sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Crise que rende.



Nem sempre o resultado de uma crise é negativo. Um exemplo disso é a repercussão favorável que a HOPE acabou conquistando, após a polêmica campanha estrelada por Gisele Bundchen. Independentemente da falta de criatividade e lugar comum que a proposta publicitária apresenta, o discurso censor do Governo causou reação imediata. Não para retirar a peça do ar, mas, ao contrário, apoiando a HOPE e a própria Gisele.


As redes sociais digitais, termômetros imediatos dos humores do público e dos consumidores, mostraram a indignação contra a tentativa de censura. O CONAR decidiu favoravelmente e julgou improcedente a orientação "politicamente correta" da Secretaria Especial das Mulheres.


Quem deve decidir o que é correto ou não é a sociedade. Tutela mental de funcionários do Estado é coisa de George Orwell.

2 comentários:

Anônimo disse...

A propaganda só reforça um estereótipo preconceituoso e deve ser sim, questionada pelo Governo.Não concordo com sua opini~ao

Andrea disse...

O melhor boicote pra essa propaganda não é tirar do ar e sim não comprar o produto. Por acaso o Governo virou agora nosso tutor cultural?

Andrea