as telas de cinema um texto inédito de Théo Drummond, uma história sobre pequenas asas que vão nascendo nas costas de um homem e aí...bom, vamos tocer para que o filme aconteça para podermos ver, não é?

No jantar, pude escutar (e aprender) mais sobre a história do cinema nacional e também sobre a propaganda. Uma aula de comunicação. Uma conversa livre com direito à pontos de vista divergentes, mas inteligentes e bem-humorados.

Ao final do encontro, uma análise bastante lúcida da crescente tendência de cerceamento da liberdade de expressão. O que não é uma boa notícia aqui na nossa (ainda) República Federativa do Brasil.

Opinião minha, agora: a imprensa está na berlinda. A publicidade idem. Tem gente munida de ideologias partidárias que já descobriu os culpados pelas notícias ruins: os jornalistas. E que também já descobriu os culpados por diversos outros males da sociedade: os publicitários. Colocando tudo junto num mesmo balaio de gatos e dando o rótulo de "mídia" com o acréscimo do adjetivo "grande", pronto! O inimigo de um Brasil maravilhoso que aí está, com educação de qualidade, saúde em níveis escandinavos, níveis de corrupção praticamente inexistentes e um primor de cumprimento da Constituição chama-se "Grande Mídia".

Cômico, se não fosse trágico de fato. Afinal, sabemos que idéias divergentes e opiniões contrárias nunca foram aceitas pelos poderosos de plantão. Mas imprensa é isso - como já escreveu o genial Millor Fernandes: "Oposição, porque o resto é armazém de secos e molhados". Eis aí o conflito natural e a vontade de "controle" e de censura.Imaginem se o Governado Arruda tivesse controle sobre a mídia? A gente nem ia saber do dinheirão dos panetones, não é? Imaginem, se esse controle já existisse em 2005 e ficássemos sem saber das maracutaias dos mensaleiros Dirceu, Jefferson, Marinho, Delúbio, Palocci e outros "Irmãos Metralhas'.

Quem sabe eu não esteja errado e deveríamos realmente ter apenas uma fonte oficial de notícias, ahn, digamos como o maior jornal em circulção de Cuba (o único permitido também) chamado Granma e editado pelo estado. E que traz sempre a palavra do grande guia Fidel Castro e louvações ao grande herói Che Guevara. Mostrando o paraíso na terra que é provido por este espetacular sistema de governo: onde todo mundo pode opinar e divergir, ter total liberdade de expressão e nem precisa fazer greve de fome para chamar atenção do mundo.

Bom, vamos ficar "atentos e fortes" como dizia música cantada pela Gal Costa. Liberdade é uma coisa muito complicada para o ser-humano e tem gente que acha melhor tutela, comando, dirigismo, ordem unida e "pensamento único".

E você?

quarta-feira, 24 de março de 2010

"Blue washing" da AmBev?

Todo dia tem sido dia de alguma coisa e por isso há um excesso de datas comemorativas. Quem tem mais "bala na agulha" para fazer sua propaganda (dentro de uma estratégia de comunicação integrada ou não) consegue uns segundos a mais nos holofotes da mídia e alguns instantes a mais da atenção das pessoas.

Ontem foi o Dia Mundial da Água. Mais uma dessas datas politicamente corretas. Talvez este dia ganhe força daqui para a frente: a água é um patrimônio da humanidade - assim como o ar que respiramos. Mas já tem muita gente engarrafando o precioso líquido e querendo assumir a defesa desse verdadeiro tesouro.

Ontem, a AmBev lançou uma mega campanha assinada pela agência Loducca.MPM com direito a encartes e páginas azuladas nos grandes jornais, entre outras mídias (através da TRIP Editora, por exemplo, a AmBev vai trazer uma "revista-rótulo" grudada numa garrafinha pet de água mineral - a ser distribuida ao público e que deverá parar na lata de lixo ou no chão das ruas, mas isso é outra história). O fato é que o espetáculo todo me pareceu muito green washing (aliás "blue washing").

Para quem não sabe ainda, o termo "maquiagem verde" (green washing) foi recentemente criado para identificar empresas que falam muito mas não tem práticas realmente sustentáveis nos seus modelos de gestão. Se não me engano, quem criou esse termo foi a Futerra (www.futerra.co.uk) - alguém me corrija se estiver dando informação incorreta, ok?

Sobre a AmBev, explico minha percepção. Se a AmBev - como diz seu anúncio publicitário, economizou 14.2 bilhões de litros de água entre 2002 e 2009, quanto foi que ela gastou? E mais, quantos litros de água são necessários para fazer um litro de cerveja?

Bom, não vou ser xiita, nem eco-chato, deus me livre! Mas essa é questão maior que atinge diretamente o core business da empresa. Ou ela cuida da água que consome e vende - copiando iniciativa semelhante já existente na Coca Cola Company, ou o negócio dela vai entrar em risco de colapso.

Ou não, afinal, bebedores de cerveja cada mais numerosos não permitirão que se acabem com as latinhas, as garrafinhas, os barris do famoso suco de cevada, pois, assim como o aparentemente inocente churrasquinho de fim de semana é uma escolha pessoal, a cervejada também é. Sabendo ou não que "durante a vida, uma vaca necessita de mais de um milhão de litros de água", segundo o www.boiapasto.com.br., ou que para se produzir 1 litro de cerveja são gastos de 5 a 25 litros de água (segundo a SAAEB - Serviços Autônomo de Água e Esgotos de Barretos disponível em www.saaeb.com.br).

Portanto, o problema da falta de água só vai ser realmente percebido quando o cidadão não conseguir tomar banho ou puxar a descarga da sua privada. O quanto uma latinha de cerveja gasta de água para ser produzida ainda é assunto de conversa de poucos e não vai acontecer nas mesas do Bar da Boa. Mesmo porque é um tema que não "desce redondo".

No mais, compartilho o endereço do Movimento Cyan, criado pela AmBev para vocês conhecerem: www.movimentocyan.com.br. A empresa é uma gigante global e tem poder de fogo para capitanear movimentos de mudança. Mudanças que beneficiem o planeta e as pessoas e não apenas os acionistas, é bom lembrar. Portanto, visitem, opinem, interpretem, perguntem. Comuniquem-se!

Este mundo que estamos construindo hoje é de responsabilidade geral da nação. Cidadãos e consumidores, conscientes ou não. Quem for realmente bom de copo. Copo d' água fresca - diga-se de passagem.

Saúde!

quarta-feira, 17 de março de 2010

Cadbury´s Gorilla.

O comercial já tem três anos, mas a proposta é nova e hilária. Precisava compartilhar para dar uma boa gargalhada e reconhecer a criatividade e a osuadia da agência (principalmente porque o produto - o chocolate, anunciado, não aparece.

Confiram no You Tube.

Cadbury's Gorilla Advert Aug 31st 2007

http://www.youtube.com/watch?v=TnzFRV1LwIo&feature=player_embedded

sábado, 13 de março de 2010

"Não se pode ir a um lugar bom de um jeito ruim" (*).

Qualquer negócio só pode ser grandioso e ter um verdadeiro sentido através das pessoas. Qualquer negócio só tem valor se respeita, valoriza e reconhece as pessoas. E grandes negócios são triplamente responsáveis pelos destinos de suas equipes, pela repercussão de seus atos dentro e fora da organização e o tipo de relacionamento com seus clientes, sociedade e, claro, meio ambiente. Mas tudo isso só é possível através das pessoas. Porque são as pessoas que fazem o negócio.

Num mundo cada vez mais dominado por resultados, vamos esquecendo que gente é feita de carne, osso e coração. Agimos como se gente fosse objeto descartável. Se reciclamos coisas e produtos, porque não "reciclar" nossos comportamentos e relacionamentos percebendo como estamos contribuindo para um mundo pior ou melhor?

Para um negócio grandioso de fato - porque mais humanizado, como não perceber o caminho que estamos escolhendo? Que eu, você e todos estão escolhendo. Porque o grande mal é o homem comum não acreditar que sua ação tem importância no conjunto final da obra.

Entre seguir como que "maquinizado" e desumanizado ou vivo, consciente e senhor de seus deveres e responsabilidades (bem como direitos) qual é a trajetória para um futuro melhor? Uma escolha diária que faz parte de nossa vida.Porque máquinas e equipamentos a gente compra na esquina, traz da China por um terço do preço. Mas seres humanos não. Máquinas se conectam por fios. Gente se conecta pela conversa, pela relação, pelo sentimento.

E grandes empresas (públicas ou privadas) pecam por suas arrogâncias devido à arrogância de suas pessoas para com outras pessoas. Pecam por suas ações perversas porque suas pessoas estão se comportando de maneira perversa. Por isso, o título acima:como é que você quer ir para um lugar bom no futuro de um jeito ruim no presente?

(*) Frase retirada do livro de Peter M. Senge "A Quinta Disciplina"
(Ed. Best Seller), 25ª edição, Cap. 12 - página 347.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Atropelada.

Hoje a acabei de ver uma pessoa ser atropelada. Um ônibus abriu a porta no meio da avenida (fora do ponto) e um passageiro apressado correu pra fora: uma motocicleta cortando o trânsito pela direita, em alta velocidade, pegou de frente o passageiro.

Me lembrei imediatamente de uma de minhas alunas no curso da ABERJE, destacando uma de minhas frases ditas em sala:"Atrás da nossa máscara corporativa tem uma pessoa. E para mim as empresas e consequentemente as pessoas estão esquecendo do que somos = SERES HUMANOS." E que tem muito a ver com esse episódio.

Eu acredito que nós estamos esquecendo de quem somos. Estamos esquecendo de nós mesmos e por consequência, dos outros. Não só no local do trabalho, mas no convívio social. Como se conectados numa tomada, por um botão de liga & desliga, vamos em "piloto automático". E no fazer ultra-veloz do dia a dia, "estamos" robôs teleguiados em busca de um resultado, de uma meta sempre mais distante.

Sim, eu sei que temos que pagar contas no final do mês mas precisamos resgatar a consciência dos atos. Consciência do momento - do estar presente. A consciência da palavra na hora da conversa e do saber escutar o outro. No respeito à nós mesmos, no respeito ao outro. Respeito à vida.

Muito do que foi a cena do atropelamento tem essa mensagem (pelo menos na minha interpretação). O motorista estava no automático de "largar" passageiro e chegar no ponto final - provavelmente para mais uma corrida contra o relógio. O passageiro já estava "com pressa" de chegar no escritório e dar conta do serviço. O motoqueiro já estava a mil por hora para fazer alguma entrega ou também chegar "antes"...e todos estavam robotizados. Insconscientes do viver. Inconscientes do valor de viver.

Ser testemunha desse acidente me fez muito mal. Telefonei para o 190 e o resgate. Alguém já tinha feito isso e o socorro chegou bastante rápido (para mim). Talvez nem tanto para o ferido. Mas funcionou: os bombeiros me pareciam presentes - no primeiro contato a voz foi bastante humana para com o rapaz caído no chão. "Calma, você vai ficar bom. Estamos aqui com você para ajudar" - palavras valiosas para um momento difícil.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Comunicar e educar.

Para pensar, após minha primeira aula no mestrado da PUC: educadores são comunicadores e comunicadores são educadores. Limites tênues, quase imperceptíveis. Daí a responsabilidade enorme diante dos interlocutores, especialmente a juventude.

Porque se a palavra é mensagem que educa, que provoca e convoca ela deve buscar a energia da paixão. Porque nada mais depressivo ou vazio que viver sem a chama da paixão, do que tentar a comunicação sem essa chama. Fazer apenas "por fazer", piloto automático, negócio, emprego...apenas o técnico, racional, exato, veículo puro.

Comunicação é estado de vida e não de morte. Vida, estado da arte. Daí, a chama ardente do educar: para a vida e para que "o futuro possa ser uma instância que possamos desejar" - conforme disse a Dra. Sandra Korman Dib, da qual sou atento ouvinte e aluno.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Loura Devassa sai de cena.

Apesar da campanha publicitária da Cerveja Devassa (leia-se Grupo Schincariol) já ter rodado o Brasil inteiro durante os festejos momescos, somente agora saiu do ar o comercial de tevê que deu origem aos processos no CONAR.

Quero dizer que sou contra as ações em curso para retirar de circulação a campanha. Primeiro, porque estão fora do tempo e do espaço, pois toda a estratégia criada pelas agências Mood e ID/TBWA já colocou o bloco (digo Paris Hilton) na rua (digo, na janela) e embalou revistas, canais de tevê, pontos de venda e, claro, o próprio sambódromo. Além disso, já ganharam nova versão com tarja preta de censura sobre a logo da marca – numa resposta irônica aos processos em curso.

Segundo, porque a ação já deixou um rastro excepcional de comentários pelas redes sociais do Twitter, além de milhares de acessos ao filme disponível no Youtube. Ou seja, saindo do ar agora, menos mal para a cervejaria. A propaganda já cumpriu seu papel. E deu muito que falar – e continua criando polêmica, o que para uma marca denominada “devassa” é ótimo, não é?

Terceiro: essa discussão sobre sexismo, apelo à sensualidade etc. etc. me parece uma tremenda hipocrisia. Posso estar enganado, mas num país onde o próprio Presidente da República fala em evento público sobre o “Ponto G” – fazendo comentários risíveis (http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u90170.shtml) e onde dezenas de comerciais de cerveja e bebidas alcoólicas usam a imagem e o corpo da mulher (e do homem) para chamar atenção, porque só a Devassa da Paris Hilton não pode circular livremente?

Brincadeiras à parte, este assunto é sério. No meu entender a questão deveria abranger uma discussão maior. Sobre a quantidade de álcool (que é uma droga - lícita) consumido no Brasil, por exemplo. Ou a inexplicável e permanente tragédia no trânsito nacional causada pelo uso abusivo do álcool. Estas sim, situações preocupantes e graves que acabam por colocar em xeque toda forma de propaganda de bebidas existente.

Portanto, haja debate nesse sentido – já que muita gente insiste em beber além da conta e dirigir, mesmo sabendo dos riscos.

E para encerrar toda essa conversa – ou não...Se formos pensar em matéria de sensualidade escancarada, que tal irmos até a praia mais próxima? E lá, na vida real, diante de milhares de homens e mulheres seminus, dividindo um espaço microscópico na areia, sob sol ardente e afrodisíaco, poderemos nos perguntar de verdade: será que um comercial (uma peça de ficção publicitária) tem mais apelo à sensualidade do que a própria realidade nacional?

O que você pensa a respeito?