segunda-feira, 8 de março de 2010

Comunicar e educar.

Para pensar, após minha primeira aula no mestrado da PUC: educadores são comunicadores e comunicadores são educadores. Limites tênues, quase imperceptíveis. Daí a responsabilidade enorme diante dos interlocutores, especialmente a juventude.

Porque se a palavra é mensagem que educa, que provoca e convoca ela deve buscar a energia da paixão. Porque nada mais depressivo ou vazio que viver sem a chama da paixão, do que tentar a comunicação sem essa chama. Fazer apenas "por fazer", piloto automático, negócio, emprego...apenas o técnico, racional, exato, veículo puro.

Comunicação é estado de vida e não de morte. Vida, estado da arte. Daí, a chama ardente do educar: para a vida e para que "o futuro possa ser uma instância que possamos desejar" - conforme disse a Dra. Sandra Korman Dib, da qual sou atento ouvinte e aluno.

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