terça-feira, 15 de outubro de 2013

Nenhuma empresa ou negócio nesse nosso mundo pode dizer que seja sustentável.


Nenhuma empresa ou negócio nesse nosso mundo pode dizer que seja sustentável. Ela pode estar momentaneamente sustentável, pois soube fazer seu dever de casa e evitar riscos, bem como estabelecer ganhos de eco eficiência. Mas sustentabilidade vai além. Ela demanda uma visão holística e também demanda inovação. Nesse sentido, o erro faz parte do roteiro desta viagem.

Por isso, quando pensamos em comunicação e sustentabilidade devemos considerar não somente as peças e os veículos usados. Devemos ir além dos orçamentos. Devemos pensar comunicação como um movimento educacional e como um canal de diálogo permanente e “multistakeholder”. Considerando cenários de crise e cenários de celebração.

Ou seja, planejar a comunicação para a sustentabilidade é abrir portas e janelas para públicos muitas vezes não percebidos como essenciais para o negócio. Saber ouvir, mais do que emitir comunicados e enviar informações. Assim, nessa troca, aprender. Inovar. Nos produtos, nos processos, serviços e na busca de oportunidades futuras que vão gerar uma singularidade valiosa para a marca. E com ela, o lucro, a admiração, a relevância e a perenidade da empresa.

Marcas vitoriosas estão buscando esse caminho, de uma comunicação como dinâmica fundadora de um mundo sustentável, de fato. A sociedade também. O que é ótimo, pois ninguém vai dar conta dos desafios sociais, econômicos e ambientais isoladamente. Estamos percebendo que essas dimensões não tem fronteiras. E são inseparáveis.

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