terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Comunicação interna como ferramenta de gestão.

Dia 23 de março a ABERJE promove um curso em Salvador (BA) com o tema: "A comunicação interna como ferramente de gestão."


A proposta é alinhar teoria e prática na comunicação interna tendo como objetivo capacitar os participantes a desenvolverem soluções de comunicação em suas rotinas de trabalho através de uma visão holística, integrada e integradora dos processos de trabalho e gestão. Entre outros pontos de reflexão, o curso vai abordar: o novo perfil do comunicador (técnico x multidisciplinar); o fim da comunicação interna tradicional (informação x comunicação x relacionamento) e a importância da cultura organizacional, sua missão, visão, valores como influências internas na construção de um sistema virtuoso de comunicação interna.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Olha o EPI aí, geeente!


Visitar uma mina substerrânea requer um cuidado especial com a segurança. Entre as recomendações, o uso de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) é parte obrigatória. Em tempos de festejos momescos, até parece fantasia de desfile, mas não é.
É por isso que para um comunicador empresarial não basta apenas saber utilizar técnicas de comunicação, é preciso conhecer de perto a realidade dos diferentes públicos da empresa. Um escritório na Avenida Paulista tem características completamente opostas à de uma mineração, funcionando à 500 metros de profundidade. Ou seja, a comunicação interna precisa pensar como o marketing e tratar da "segmentação" de veículos e ações, dirigidos para cada público específico dentro da organização. Um modelo único para todos já não funciona mais. Cada interlocutor tem uma característica, um jeito de trabalhar. Portanto, se você tiver que dar um passeio até a mina, torre, usina, loja de rua, garagem ou plataforma esteja preparado para vislumbrar outras oportunidades e resolver novos desafios de comunicação.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A simpatia de uma marca.



Chama-se Beleza Natural e é um empreendimento inovador no segmento das soluções em produtos e serviços para o embelezamento e a saúde dos cabelos, do corpo e da mente. Um negócio que começou em 1993, num pequeno salão no Rio de Janeiro e é hoje uma marca de sucesso, com mais de 1.200 profissionais espalhados entre salões de beleza (no Rio de Janeiro, na Bahia e no Espírito Santo) e uma indústria de cosméticos.


Estive hoje no Beleza Natural e a surpresa começa na entrada: gente feliz, sorridente e atenciosa na recepção. Como a primeira impressão é a que fica, fiquei muito bem impressionado. O alto astral contagia, o ambiente é positivo e a quantidade de clientes chegando confirma: uma equipe reconhecida, treinada e motivada faz a promessa da marca acontecer. O resultado não é só financeiro, mas também se traduz por valores intangíveis como uma boa reputação, admiração, confiança.


Apesar do crescimento, a empresa continua com o espírito da fundadora Dª Zica. Nos cursos para quem deseja entrar na empresa e se tornar uma consultora, ela mesma ainda encontra tempo de conversar com as turmas selecionadas. Nada melhor do que uma boa comunicação face a face para se transmitir o espírito da marca.


Ganhei meu dia. Na saída, entrei num táxi e conversei com o motorista sobre o Beleza Natural e o exemplo de valor de uma empresa que sabe cuidar muito bem de seus clientes, pois cuida muito bem dos seus empregados.


Veja mais, acesse o blog:http://www.belezanatural.com.br/blog/

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

"O que é que o corporativo produz mesmo?"



Quando o escritório central, onde funciona a administração da empresa, também conhecido como escritório corporativo, fica dissociado da realidade da operação, do comercial e das equipes que trabalham nas filiais, gerando uma verdadeira "subcultura" - totalmente à parte do conjunto da empresa, a comunicação interna sozinha não dá conta dessa integração. Geralmente, são as empresas em rápido crescimento que sofrem mais com esse tipo de problema.


A questão fica patente quando gestores do escritório central fazem visitas às plantas industriais ou unidades mais distantes da matriz e são surpreendidos com perguntas como: "O que é que o corporativo produz mesmo?" ou "O que é esse tal escritório corporativo?"Ou seja, as pessoas não entendem o papel que a matriz desempenha no todo da organização. Pelo contrário, olham o escritório central como um ditador de regras. Uma falha nítida de comunicação interna, com certeza.


O problema maior surge quando essa falha provoca, cada vez mais, um sentimento de que o corporativo é um ser à parte, um verdadeiro autista, que vive na torre de vidro refrigerada, numa rede de intrigas, vaidades e lutas pelo poder entre as diretorias. Longe do que realmente importa: o cliente, os fornecedores, as comunidades, a produção e as vendas.


Certamente, este é um desafio para a equipe de comunicação interna, que precisa sair de sua baia, deixar de lado os e-mails e ir conhecer de perto a empresa, em seu conjunto. Olho no olho. Porque a comunicação interna não existe para o corporativo, mas sim, para toda a empresa, atuando numa segmentação de públicos internos estrategicamente planejada, integrada e integradora. Capaz de fortalecer a cultura, os valores da marca e o espírito de time. Esclarecendo os objetivos do negócio e facilitando as rotinas de trabalho.


O pior que pode acontecer é a comunicação interna acreditar que a realidade da empresa é o "corporativo" e sua subscultura narcísica: aquela que só olha o próprio umbigo e não percebe as dinâmicas e as demandas existentes, muito além das quatro paredes de suas salas de reunião.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

185 milhões de latas.

A Red Bull vai instalar no Brasil a sua primeira fábrica fora da Europa. A marca austríaca, cuja fórmula é uma mistura de cafeína, guaraná e taurina, entre outros estimulantes, é sucesso absoluto no Brasil. Tem 48 % do mercado (segundo pesquisa da Nielsen), seguida da Burn da Coca-Cola (com 18 %) e da Fusion da Ambev.


Dietrich Mateschitz, o fundador, posicionou a marca de maneira insusitada com um conceito convidativo: "Red Bull te dá asas". Com essa mensagem já sedimentada na mente dos consumidores e difícil de ser derrubada pela concorrência, os touros vermelhos venderam, só no ano passado, 4,6 bilhões de latas no mundo inteiro. Sucesso absoluto, a empresa investe nada menos que 35% de todo o faturamento na promoção da marca (só a Fórmula 1 leva uma boa fatia desse dinheiro).


Além disso, Mateschitz tem uma forma descontraída de gerenciar sua equipe. Seus quase 7 mil empregados são incentivados a ter ideias novas, sem precisar ficar perdendo tempo em demasia com os escalões superiores, para colocar as ideias em prática.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Desenvolvimento Sustentável.


Estão abertas as inscrições para a Especialização em Desenvolvimento Sustentável da Anima Educação, com apoio do Instituto Harmonia e da Hub São Paulo. A proposta é inovadora e coloca em discussão variadas abordagens do "desenvolvimento sustentável" e da "sustentabilidade". Como o mercado já demanda profissionais formados nessa disciplina, o curso pretende oferecer a troca de conhecimentos, revisitando uma bibliografia clássica, com autores como Goethe e Nietzsche além de Rachel Carson, Fritjof Capra, Peter Senge, Humberto Maturana, John Elkington, José Eli da Veiga e Celso Furtado entre outros. O curso vai gerar reflexões e debates sobre o tema e sua aplicabilidade na gestão de projetos, na educação, no comércio, no urbanismo e no meio ambiente tendo a nossa própria "percepção" como a base para toda uma nova e transformadora visão de mundo.
O curso acontece em São Paulo. Mais informações? Converse pelo telefone: +55 11 5105-4444.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Estratégias de Comunicação em Marketing.

Estratégias de Comunicação em Marketing, de coordenação de minha amiga Vera Waissman e trabalhos de Nayra Assad Pinto e Carlos Campana, acaba de ser lançado pela FGV Rio. O livro tem foco nas pessoas e nas empresas que precisam fazer comunicação, mas nem sabem por onde começar.
Seu conteúdo traz um raciocínio de planejamento estruturado para a construção de marcas, por meio das diferentes ferramentas de comunicação e suas principais características. Dessa forma, os novos meios é que devem estar a serviço desse raciocínio, e não o contrário.
Além disso, algumas “palavras mágicas” são apresentadas ao longo dos capítulos, ajudando o leitor a pensar quais os caminhos de comunicação mais indicados para cada momento de seu negócio.

Melhores empresas para se trabalhar.



Artigo em falta no mundo de hoje diante dos vários os escândalos que se revelam a cada dia através dos jornais, a "confiança" é a base das relações humanas. Confiar possibilita uma maior abertura para o diálogo e dessa forma, para melhores fluxos de comunicação e de processos administrativos, além de um sentimento de segurança de que regras, contratos ou acordos não serão jogados na lixeira no primeiro sinal de crise.


Para falar mais sobre como a confiança afeta o ambiente de trabalho, amanhã, a ABRH- Rio promove um encontro para discutir o tema. As melhores empresas para se trabalhar, ao que tudo indica, tem na confiança o seu grande atributo de valor e diferencial em relação à concorrência.