sábado, 30 de abril de 2011

Chegou o "sustainable branding".




Em 2009, quando trabalhava na construção do relatório de sustentabilidade da Vale, junto com a equipe da companhia e o time da Report fiz uma brincadeira com o Estevam, um dos sócios da agência. Disse que iria montar um segmento chamado sustainable branding. Lembro disso como se fosse hoje e mal sabia eu que o conceito já estava no mercado. Óbvio que estaria...

Como o mundo não fica parado, a Sustainable Life Media, agência de comunicação americana, agora em junho, nos EUA, faz acontecer a quinta edição do Sustainable Brands ’11, evento sobre"marcas sustentáveis". O encontro vai abordar temas como a "crescente busca pela felicidade e sua influência sobre os valores individuais, organizacionais e globais" e como o bom humor de algumas ações publicitárias está "reduzindo a culpa" dos cidadãos em relação à questões ambientais, facilitando a construção de negócios sustentáveis.


O evento tem o apoio de marcas poderosas e outros novos entrantes do "mercado verde". No meu entender, entretanto, o branding sustentável só vai acontecer de fato se as questões estéticas e do discurso do marketing tiverem como base questões éticas, bem como modelos de produção comprometidos com o tal discurso verde que essas empresas estão apresentando.






2 comentários:

Tatiana Maia Lins disse...

Gaulinha, vc acha que a resistência por parte das pessoas em relação ao discurso verde das empresas está aumentando ou diminuindo? Adorei esse post! beijo!

Luiz Antônio Gaulia. disse...

Tatiana, percebo uma maior conscientização de alguns públicos nessa questão. Também algumas empresas, mais comprometidas que outras.
Contudo, se você imaginar que segundo o IBGE no Brasil ainda existe 16 milhões de pessoas em situação de extrema miséria, vamos perceber que há muito o que caminhar. Abç.