quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Comunicação & Sustentabilidade.



Gravação do programa especial sobre Comunicação & Sustentabilidade para a UTV - Canal Universitário (no Rio, NET 11) com uma entrevista conduzida por alunas de Comunicação Social da Estácio, lá no Campus Tom Jobim na Barra.


terça-feira, 15 de outubro de 2013

Nenhuma empresa ou negócio nesse nosso mundo pode dizer que seja sustentável.


Nenhuma empresa ou negócio nesse nosso mundo pode dizer que seja sustentável. Ela pode estar momentaneamente sustentável, pois soube fazer seu dever de casa e evitar riscos, bem como estabelecer ganhos de eco eficiência. Mas sustentabilidade vai além. Ela demanda uma visão holística e também demanda inovação. Nesse sentido, o erro faz parte do roteiro desta viagem.

Por isso, quando pensamos em comunicação e sustentabilidade devemos considerar não somente as peças e os veículos usados. Devemos ir além dos orçamentos. Devemos pensar comunicação como um movimento educacional e como um canal de diálogo permanente e “multistakeholder”. Considerando cenários de crise e cenários de celebração.

Ou seja, planejar a comunicação para a sustentabilidade é abrir portas e janelas para públicos muitas vezes não percebidos como essenciais para o negócio. Saber ouvir, mais do que emitir comunicados e enviar informações. Assim, nessa troca, aprender. Inovar. Nos produtos, nos processos, serviços e na busca de oportunidades futuras que vão gerar uma singularidade valiosa para a marca. E com ela, o lucro, a admiração, a relevância e a perenidade da empresa.

Marcas vitoriosas estão buscando esse caminho, de uma comunicação como dinâmica fundadora de um mundo sustentável, de fato. A sociedade também. O que é ótimo, pois ninguém vai dar conta dos desafios sociais, econômicos e ambientais isoladamente. Estamos percebendo que essas dimensões não tem fronteiras. E são inseparáveis.

sábado, 12 de outubro de 2013

Sustentabilidade, por um mundo melhor.

Palestra sobre sustentabilidade na Universidade Estácio com Roberta Medina, VP do Rock in Rio, falando sobre as ações sustentáveis deste mega evento mundial - uma marca cujo posicionamento é "Por um Mundo Melhor". 




A organização do encontro foi da Diretora de Parcerias Estratégicas, Claudia Romano e o auditório da universidade estava lotado (também tivemos transmissão on line para todos os campi no Brasil). 

Pude fazer a abertura do evento e conduzir parte das perguntas. Sempre volto ao princípio de que a sustentabilidade deve começar pelo saber e pelo desejar cuidar. Para tanto, precisamos perceber o outro e nos perceber como partes integrantes do ambiente no qual estamos inseridos. Nesse contexto, o chamado tripple bottom line torna-se novamente um "single bottom line" pois as questões ambientais, sociais e econômicas são simplesmente inseparáveis.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Comunicação emocional.

Não é fácil lidar com o emocional. Uma poetisa disse que o "inconsciente  comanda do invisível". De algum lugar do cérebro, de um verdadeiro mundo secreto, lá está ele pronto para trair nosso lado racional e revelar outras facetas de nossa identidade.

As empresas também têm seu lado inconsciente. Ele é como uma entidade que pode gerar energia e entusiasmo ou apagar por completo a chama daquele tal brilho do ar. O cérebro corporativo manda uma coisa, demanda metas e resultados mas em alguns momentos tudo parece que não sai do lugar. 




É o inconsciente da organização comandando dos bastidores: ninguém combinou nada, mas aquela mudança não aconteceu, aquele objetivo inicial ficou pra depois. E as pessoas agiram como se tivessem esquecido. Como uma parte visível de um iceberg, o cérebro pensa que sabe tudo, mas na profundeza emocional, a parte escondida daquele iceberg é muito mais pesada e lenta, difícil de ser movimentada. Ela manda pois ela é muito maior, tem mais influência.

Muitas vezes, nem a comunicação consegue dar conta. Os canais oficiais, as campanhas daquele chamado "endomarketing", a palavra do líder...não bastarão: o inconsciente organizacional é quase uma entidade paralela. Para decifrá-la é preciso mexer no coração das pessoas. E o cérebro precisa entender isso. Chegou a hora de encarar a emoção corporativa de frente, sem medo de encarar o espelho. 

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