quinta-feira, 15 de julho de 2010

Unibanco.


Já estou com saudades do meu banco "que nem parecia banco". Sei que os bancos não têm uma imagem muito boa na sociedade: ninguém gosta de vender seu dinheiro barato e comprá-lo de novo mais caro, que é mais ou menos o trabalho dos banqueiros. Mas todo mundo gosta de ter crédito na praça, cartão e cheque especial para um momento de aperto. Enfim, é o sistema em que vivemos e não é esta a discussão aqui.

Minha "marca" de banco era o Unibanco. Gostava dela. Desde os tempos do "Casal Unibanco" - publicidade que marcou época (criada pela W Brasil). E gostava muito mais porque as agências não tinham aquela maldita porta giratória que o Itaú já está instalando. Aquela porta giratória com dois ou três seguranças atrás da vidraça, com cara nada simpática, fazendo perguntas e pedindo para olhar a mochila, retirar do bolso a chave, o celular, moedas, relógio e o tudo o mais que for de metal ou tiver jeito suspeito. Uma tortura constrangedora.

Se o Unibanco não tinha a porta giratória, por que o Itaú tem que ter? Este é um dos motivos que provavelmente deixarei de ter conta no Itaú.

6 comentários:

Mauro Segura disse...

Puxa, Gaulia. Eu tenho os mesmos conflitos com o Real e Santander. Eu sou cliente do Real há quase 20 anos. Estou com saudades do verde e amarelo do Real. Abraços. Mauro.

Fernanda disse...

Quando eu li o seu post, lembrei na hora desse vídeo: http://bit.ly/cC0q6V

Isso sim é constrangedor! Rs

Cid disse...

Caro Luiz Antonio Gaulia,
Solicito aqui do meu cantinho, que você repense sua reação contra a instalação das portas giratórias.
Concordo que elas sejam desconfortáveis e, até mesmo, antipáticas. Infelizmente, a equipe de segurança posicionada ao lado da porta nem sempre possui a polidez adequada para conduzir situações embaraçosas.
Entretanto, quanto mais rigorosa for a regulagem do sensor para objetos metálicos instalado na porta giratória, maior a segurança de todos.
Gerente muito bonzinho que diminui a sensibilidade deste equipamento está dando margens a que bandidos entrem na agência portando armas de fogo.
Esta é a nossa realidade em termos de segurança.
Além disso, a porta giratória é um dos principais itens constantes do cardápio das seguradoras, quando estas são acionadas para contratação do seguro da instituição.
Portanto, amigo, sugiro que você reveja seu posicionamento contrário às portas giratórias. Elas ali estão para nos proteger.
Abraços,
Cid Nascimento Silva

Luiz Antônio Gaulia. disse...

Obrigado pelo comentário Mauro, vamos ver se o Santander evolui com as boas práticas de sustentabilidade do Banco Real - um diferencial muito valioso, colocado em prática por uma gestão de vanguarda capitaneada por Fábio Barbosa & equipe.

Cid, obrigado pelo seu valioso comentário. Quem sabe é só uma questão de mudança de percepção - que leva tempo não é? Como cliente do Unibanco não tinha as tais portas a me controlar e vigiar. Vamos ver. A marca Itaú pode ter outros atributos interessantes que me façam admirá-la! O tempo dirá...

Abraços.

Anônimo disse...

Caro Cid,
você realmente acredita que alguém portando armas de fogo vai esperar ser revistado por um segurança para depois assaltar um banco?
Me desculpe, mas eu acredito que portas giratórias são apenas uma maquiagem e um método de mostrar serviço, mnha opinião inútil, o que é ridiculo. Até porque esses bandidos de armas de fogo entram muito mais preparados para assaltar e render a todos que os seguranças teoricamente treinados para controlar esse tipo de situação.
Belo Artigo Luiz Antonio Gaulia.
Abraços.

Buenavila disse...

IMAGINE um banco sem portas giratórias. Infelizmente não será o Itaú. Também não gosto dessas portas, mas a minha bronca hoje é outra: http://migre.me/12d3G