domingo, 25 de agosto de 2013

Empreendedorismo.

A Rock Candy é uma nova marca de balas, na verdade, uma doceria que quer resgatar técnicas mais artesanais de fabricação de balas e doces. A loja da Rock Candy é a própria linha de produção e o cliente ao mesmo tempo que compra e consome as balinhas acompanha os especialistas "candy makers" no trabalho de misturar cores e sabores. A loja tem um visual estilo anos 70 e também utiliza uma kombi para simbolizar o espírito da marca.



O empreendimento foi apresentado hoje na Mundo S.A. da Globonews. Veja aqui a matéria completa.  

sábado, 17 de agosto de 2013

A comunicação da sustentabilidade passa pela visão sistêmica.

Sustentabilidade pode ser apenas uma palavra que traz uma ideia abstrata, um sonho. Muitos ainda a confundem com uma utopia, distante da realidade, do dia a dia. Daquele lado prático de nossas vidas e dos processos industriais, de mercado e dos resultados dentro das organizações.

Algumas empresas, por maior necessidade e cobrança da sociedade, dos clientes ou dos investidores, assumiram o desafio de rever seus processos e modelos de trabalho a partir da ótica da sustentabilidade. E quem sabe, liderar a definição de novas tendências.



Para isso acontecer, começaram a ir muito além do organograma tradicional de suas estruturas e das ações táticas de cada diretoria. Passaram a prestar atenção a um todo muito maior: a cadeia de valor envolvida na produção de bens, distribuição, serviços e entregas percebendo as diferentes conexões entre os diferentes stakeholders e assim, juntando o que estava aparentemente separado (ou o que nunca esteve separado de fato).

Um exemplo desse olhar mais amplo e desta visão sistêmica que a sustentabilidade obrigatoriamente traz para dentro das empresas é apresentado pela REXAM, fabricante mundial de embalagens. Pela característica de seu negócio de embalagens a empresa precisa necessariamente aprimorar seu modelo de gestão, de produção e de desenvolvimento de soluções e não só diminuir riscos, mas inovar de forma permanente. 



Por isso, a sustentabilidade entrou definitivamente na sua estratégia e nos seus discursos, sendo trabalhada a partir de três pilares: produtos, pessoas e operações globais. E para entender a rede de relações, impactos e influências que uma marca pode ter de forma abrangente, mesmo sendo tipicamente B2B, a REXAM explica em seu site de forma simples e fácil como pretende garantir sua trajetória rumo à uma cultura de sustentabilidade e garantir a perenidade de seu negócio.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Fórum Docente.

Um Fórum Docente com mais de 700 professores de todo o Brasil reunidos para conhecer boas práticas em projetos de extensão, pesquisa e ensino. Um evento grandioso que a Estácio promoveu para integrar gestão e academia. Dois dias de palestras, apresentações, leitura, troca de conhecimentos e inovação.


Na foto, um flagrante após a palestra do Mestre Claudio de Moura Castro graduado em Economia pela UFMG, com Mestrado pela Universidade de Yale, doutoramento na Universidade de Vanderbilt, em Economia e autor de vários livros cujas provocações inteligentes estimulam a reflexão. Além dele, na mesma foto, a Professora e Dra. Solange Moura, num papo realmente cabeça. Que dia valioso!

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Mundo animado. Um negócio criativo.

O ANIMA MUNDI tem mais de 20 anos e neste tempo ele foi muito mais do que apenas um festival de cinema de animação. Foi uma escola pois soube fazer oficinas e ensinar criativos, de todas as idades, a pensar e transformar sonhos em projetos concretos. Com personagens, roteiros, técnicas e talento nacional.



Este ano, o Monumento Estácio de Sá, cuja curadoria é da Universidade Estácio trouxe para sua sala de exposições os bastidores da produção do filme Minhocas, o primeiro longa metragem nacional em stop motion. Pude conferir a mostra e fiquei encantando com a técnica, a inovação e o talento dos nossos profissionais de animação e cinema. Vale a pena conferir, pois a exposição e o próprio monumento com seus detalhes de brasões  pedras e a arquitetura de Lúcio Costa são belíssimos. 

sábado, 3 de agosto de 2013

Sua marca sabe conversar?

Para prevenir uma crise é preciso ampliar a conversa empresarial e da marca. Muitas vezes a crise está sendo gerada no marketing e ninguém  quer enxergar pois os resultados financeiros continuam acontecendo (claro, que em conjunto com outras áreas e devido a fatores conjunturais mais amplos). Entendo que ir além da caixinha do cliente e das diretrizes do marketing tradicional é uma meta cada vez mais vital para as empresas e suas marcas. 

O marketing que aprendemos nas escolas de negócio continua considerando apenas a conquista de mercado, o público-alvo, a disputa com os concorrentes, a guerra de preços e o domínio do setor no qual atua. Ou seja, utiliza apenas palavras cuja conotação se remete ao modelo militar de guerra comercial. Um jeito de fazer as coisas acontecerem de forma fragmentada - mais ou menos como num grande campo de batalha no qual eles, os outros, os inimigos lutam contra nós. Um modelo que muitas vezes traz o campo de batalha para dentro da organização.

Este modelo funcionou até hoje com pesados custos ambientais e sociais pois não  percebe a sociedade na qual a empresa e a sua marca estão inseridas como elementos integrados. Considera apenas uma parte do todo, renegando outros atores (stakeholders) que influenciam o andamento do negócio. O resultado é um risco elevado para a reputação da marca, pois o marketing pode falar o que não deve e prometer o que a marca não vai cumprir, ou vai cumprir causando estragos ao longo da cadeia de valor pois a cultura que dá vida para a marca e para a empresa, ela mesma não acredita no processo em curso, nem está engajada para fazer as coisas funcionarem de forma verdadeiramente sustentável. 

Na maioria das vezes, as pessoas que fazem a cultura da empresa acontecer são meros cumpridores de tarefas, peões do jogo de poder corporativo que acabam por se relacionar de forma hierárquica e burocrática robotizando o lado humano de cada pessoa que existe por trás do crachá e do número da matrícula ou do e-mail corporativo.


sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Marcas sustentáveis.


Uma marca que se pretenda sustentável de fato tem produtos, relacionamentos e modelos cuja proposta esteja alinhada com esse compromisso. Temos bons exemplos acontecendo aqui mesmo no Brasil. Marcas cujo compromisso ético com a responsabilidade ambiental, social, econômica e na governança corporativa é capaz de gerar valor compartilhado no presente e no futuro. Através não só da comunicação em torno do nome, da marca e seus projetos, suas ofertas e preços promocionais de forma usual, mas de processos administrativos, modelos de aprendizagem, crenças e bons exemplos. 
Projetos que desde a ideia original já se norteiam pelo modelo amplo, holístico  e sistêmico que a sustentabilidade demanda. Porque para sermos sustentáveis de fato precisamos integrar, conectar diferentes atores e assim, quanto menos fragmentados estivermos, mais sustentáveis seremos pois a teia da vida é interdependente.Nela tudo importa, tudo pesa, tudo equilibra.

Assim, a sustentabilidade de uma marca se inicia por uma conduta orientada num pensar, dialogar, planejar e agir de forma integral reunindo a ética, a estética e a técnica competente a fim de entregar as promessas da marca em cada vínculo da rede de relações, em cada experiência de contato. Simples e complexo. Óbvio e admirável.
Se o branding se alimenta de uma cultura e uma gestão baseadas na busca da sustentabilidade a marca vai conquistar prestígio e gerar maior confiança, ambos reconhecidos pelo mercado, assim como pela opinião pública. Estas marcas estão estampadas nos jornais e nas revistas dos setores de de mineração, da química verde, da cosmética e da indústria da beleza, de máquinas e equipamentos eletrônicos e em tantos outros segmentos.