domingo, 6 de abril de 2014

O que faz a sua marca ser singular?

Ainda conversando sobre a comoditização das marcas como escrevi anteriormente, a capacidade de uma organização em fazer perguntas e construir narrativas confiáveis sobre os produtos, serviços e suas características, além de cumprir as promessas feitas são algumas questões importantes para quem quer fazer a diferença num mar de opções, nomes, alternativas e riscos. 



Seja o mercado que for, desde ovos ,minérios, chocolates, leite ou serviços, qualquer um pode se destacar e cobrar um preço diferenciado por isso, além de acumular um good will precioso em relação ao seu nome.

Vivemos numa realidade cada vez mais complexa com situações permanentes de mudança, crises e cobranças da sociedade, dos parceiros, dos órgãos reguladores e de uma legião de ONGs e associações bem como milhares de internautas agrupados em comunidades e atentos para qualquer derrapada no comportamento e no discurso das empresas.




A marca torna-se assim uma referência de valor. Símbolo de toda uma cultura capaz de inspirar, entreter, satisfazer ou afugentar admiradores e clientes. Hoje, cada pessoa dentro da organização é um "Embaixador da Marca" responsável pelo seu valor compartilhado. Não importa o ramo de negócios, o tamanho da empreitada ou o mercado pretendido, a gestão da marca enquanto um ativo dinâmico precisa ser considerada nos mapas de risco e no cálculo dos investimentos. E deve ser reforçada de forma permanente para todos os empregados.



Uma cultura virtuosa é uma cultura de marca que possui uma identidade única, vivenciada e exemplificada através de narrativas contadas por diferentes stakeholders. E os empregados devem ser os primeiros e mais engajados defensores da marca. Ao construir a cultura da organização, são eles mesmos que confirmarão a história e a originalidade da marca para a qual trabalham. 

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