sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Marcas sustentáveis.


Uma marca que se pretenda sustentável de fato tem produtos, relacionamentos e modelos cuja proposta esteja alinhada com esse compromisso. Temos bons exemplos acontecendo aqui mesmo no Brasil. Marcas cujo compromisso ético com a responsabilidade ambiental, social, econômica e na governança corporativa é capaz de gerar valor compartilhado no presente e no futuro. Através não só da comunicação em torno do nome, da marca e seus projetos, suas ofertas e preços promocionais de forma usual, mas de processos administrativos, modelos de aprendizagem, crenças e bons exemplos. 
Projetos que desde a ideia original já se norteiam pelo modelo amplo, holístico  e sistêmico que a sustentabilidade demanda. Porque para sermos sustentáveis de fato precisamos integrar, conectar diferentes atores e assim, quanto menos fragmentados estivermos, mais sustentáveis seremos pois a teia da vida é interdependente.Nela tudo importa, tudo pesa, tudo equilibra.

Assim, a sustentabilidade de uma marca se inicia por uma conduta orientada num pensar, dialogar, planejar e agir de forma integral reunindo a ética, a estética e a técnica competente a fim de entregar as promessas da marca em cada vínculo da rede de relações, em cada experiência de contato. Simples e complexo. Óbvio e admirável.
Se o branding se alimenta de uma cultura e uma gestão baseadas na busca da sustentabilidade a marca vai conquistar prestígio e gerar maior confiança, ambos reconhecidos pelo mercado, assim como pela opinião pública. Estas marcas estão estampadas nos jornais e nas revistas dos setores de de mineração, da química verde, da cosmética e da indústria da beleza, de máquinas e equipamentos eletrônicos e em tantos outros segmentos.

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