quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A polêmica como estratégia.


Publicidade e propaganda, atenção, impacto, repercussão. Num dos meus posts passados falei da DIESEL e da campanha BE STUPID que se espalhou pelo mundo com suas provocações.

A polêmica era proposital para criar diferenciação. Funcionou? Não sei. O manifesto deles ainda está no site da marca e tem até sentido. Mas na minha opinião o material ficou apelativo demais, ao menos aqui no Brasil (com uso de modelos nuas num estereótipo já batido e de...mau gosto).

E polêmica é o que não falta no mundo da publicidade. Agora, foi a vez de uma fábrica de sorvetes da Inglaterra apelar para todos os santos e arrumar encrenca com a Igreja Católica (às voltas com denúncias de pedofilia de alguns padres). Confiram o cartaz: se sorvete é a religião deles, o posicionamento de comunicação segue a bíblia do escândalo.

Mas nem por isso precisava sair do ar (a peça já foi proibida). A polêmica sobre proibir ou não muitas vezes dá mais audiência e chama ainda mais atenção sobre a marca. O que pode servir para estimular comentários e manifestações espontâneas nas redes sociais. Como este meu post, por exemplo.

Um comentário:

Anônimo disse...

Na verdade é a ESTRATÉGIA DO ESCÂNDALO em ação, professor, como o senhor apontou nas aulas sobre CRISE lá na ESPM!