sábado, 15 de março de 2014

War room para redes sociais.

Redes sociais e conversas on line, all time. Onde estão os limites da www nestes tempos de conexão e sociedade em rede? As empresas que ainda consideram velhas fórmulas, aparentemente controláveis de preservar sua imagem, estão com os dias, ou melhor, as horas contadas num mundo que não dorme mais, diante de uma nova geração de colaboradores virtuais cuja influência e opinião, destrutiva ou positiva sobre marcas, seus produtos e serviços é bastante real. Se as crises de reputação já são imediatas, as respostas e a participação das equipes de comunicação integrada das empresas também devem ser. 


Por isso, marcas como Nestlé  (com a DAT - Digital Acceleration Team) Nike e Gatorade, entre outras, já possuem suas "salas de guerra" estratégicas para monitorar a rede e ter participação permanente nas suas conversas. Monitorar diálogos e analisar suas tendências, sentir o pulso do mercado e entender tendências, ouvir sugestões, comentários e críticas e também seguir os novos formadores de opinião é um trabalho que requer dedicação, atenção, investimento e objetivos claros na prevenção de possíveis crises. 


A tecnologia já nos permite conversas one to one, pessoa a pessoa e não apenas atingir uma massa gigantesca de espectadores ou "clientes". Estamos falando de diálogo, muito além de propaganda. Estamos falando sobre viver em rede e não usar a rede para capturar este ou aquele consumidor novo ou atingir um determinado "público-alvo"- um conceito que para mim também está com as horas contadas.


Um comentário:

Anônimo disse...

Gaulia,
hoje já existem várias ferramentas gratuitas ou com um custo bastante acessível como SCUP, ZuBIT, SEEKEr companha todas as mídias sociais: Facebook, Twitter, Youtube, LinkedIN, Google+, Instagram, Foursquare, Tumblr, Reclame Aqui, Blogs e Sites. Quem não faz nada disso hoje está correndo riscos enormes!