domingo, 31 de outubro de 2010

Workshop de Comunicação Integrada no HEB (SP) - 3.


Workshop de Comunicação Integrada no HEB (SP) - 2


Workshop de Comunicação Integrada.


Visão do todo, percepção sistêmica da vida e das relações humanas na organização. Nesta semana que passou, tive o prazer de coordenar um workshop para 80 médicos (as), enfermeiros (as), psicólogas, fisioterapeutas, administradores (as) do HEB - Hospital Estadual de Bauru (SP). A proposta era conversar sobre comunicação integrada como ferramenta de gestão e como modelo de trabalho para a humanização das relações.

O encontro revelou-se pura energia: equipes profissionais mais conscientes de suas responsabilidades, no dia a dia de um hospital de referência regional, voltadas para o cuidado dos pacientes e da saúde podem conquistar maior qualidade de relações (e assim, de atendimento). Ao perceberem seus potenciais, muitas vezes escondidos pela burocracia e pelo silêncio, as pessoas comuns tornam-se senhoras de seus destinos e capazes de influenciar positivamente o futuro de uma grande instituição.

Quando damos voz (e ouvidos) à organização e rompemos com o silêncio, ganhamos fôlego renovado para aproximar pontos de vista e buscar soluções conjuntas. Foi uma grata surpresa conhecer o HEB e seu time de trabalho. As portas estão abertas. Corações e mentes idem. Agora, é hora de fazer acontecer e eu espero voltar para Bauru, em breve. Porque além de tudo, conheci e degustei a verdadeira receita do sanduíche que leva o nome da cidade. Mas essa já é outra história.

domingo, 24 de outubro de 2010

Comunicação externa: segurança para o pedestre 2.


Comunicação externa: segurança para o pedestre.




Bom exemplo da Light, no Rio de Janeiro: nas obras para aumentar o número de circuitos elétricos e modernizar equipamentos nos bairros de Copacabana e do Leblon, a companhia inovou no lay out dos tapumes.


Ao invés do tradicional compensado, foram colocadas lonas indicando claramente a quem pertence a obra, com canais de comunicação bem sinalizados e uma programação visual muito melhor do que a de antigos compensados de madeira velha. A Light merece nosso elogio, isso é respeito e sinal de cuidado.


Alô, Cedae! Que tal uma proposta nessa linha? Bons exemplos devem ser seguidos!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Comunicação interna: segurança no trabalho.


A Light lançou semana passada uma campanha interna de comunicação sobre segurança e saúde no trabalho. A ação terá vários desdobramentos e vai reforçar o lançamento de sua Política de Segurança e Medicina no Trabalho. O conceito é o do cuidar da vida, onde a vida de cada pessoa é como uma "obra de arte" - original, única, insubstituível. A boa nova é que a campanha inclui os terceirizados: o evento que marcou o início deste movimento contou com várias empresas prestadoras de serviços.

Pude particpar dessa criação, desde o planejamento inicial, através da Rebouças&Associados e em conjunto com a equipe de segurança, RH e de comunicação da Light. Outros parceiros dessa rede são a Lado B e a Diagramma, entre outros (as) profissionais. O Lincoln Tornado foi nosso garoto propaganda e deu show de simpatia na sessão de fotos.


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Criança com nome de...marca famosa.


Através de uma dissertação de mestrado, de 2005, de Juliana Lopes, chamada "Nome do produto, marca de pessoa: consumo, publicidade e classificação" fiquei sabendo que há uma tendência crescente nos EUA (e no Brasil) de se colocar nome de produto, de marcas famosas, nas criancinhas. Ou seja, tem pai batizando o filho com nomes como Sony-Erickson, Prada, Audi, Nike.

Usar nomes de santos já era prática tradicional religiosa, assim como usar nomes de astros de Hollywood ( o nosso "Valdisney" é clássico exemplo, cuja referência é Walt Disney ). Mas, como ensina o Prof. Dr. Everardo Rocha, da PUC, a tendência de atrelar um nome de uma pessoa a um destino mercadológico, a um projeto de marketing, é completamente nova e...insana.

Imaginem o que um menino chamado "Colt" (marca de revólver) poderia ser? Ou um menino que odeia esportes ter o nome de "Nike"? Ou uma garota chamada "Prada" não conseguir sucesso financeiro na vida, ou mesmo a Prada perder o significado de luxo e se reposicionar como marca popular? Ou mesmo se uma marca como "Honda" ou "Samsung", por exemplo, passam a ser percebidas como racistas e alguém tem o nome de Carlos Samsung ou Joaquim Honda...já imaginaram que constrangimento?

Para ilustrar, compartilho aqui uma HQ da desenhista Carol Lay que também foi mostrada na aula do mestre Everardo e faz parte da dissertação de Juliana Lopes. Vejam que comédia (ou tragédia?).