sábado, 2 de março de 2013

A sustentabilidade além da gestão de riscos.

Nesta semana tive o privilégio de participar de um encontro patrocinado pelo IFC -  International Finance Corporation e chamado de Sustainability Days. Um ciclo de diálogos promovido em vários países ondenos quais o IFC atua.

Como todos os encontros sobre sustentabilidade e suas definições, dilemas, construções e utopias possíveis, os debates foram intensos reunindo gestores de diferentes setores do mercado e da sociedade. Das empresas participantes tínhamos experts como Denise Hills do Itaú-Unibanco, de Eriko Ishikawa do IFC e Rilwan Meeran da Leopard Capital, entre outras personalidades.

Para complementar, estive reunido também com Ricardo Guimarães e Eduardo Hiroshi da Thymus numa conversa, sempre inspiradora, que conectou sustentabilidade e branding. Duas plataformas  de construção do futuro das organizações e da sociedade.

Muito além do olhar sobre erros e falhas ou da gestão de riscos, a sustentabilidade traz ou deveria trazer como diferencial um olhar inovador sobre como a empresa funciona e deveria funcionar. Pensando não sobre o que já aconteceu, mas no que se deseja para o futuro e como a empresa pode descobrir potenciais de inovação já existentes.

O branding flui neste mesmo sentido ao inserir a cultura da marca num espaço vivo e não apenas racional ou didático, repleto de regras e indicadores, baseados em pesquisas frias que apontam o "público-alvo" a ser impactado. As duas disciplinas tratam de criação de valor compartilhado através de vínculos e significados relevantes para todos os integrantes da rede de relações de uma empresa. Através destes vínculos, as pessoas podem aproximar visões de mundo e modelos mentais capazes de transformar realidades quando colocados em prática. 

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