segunda-feira, 20 de junho de 2011

Alex Grey.





Perceber o ser-humano como uma rede de conexões e troca permanente de energia é um outro modo de observar e valorizar a vida. Alex Grey, bem diferente de Fritz Kahn (ver post anterior) traz essa proposta em sua arte.






Sair do racional, do técnico-científico e mergulhar numa essência bio-energética já é um passo além na direção de uma civilização cujos valores não podem mais ser puramente quantitativos. A sustentabilidade traz esse desafio: resgatar valores que a produção a qualquer custo enterrou, em nome de um crescimento puramente econômico, sem preocupação ambiental ou social de seus impactos.




Com Alex Grey, além de tudo, podemos perceber que a vida é mais que troca de energias. É na verdade, uma rede de comunicação.

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