segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Comunicação interna e "presenteísmo".

De tempos em tempos surgem tendências, nomes, modismos e rótulos aparentemente inéditos. O que se chamava de desmotivação há alguns anos, agora chama-se "presenteísmo". Mais ou menos como se o corpo estivesse presente, sentadinho diante da tela do computador mas a mente, a imaginação e a vontade estivessem muito, muito longe do trabalho.



Como resolver esse tipo de situação? Ora, sou suspeito, mas defendo a boa, velha e, sim, ainda difícil, comunicação interna. Se há problemas é "conversando que a gente se entende" (urgh, outro jargão batido nas corporações).

Melhor: se há questões mal resolvidas, percepções equivocadas e sentimentos mal compreendidos vamos lembrar do diálogo interno. Da capacidade da organização de conversar sem medos, receios ou pressupostos (sem preconceitos fica mais desafiador, mas também vale!).

Para acabar com a rádio corredor ou pelo menos diminuir suas vibrações e maledicências só com diálogo, só com a comunicação interna funcionando com frequencia, coerência, sintonia e...significado. E para acabar com o tal presenteísmo, a desmotivação e o automatismo das ações,também: comunicação!

Comunicação interna é a válvula de escape das neuroses corporativas. É a fórmula mágica para a cooperação. É a boca e também são os ouvidos da organização prontos para escutar a voz dos empregados, num fiar da confiança e num esclarecer de rumos, objetivos e expectativas.

Posso até estar enganado. Talvez o tal "presenteísmo" não se resolva com comunicação interna. Mas sem ela, com certeza, nada na organização funciona como deveria. Podem apostar!

Um comentário:

Anônimo disse...

Prezado: "Diálogo não é um ou outro. É um e outro" dita por Fábio Barbosa, ex- Presidente do antigo Banco Real. Abraço!