domingo, 28 de julho de 2013

Educação que transforma.

Estácio está divulgando campanha institucional que valoriza histórias reais de alunos e mestres. A instituição trabalhou com a equipe de  criativos da Artplan para veicular quatro mensagens em jornais do Rio de Janeiro, de São Paulo e Brasília e ainda revistas como Época e Veja entre outras. 

As histórias tratam de professores com mais de trinta anos de casa, de alunas que voltaram a estudar depois de muito tempo longe das salas de aula e de pessoas que transformaram suas vidas como resultado no investimento em educação.

Histórias como a do Professor Carlos Roma e da Giania Maria. Veja os anúncios abaixo.




A alma de um bom negócio.

A Imagens Bahia é uma marca que existe desde 1956 e produz estátuas de gesso de diferentes santos, orixás e divindades numa variedade que agrada a uma infinidade de devotos e esotéricos de todas as tendências. Nessa empresa, com todo respeito aos seus consumidores, a religiosidade casa com a indústria para que a fé e a devoção se realizem de forma concreta em detalhes de colorida beleza. 

Entre os mais de dois mil objetos fabricados e distribuídos pelo Brasil e pelo mundo, a Imagens Bahia enfrenta a concorrência dos produtos similares confeccionados na China. No final do ano, a máquina da guerra comercial chinesa oferece milhares de imagens natalinas, que chegam com custo extremamente reduzido.



Nada contra. É a lei do mercado operando no mundo dos homens. Sem dogmas, pecados ou bênçãos divinas. Se o Reino dos Céus tem que fazer-se realidade na Terra é o mercado que vai viabilizar o sonho dos fiéis e o lucro dos empreendedores. Seja pela iniciativa dos empresários brasileiros, seja pela bíblia dos comunistas chineses que prega liberdade na economia com onipresente repressão política.


O negócio da Imagens Bahia já está na quarta geração e consome toneladas de gesso. Depois da produção fabril, cada unidade tem um acabamento artesanal e artístico detalhado e atencioso. A alma deste negócio é laica, mas trabalhar com a simbologia do sagrado exige atenção redobrada para que ninguém se sinta ofendido. Neste ou no outro mundo. 

Veja mais em Mundo S.A. da Globonews, na matéria Hóstias e Santos.





sexta-feira, 26 de julho de 2013

Travolta agora toma Ypióca?

O ator de Os Embalos de Sábado à Noite', ‘Grease' e ‘Pulp Fiction', John Travolta brasilizou. Ao menos no segmento das aguardentes de canaEle se tornou o garoto propaganda da Ypióca, marca cearense de cachaça, adquirida em 2012 pela gigante global de bebidas Diageo - dona da Johnnie Walker e da Smirnoff, entre outras.

Em campanha cujo conceito apela para o convite de "Vamos brasilizar?" a marca Ypióca trouxe o ator americano para divulgar a bebida  tentando revelar um jeito de ser (e de beber) de um Brasil publicitariamente estereotipado. 


Seria ele mesmo a cara dessa marca? Talvez, mas certamente é o público quem vai perceber essa afinidade e decidir sobre isso.

A campanha foi feita pela agência DM9 e além de filmes para a TV, traz ainda movimentos integrados no Youtube e em canais outdoor, contando  com outras agências especializadas para tentar fazer o conceito brasilizar emplacar de fato. A VML responsável pela parte digital, Luciana Branco Comunica nas relações públicas e o planejamento pensado pela  Box 1824.




Administrar uma empresa é administrar pessoas.

Publico abaixo um trecho da entrevista com o CEO da Mormaii, Marco Aurélio Raymundo, médico e empreendedor, mais conhecido pelo apelido de Morongo e cujos produtos competem hoje com grandes marcas esportivas mundiais como a Billabong e a QuicksilverA matéria completa sobre a Mormaii pode ser lida no site do Jornal Estado de São Paulo. Vale a pena!



Formação. 
“Geralmente os empresários são treinados em universidades que falam muito sobre números e administração. E eu estudei sobre o 'bicho homem'. E como cuidar de uma empresa nada mais é do que administrar esse bicho, eu posso até dizer que me dei melhor”.

Acertos.
“As coisas foram dando certo porque nunca perdi o entusiasmo. É fato também que quando você implanta um sistema mais democrático, menos ‘mim chefe, você escravo’, fica mais fácil”.

Gente.
 “Administrar uma empresa nada mais é do que administrar pessoas. Só. Então, se você colocar as pessoas certas nos lugares certos, você também atrai as pessoas que estão alinhadas com a empresa”.

sábado, 20 de julho de 2013

Marcas e a sociedade em rede. Rede de diálogo e rede de violência.

As últimas manifestações no Rio de Janeiro terminaram mais uma vez em quebra-quebra. Independentemente das pautas e dos protestos e em meio a um cenário de vandalismo assustador, a loja da Toulon no Leblon teve a vitrine destruída, a loja saqueada e manequins e móveis queimados por gente violenta que acredita na violência como arma política. 


A loja evidentemente deixou uma mensagem no tapume e eu deixo registrado aqui a imagem retirada do Facebook da marca. Agora, as marcas e as ruas se encontram além dos planos de marketing e ampliam a percepção de que estamos em rede, vivendo numa sociedade cada vez mais complexa. Mesmo assim, os métodos dos violentos nunca se justificam pois caminham opostos ao diálogo - a ponte para o encontro nesse nova sociedade em rede


Diferentemente da sociedade industrial que funcionava aparentemente de forma linear e com previsibilidade, assim como uma grande máquina, na sociedade em rede a complexidade inerente aos relacionamentos humanos demanda um novo olhar. Muito mais amplo e participativo, temas que antes nunca seriam considerados, agora precisam ser pontuados no mapa de riscos e também considerados como oportunidades. 

O dinamismo dessa rede e deste cenário inédito coloca empresas e marcas obrigatoriamente mais próximas de públicos pouco considerados anteriormente nos planos de trabalho, de novos produtos e serviços. A responsabilidade enquanto habilidade de resposta frente aos momentos de crise ganha destaque e cada vez mais valor estratégico.

A lógica dos negócios mudou por completo e quem ficar teimando em trabalhar com velhas fórmulas vai ficar perdido no meio dessa espiral interdependente.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Sustentabilidade da marca.

 
 
 
 
 Não é novidade falarmos em “sustainable branding” ou sustentabilidade da marca. Um compromisso verdadeiro com a responsabilidade ambiental, social, econômica e na governança corporativa capaz de gerar valor compartilhado e de longo prazo. Através não só da comunicação em torno do nome, da marca e seus projetos, suas ofertas e preços promocionais de forma usual, mas de processos administrativos, modelos de aprendizagem, crenças e exemplos. No comportamento de cada pessoa envolvida e trabalhando dentro da empresa.
 
  Uma gestão baseada numa cultura que pensa, dialoga, planeja e age de forma sustentável seguindo uma conduta ética, estética e técnica entregando as promessas da sua marca em cada vínculo de sua rede de relações. Simples e complexo. Óbvio e extremamente valioso.
 
 Se o branding se alimenta de uma cultura e uma gestão baseada na busca da sustentabilidade a marca vai ganhar prestígio, valor e confiança. Reconhecidos pelo mercado, assim como pela opinião pública. Os bons exemplos estão nos jornais nos setores de educação superior, de mineração, química verde, cosmética e beleza, máquinas e equipamentos eletrônicos e também de serviços. 
 
  E eu nem precisei escrever aqui o nome dessas marcas, pois você mesmo (a) leitor (a) já se lembrou de cada uma delas, não é mesmo?

sábado, 6 de julho de 2013

Mudanças organizacionais. Quem quer mudar?



Otto Scharmer, Peter Senge, Joseph Jaworski e Betty Sue Flowers são pensadores da mudança. Sim, também são "gurus" da administração, mas esses rótulos me incomodam. Estes autores buscaram explicar como acontecem as mudanças coletivas de forma profunda. Em tempos de passeatas no Brasil e no mundo, com manifestantes pedindo mudanças com uma variedade de cores e bandeiras - fator natural da complexidade em que vivemos, os três tentam articular  uma nova possibilidade de perceber nossos papéis. 


O livro Presença - Propósito Humano e o Campo do Futuro, da Editora Cultrix, traz para os leitores os chamados "campos vivos" que nos entrelaçam em conexões e nódulos de experiências e contatos e que fazem florescer potencialidades antes adormecidas. Ou "aquilo que deseja emergir". O aprender a mudar em benefício de todos (um grande desafio pois o que pode ser um benefício para uns pode ser percebido como malefício por outros) é analisado a partir de capacidades necessárias para vermos, sentirmos e realizarmos potencialidades desconhecidas em nós mesmos, nas nossas organizações e assim na sociedade.

A frase acima, foi retirada de um trecho da Teoria em U, de Otto Scharmer e cada vez mais que mergulho nessas questões que envolvem a comunicação organizacional vejo o quanto de psicologia humana precisamos conhecer e perceber para construirmos relações abertas que facilitem os diálogos.