quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Comunicação emocional.

Não é fácil lidar com o emocional. Uma poetisa disse que o "inconsciente  comanda do invisível". De algum lugar do cérebro, de um verdadeiro mundo secreto, lá está ele pronto para trair nosso lado racional e revelar outras facetas de nossa identidade.

As empresas também têm seu lado inconsciente. Ele é como uma entidade que pode gerar energia e entusiasmo ou apagar por completo a chama daquele tal brilho do ar. O cérebro corporativo manda uma coisa, demanda metas e resultados mas em alguns momentos tudo parece que não sai do lugar. 




É o inconsciente da organização comandando dos bastidores: ninguém combinou nada, mas aquela mudança não aconteceu, aquele objetivo inicial ficou pra depois. E as pessoas agiram como se tivessem esquecido. Como uma parte visível de um iceberg, o cérebro pensa que sabe tudo, mas na profundeza emocional, a parte escondida daquele iceberg é muito mais pesada e lenta, difícil de ser movimentada. Ela manda pois ela é muito maior, tem mais influência.

Muitas vezes, nem a comunicação consegue dar conta. Os canais oficiais, as campanhas daquele chamado "endomarketing", a palavra do líder...não bastarão: o inconsciente organizacional é quase uma entidade paralela. Para decifrá-la é preciso mexer no coração das pessoas. E o cérebro precisa entender isso. Chegou a hora de encarar a emoção corporativa de frente, sem medo de encarar o espelho. 

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