sábado, 6 de julho de 2013

Mudanças organizacionais. Quem quer mudar?



Otto Scharmer, Peter Senge, Joseph Jaworski e Betty Sue Flowers são pensadores da mudança. Sim, também são "gurus" da administração, mas esses rótulos me incomodam. Estes autores buscaram explicar como acontecem as mudanças coletivas de forma profunda. Em tempos de passeatas no Brasil e no mundo, com manifestantes pedindo mudanças com uma variedade de cores e bandeiras - fator natural da complexidade em que vivemos, os três tentam articular  uma nova possibilidade de perceber nossos papéis. 


O livro Presença - Propósito Humano e o Campo do Futuro, da Editora Cultrix, traz para os leitores os chamados "campos vivos" que nos entrelaçam em conexões e nódulos de experiências e contatos e que fazem florescer potencialidades antes adormecidas. Ou "aquilo que deseja emergir". O aprender a mudar em benefício de todos (um grande desafio pois o que pode ser um benefício para uns pode ser percebido como malefício por outros) é analisado a partir de capacidades necessárias para vermos, sentirmos e realizarmos potencialidades desconhecidas em nós mesmos, nas nossas organizações e assim na sociedade.

A frase acima, foi retirada de um trecho da Teoria em U, de Otto Scharmer e cada vez mais que mergulho nessas questões que envolvem a comunicação organizacional vejo o quanto de psicologia humana precisamos conhecer e perceber para construirmos relações abertas que facilitem os diálogos.

Um comentário:

Anônimo disse...

Mudar incomoda. Mudar requer vontade, propósito, necessidade ou mesmo ordem (nesse caso deve demorar mais pois tudo que é comando e controle dificulta um relacionamento). Geralmente as pessoas só mudam quando obrigadas pelo destino inevitável...