quinta-feira, 8 de julho de 2010

A crise continua na BP.

Até a presente data a crise continua na British Petroleum - BP: o vazamento de óleo no Golfo do México ainda não foi controlado. O Governo da Inglaterra já trabalha com a possibilidade de falência da BP.

Tony Hayward, o CEO, continua como porta-voz apesar das críticas que recebeu. Para muitos analistas o CEO é muito jovem e muito "british" para o público americano.

Uma das ações da BP foi contratar a agência de RP Purple Strategies: fala-se em uma campanha publicitária para divulgar a proatividade da companhia, suas ações até o momento e seu plano de ação para mitigar impactos e prejuízos. Outra recomendação de um especialista norte-americano é a convocação de empresas que atuam na área de petróleo para estudar soluções e participar de tentativa conjunta de fechamento do poço. Cabe lembrar que nenhuma empresa hoje pode dizer que possui 100% de segurança para a extração de óleo em águas profundas.

Vamos acompanhar e torcer para que o vazamento seja estancado.

2 comentários:

Anônimo disse...

Edição 46 da Revista Rolling Stone ainda nas bancas (capa com a Lady Gaga), traz interessante matéria: "O vazamento, o escândalo e o presidente".

Veja este trecho, assustador:
"O desastre no Golfo foi antecipado por amplas advertências, mas a Casa Branca as ignorou. Em vez de ser linha-dura com o MMS, Obama manteve em seu governo muitos dos principais executivos que supervisionavam a cultura de corrupção da agência. Deixou que ela permitisse operações perigosas de perfuração pela BP - uma companhia com o pior registro de segurança de qualquer petrolífera - com praticamente nenhuma salvaguarda ambiental, utilizando regulamentos favoráveis ao setor elaborados durante os anos Bush."

Cid disse...

Caro Gaulia,
Considero o acidente com a BP no Golfo do México assustador.
Tenho certeza que todas as outras empresas que exploram petróleo offshore estão, no mínimo, com as barbas de molho.
Talvez sejam criados roteiros e atividades de prevenção, e outros de emergência, visando no futuro, diante de um acidente semelhante, as providências emergenciais sejam acionadas com mais velocidade.
Abraços,

Cid Nascimento Silva