terça-feira, 17 de maio de 2011

"Twitteiros"




Como novo ícone da indústria cultural, a marca Lady Gaga, personificada na voz e nas atitudes da cantora e musa pop é um sucesso estrondoso. Quem poderia imaginar que atributos como extravagância, polêmica e nonsense poderiam ser a fórmula para um negócio tão rentável?


Lady Gaga é agora uma "twitteira" de audiência invejável: 10 milhões de seguidores, fãs, interlocutores. Sua influência como formadora (ou deformadora) de opinião é igualmente inédita na história das redes sociais, especialmente no microblog Twitter. A moça ganha de Justin Biber e de Britney Spears, outras duas verdadeiras empresas de entretenimento, música e espetáculo.


Levando o tema para o mundo corporativo, aqui no Brasil, uma recente pesquisa da Miti Inteligência com 18 das melhores empresas de 2010, escolhidas pela Revista Exame, quem se destaca é a TAM. A companhia aérea é a mais citada no Twitter e no Facebook. Lamentavelmente, de maneira ruim: a TAM se destaca com 58,20% de mensagens negativas, num total de 8.970 postagens monitoradas pela pesquisa.


As redes não perdoam. Ao mesmo tempo que podem endeusar, podem denegrir. A influência contudo, no boca a boca do universo digital, é inquestionável. Uma oportunidade de escuta sobre reclamações e sugestões, de diálogo com consumidores e clientes, simpatizantes ou críticos free lancers.


Um desafio que poucos negócios dominam de maneira favorável. Quem sabe não é hora de seguirmos Lady Gaga para descobrirmos sua fórmula "twitteira" de sucesso?












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