sábado, 20 de julho de 2013

Marcas e a sociedade em rede. Rede de diálogo e rede de violência.

As últimas manifestações no Rio de Janeiro terminaram mais uma vez em quebra-quebra. Independentemente das pautas e dos protestos e em meio a um cenário de vandalismo assustador, a loja da Toulon no Leblon teve a vitrine destruída, a loja saqueada e manequins e móveis queimados por gente violenta que acredita na violência como arma política. 


A loja evidentemente deixou uma mensagem no tapume e eu deixo registrado aqui a imagem retirada do Facebook da marca. Agora, as marcas e as ruas se encontram além dos planos de marketing e ampliam a percepção de que estamos em rede, vivendo numa sociedade cada vez mais complexa. Mesmo assim, os métodos dos violentos nunca se justificam pois caminham opostos ao diálogo - a ponte para o encontro nesse nova sociedade em rede


Diferentemente da sociedade industrial que funcionava aparentemente de forma linear e com previsibilidade, assim como uma grande máquina, na sociedade em rede a complexidade inerente aos relacionamentos humanos demanda um novo olhar. Muito mais amplo e participativo, temas que antes nunca seriam considerados, agora precisam ser pontuados no mapa de riscos e também considerados como oportunidades. 

O dinamismo dessa rede e deste cenário inédito coloca empresas e marcas obrigatoriamente mais próximas de públicos pouco considerados anteriormente nos planos de trabalho, de novos produtos e serviços. A responsabilidade enquanto habilidade de resposta frente aos momentos de crise ganha destaque e cada vez mais valor estratégico.

A lógica dos negócios mudou por completo e quem ficar teimando em trabalhar com velhas fórmulas vai ficar perdido no meio dessa espiral interdependente.

3 comentários:

Anônimo disse...

Parabéns pelo Blog.

Repul consultoria empresarial

Anônimo disse...

ARTIGO DO PROFESSOR WANDERLEY GUILHERME DOS SANTOS DA UFRJ - ANOMIA NIILISTA - PERGUNTA DESDE QUANDO MOVIMENTOS MASCARADOS PELA DEMOCRACIA DIFUNDEM O MEDO E INTIMIDAM FISICAMENTE, SAQUEANDO LOJAS E QUERENDO DESTRUIR A DEMOCRACIA E NEM SABEREM O QUE COLOOCAR NO LUGAR.

Anônimo disse...

Professor Gaulia, estes grupos sao de neonazistas? Ou pseudo revolucionarios de esquerda?