quinta-feira, 19 de junho de 2014

O fígado e a comunicação interna...

As empresas são organismos vivos, redes biológicas feitas por cada pessoa que dá vida à organização na qual trabalha. Olhar a empresa como um sistema vivo permite a percepção de vínculos entre o racional e o emocional, a flexibilidade e a evolução, a capacidade de inovação metabólica e o desejo de crescer, multiplicar. 

Perceber a empresa e a sua marca como um elemento repleto de energia emocional, gera uma proposta de plano de trabalho movido pela motivação das pessoas que ali se encontram, trocam, conversam e produzem. A empresa enquanto biologia dinâmica e não como um agregado de recursos humanos e matérias primas ganha muito mais sentido num tempo no qual o nosso planeta já nos desafia com suas mudanças climáticas e o ambiente não suporta mais ser tratado como lixeira e depósito de resíduos, sobras e desperdícios.

Por isso, falar sobre o fígado, órgão das emoções, e a comunicação interna relativos ao título desse post faz sentido sob o olhar atento do comunicador: o fígado nos faz responder aos estímulos emocionais, às raivas, aos desequilíbrios, os ressentimentos e também alegrias, encantamento e entusiasmo. O fígado é como um termômetro de nosso equilíbrio emocional, segundo a medicina chinesa e outras correntes mais holísticas de saúde. Questões ligadas ao fígado são de falta ou excesso de energia circulante, imaginem!  



Ou seja, esse órgão é ligado a tudo o que nos motiva no dia a dia do trabalho, bem como na possibilidade de expressar sentimentos, de rir, chorar. E aqui entram a comunicação interna e a abertura para o feedback permanente, o diálogo entre funcionários, empregados, lideranças. Chefes, times coligados e subordinados terceirizados, além de familiares, sindicatos e outros stakeholders fundamentais. O falar e o ouvir de uma organização pode canalizar emoções e assim influenciar a saúde no ambiente de trabalho. Bons sistemas de comunicação interna podem harmonizar relações, integrar e equilibrar o emocional no local de trabalho.

O problema é que quando se enxerga a empresa como uma engrenagem, uma máquina, não vamos ter tempo e nem espaço para o fígado e também para o coração (será que é por isso que muito executivo morre infartado?). Muito menos para o espírito! Mas esse já é outro patamar de consciência organizacional.


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Herói morto. Marca viva.

Um nome, um mito. Herói nacional. Exemplo de atleta, de profissional dedicado e campeão mundial inesquecível. Me impressiona como uma marca pode manter viva a imagem e a saga de um personagem histórico como Ayrton Senna, piloto genial. Claro, que dentro ou fora das pistas, Senna foi uma referência para nós brasileiros e também para milhares de fãs pelo mundo. Muito disso se faz com um enorme acervo de imagens, filmes e fotos e a permanente lembrança de datas e cenas, fatos e testemunhos. O uniforme, o capacete e até a marca do Banco Nacional. Mas muito disso também é fruto do trabalho do Instituto Ayrton Senna e sua dedicação em prol da educação no Brasil. Mesmo assim, é cada vez maior manter o apelo de atratividade dessa marca com o passar de uma geração inteira que simplesmente não viu, ao vivo, uma corrida do nosso piloto maior e hoje talvez pouco acompanhe o famoso "circo" da  Fórmula 1. Certamente um excelente case para estudo.


terça-feira, 3 de junho de 2014

Sustentabilidade na cadeia de alumínio.

Um debate sobre sustentabilidade reuniu convidados no último dia 31, em Belém (PA). A programação do “Literatura & Sustentabilidade” contou com o apoio da Hydro, que controla a Alunorte ( o nome mudou ) e fez parte da programação da tradicional Feira Amazônica do Livro.


O encontro foi aberto por Tasso Azevedo e Matthew Shirts. O primeiro, engenheiro florestal, consultor e empreendedor social em sustentabilidade, floresta e clima. O segundo redator-chefe da revista National Geographic Brasil.

André Trigueiro,  editor-chefe do programa Cidades e Soluções, da Globo News, foi outro destaque no evento. “Estamos vivendo em um mundo que, em breve, punirá quem produzir qualquer coisa emitindo muito CO2”, afirmou o jornalista, que abordou também a importância da produção de energia solar e o conceito de cidade resiliente, entre outros temas.

O evento foi encerrado com a participação da jornalista Míriam Leitão, colunista do jornal O Globo e comentarista de economia do jornal Bom Dia Brasil, que falou sobre as questões climáticas que permeiam pautas jornalísticas. “O mais importante no jornalismo econômico é valor e preço. O jornalista econômico tem que saber responder sobre isso. Mas, quando entrou a questão ambiental e climática na minha vida, eu compreendi a profundidade disso e, para mim, valor e preço passaram a ser vistos de outra maneira”, explicou. 

"Alumínio Infinito" - A Hydro, que recentemente anunciou a meta de ser carbono neutro até 2020, foi uma das patrocinadoras do “Literatura & Sustentabilidade”. A marca norueguesa aproveitou para levar ao público a mensagem do projeto Alumínio Infinito, sobre reciclagem de alumínio e sobre a empresa, além da latinha do projeto contendo suco de manga.

FONTE: http://www.hydro.com/pt/A-Hydro-no-Brasil/Sustentabilidade/