sábado, 6 de abril de 2013

O Branding e a Sustentabilidade.

A percepção de valor de uma marca vai muito além de sua estética. Como tudo comunica, desde o letreiro bem iluminado e colorido ao sorriso da recepcionista; a entrega do produto na hora certa com a devida qualidade; o discurso do CEO e os resultados financeiros bem como as práticas que preservam o ambiente e cuidam das relações humanas neste movimento permanente "dentro e fora" da organização, a marca é na verdade uma cultura de marca. Essa cultura tem base numa gestão sustentável que considera os temas materiais em cada uma das dimensões: social, ambiental e econômica (além de dimensões culturais, emocionais e até...espirituais!). Ou seja, o branding e a sustentabilidade, muito além dos rótulos, caminham naturalmente integrados pois fazem parte da empresa não como uma máquina, mas como um ser-vivo

Esse entendimento traz uma complexidade nova para aquele sujeito antigo chamado "público-alvo". Um cliente por exemplo, não é apenas um cliente dentro de uma loja. Ele pode ser  um juiz, um jornalista, um empresário, o próprio empregado! Portanto, a percepção de valor gerada nessa relação traz consigo detalhes e cuidados que estão conectados aos temas da sustentabilidade inserindo um dinamismo maior naquela aparentemente simples transação comercial entre cliente x produto ou cliente x serviço.

A sustentabilidade e o branding podem ser percebidos como a integração entre os movimentos estéticos de uma organização e a sua ética, na busca por inovação e diferenciação. Bom para pensar, não é?

Um comentário:

Anônimo disse...

Estava falando justamente sobre isso hoje com uma amigo, dono de uma empresa de limpeza. Tudo é comunicável e transmite uma mensagem. Seja a decoração na empresa, os uniformes, as campanhas publicitárias, as redes sociais, os funcionários, sustentabilidade, o atendimento....tudo. Isso tudo faz parte do processo de persuasão ao consumidor, porém um produto ruim compromete todo esse processo.

Um abraço

Adonai Santos