segunda-feira, 18 de julho de 2011

Golfo do México.




Não só a tragédia da plataforma Deepwater Horizon no Golfo do México, mas o vazamento de um oleoduto no Alasca e uma explosão em Texas City puxaram para baixo o valor da reputação e a confiança na marca da BP.



A empresa diz agora, em seu site, que está passando por mudanças estruturais nas questões de saúde e segurança, análise e prevenção de riscos e modelos operacionais além de revisitar seus "valores e comportamentos".



A tragédia no Golfo é considerada como o pior desastre na história da indústria do petróleo. Um case permanente de estudo e análise, além de alerta e prudência. Não há mais espaço para considerar apenas os resultados econômicos a qualquer preço. Este é um modelo de negócio ultrapassado ainda mais para o segmento do óleo e do gás com seus múltiplos riscos.



A sociedade e a economia ainda dependem de novas e alternativas fontes de energia "limpa" mas a transição é urgente. Estragos e impactos como o da BP nos ecosssistemas das regiões afetadas pelo vazamento monumental de óleo, levam dezenas de anos para serem recuperados. As vidas humanas perdidas na explosão nunca mais o serão.

Um comentário:

Luiz Antônio Gaulia. disse...
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