quarta-feira, 30 de julho de 2014

Conceito e identidade: novo filme da Johnnie Walker Blue Label.

Fazer bons filmes publicitários para produtos posicionados como marcas premium não é moleza. Uma boa história embalada com detalhes de cores, de luxo e a elegância de grandes atores é um bom começo. Junte-se a isso um cenário de sonhos e um barco navegando mares, no balanço de uma boa conversa sem hora para acabar e pronto: uma nova campanha traduzindo com perfeição a identidade da marca Johnnie Walker Blue Label.




O Johnnie Walker Blue Label é um whisky que revolucionou a categoria sendo considerado um blend complexo e poderoso. Um produto com este paladar, certamente é para poucos apreciadores. Não é para beberrões desenfreados. É um ritual. Por isso, o novo filme da Johnnie Walker com Jude Law e Giancarlo Giannini que fazem uma "aposta de cavalheiros", na verdade grandes velhos amigos. 

E cavalheirismo e elegância combinam com os mais raros maltes e grãos envelhecidos à perfeição em barris de carvalho. Combinam com o Blue Label da Johnnie Walker e assim temos um filme primoroso, conceitual e que eu diria, sensacional!



Na preparação para ganhar a sua aposta, Jude Law conta com um cenário nobre e tradicional de Londres como pano de fundo: a barbearia mais antiga, a sapataria mais chique, o teatro histórico e o alfaiate mais conceituado da cidade acoplam mais valor à narrativa. Pela primeira vez o Brasil participa simultaneamente do lançamento global da marca, nossos consumidores já nos colocam como terceiros no ranking de consumo da marca Johnnie Walker, principalmente da versão Red e Black Label.







sábado, 26 de julho de 2014

Marcas no esporte. Atletas como embaixadores de marcas?

O esporte sempre atraiu multidões. Vejam o futebol, o mais popular dos jogos no nossos planeta. Trabalho feito com eficiência e estratégia global pela Fifa. Grandes marcas entram nesse movimento para tentar alavancar negócios, vendas, reputação, recall, prestígio. Como a NISSAN, por exemplo, que chegou para brigar forte pelo mercado brasileiro e criou o Time Nissan, com Clodoaldo Silva como mentor do grupo.


Claro que alguns incentivos fiscais fazem a diferença, mas com a chegada de 2016, as empresas públicas ou privadas estão correndo para capitalizar bons resultados de marketing apoiando atletas brasileiros. Isso é bom para uma geração inteira de talentos que ganha um maior poder de competição contra outros esportistas do mundo todo que estarão aqui no Brasil, no Rio de Janeiro. 


A questão é o que acontecerá com essa turma depois dos jogos? É por isso que a Estácio, universidade carioca, presente em todo o Brasil com mais de 80 campi entra de forma diferente: com uma proposta de educação. Os atletas patrocinados pela marca brasileira de educação superior ganham bolsas de estudo para que, depois que o vigor físico se for, com ou sem medalhas no currículo, eles possam ter uma profissão e uma carreira para toda a vida. Um time com Diego e Daniele Hypolito, Adriano de Souza, Emmanuel, Bruno Soares, Felipe Frias e também atletas do futsal e do handebal entre outros. Isso é responsabilidade social da Universidade Oficial do Esporte.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Educação no Esporte?


"O importante não é vencer, mas competir. E com dignidade."
Charles Freddye Pierre, Barão de Coubertin.
   Sabemos lidar muito bem com as coisas, as máquinas, os processos concretos. Contudo, não é tão fácil tratarmos daquilo que é subjetivo e se refere ao mundo das emoções, intuições e das relações humanas. Em diversas disciplinas e matérias de estudo aprendemos as técnicas e o racionalismo que traça planos e métricas apontando diretrizes e padrões que funcionam muitas vezes nas pranchetas, mas que na vida real, de sangue, suor e lágrimas emperra. Muitas vezes, quando isso acontece vemos profissionais de grande calibre técnico e trabalhadores competentes se desequilibrarem e perder o rumo.
   É por isso que o esporte é parte da educação. As competições entre times e seleções de diferentes colégios, clubes e países ensinam muito. É pelo esporte que a vida de um aluno pode ficar mais sadia a partir do momento em que as derrotas, as vitórias e também os empates, o trabalho em conjunto, a preparação e a busca por resultados e pelo mérito merecido por uma conquista, ganham total conexão com o saber lidar com a subjetividade do mundo. Desde cedo, um esporte como o vôlei, o basquete, o futebol e o remo, entre outros, ensina a importância do espírito de coletividade, do esforço em equipe, colaborativo e a interdependência entre cada membro da mesma seleção. Cedo também, quando o esporte é individual como o tênis, a esgrima, o atletismo, a natação, aprendemos a conhecer e superar nossos próprios limites físicos que necessariamente estão ligados aos mentais e emocionais. Em qualquer modalidade, o esporte está ligado à formação do caráter da pessoa. Desse somatório, surgirão cidadãos melhores.
   O esporte como plataforma educacional é assim extremamente valioso para fazer a juventude entender que a vida adulta é cheia de altos e baixos, tem momentos de glória e de tristeza e nesse cair e levantar ela nos ensina a caminhar com mais confiança, mais maturidade e respeito aos outros. Entender a perda em qualquer competição esportiva é tão importante quanto saber ganhar. O perdedor de hoje pode ser o novo campeão de amanhã quando, ao analisar suas falhas, percebe como o outro time ou o atleta vencedor planejou sua trajetória, aproveitando com mais seriedade e dedicação seus treinamentos, tendo maior foco no resultado desejado. O campeão de hoje sabe que precisa se superar e ir além da sua conquista momentânea para manter-se no pódio e que, muitas vezes, apesar de toda a sua preparação, o inusitado pode acontecer e mudar os rumos dos acontecimentos. O esporte complementa a educação formal quando oferece um aprendizado valioso sobre nossos limites físicos, mentais e emocionais ensinando o jovem atleta sobre espírito coletivo, a colaboração, a superação, a autodisciplina e também a técnica, o conhecimento e respeito às regras de cada modalidade e a saúde.
   Após a Copa do Mundo da FIFA - com suas partidas emocionantes, vitórias e derrotas - e pensando nos Jogos Olímpicos de 2016 e no apoio a uma geração inteira de atletas, trabalhar o esporte e seu valor educacional para nossos jovens é uma prioridade para o Brasil. Escolas fundamentais, de Ensino Médio e instituições de educação superior, públicas ou privadas, precisam estar atentas e conscientes de seu papel nessa integração, além das salas de aula. O investimento certamente será precioso e vai gerar um verdadeiro legado positivo para a vida de nossa juventude.
   Sabemos que a educação tem o poder de transformar vidas e mudar realidades. Lembrando Pierre de Coubertin, considerado o Pai da Olimpíada Moderna, o esporte é capaz de forjar cidadãos melhores, pois “não estamos neste mundo para viver nossa vida, e sim a dos outros. As maiores alegrias, desse modo, não são as que nós mesmos aproveitamos, e sim, as que oferecemos ao próximo.” Este é o espírito para construirmos uma sociedade melhor.

domingo, 20 de julho de 2014

Se fosse uma redação, seria a mais completa do mundo - Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo.


Mais de 100 painéis, palestras e cursos práticos em sessões paralelas com jornalistas de renome como André Trigueiro; Ascânio Seleme; Clóvis Rossi, Gil Castelo Branco, Roberto D'Avila, Sergio Besserman, Sonia Bridi entre outros grandes nomes mundiais. Promovido pela ABRAJI, esse congresso vale a pena acompanhar!

Por falar em jornalismo investigativo, não há como não repudiar a violência sofrida pelo jornalista Eduardo Faustini e o cinegrafista Luiz Cláudio Azevedo, da TV Globo, que sofreram uma emboscada em Anapurus, no Maranhão, quando trabalhavam numa reportagem sobre um possível desvio de dinheiro público em algumas prefeituras maranhenses. 

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Orkut? Em breve um esquecido...

Ontem recebi um e-mail do Orkut e da Google. Me informavam  que o antecessor do Facebook deixaria de existir. Eu nem lembro mais o que postei por lá, mas essas memórias vão sumir e ficar acessíveis apenas para os servidores "nas nuvens" do Google. No mundo digital, grandes marcas de ontem também desaparecem, igualzinho como no mundo real. Quem não sabe cativar seus clientes, seus públicos interlocutores nesses tempos complexos, vira história. Como tenho publicado textos sobre crise, esta - que já vinha há tempos se alastrando para este site de relacionamentos - é terminal. O Orkut (que leva o nome de seu criador) está com os dias contados.


sábado, 5 de julho de 2014

Recall 2: urgente!

Foi só eu publicar, ontem, por aqui a matéria sobre o recall da Graco e hoje, logo cedo eu já me deparo com um novo recall. Desta vez foi a Ford, aqui do Brasil, envolvendo mais de 170 mil automóveis da série Fiesta Rocam (versão anterior ao conhecido New Fiesta).


Em termos numéricos esta ação só perde para a da GM que em maio passado convocou proprietários por causa de possíveis riscos de incêndio detectados nos filtros de combustíveis de alguns de seus modelos. 



sexta-feira, 4 de julho de 2014

Recall: medida preventiva contra crises?

A marca Graco, da empresa americana Newell Rubbermaid, que fabrica carrinhos de bebês, cadeiras de  segurança para crianças ganhou nesta semana um recorde em termos de recall de um produto. Como a Graco já havia feito um recall anterior de peças com suspeita de possíveis falhas na segurança para 3 milhões de cadeirinhas de bebês conforto, desta vez a marca utiliza novamente a proposta do recall e atinge mais 2 milhões de cadeirinhas por causa de um risco com um fivela que pode não abrir em tempo hábil em caso de acidente. 



O risco foi percebido pela National Highway Trafiic Safety que, mesmo sem ter registrado um único acidente, teve sua dúvida verificada pela Graco que decidiu preventivamente realizar esse novo recall que somado ao anterior ganha números de recorde mundial.


Exemplos como este nem sempre são frequentes, apesar de grande marcas já adotarem essa medida preventiva, que considero um verdadeiro air bag contra grandes crises de imagem e reputação. 

Mesmo porque o próprio recall já seria uma crise, com certeza, uma vez que envolveria gastos financeiros e toda uma operação emergencial por conta da empresa e que certamente impacta em seus resultados. Confira acima, no gráfico o sobe e desce do valor das ações durante a famosas crise da Toyota sobre uma suposta falha de aceleração de um de seus modelos.A prevenção evita que a crise se alastre e derrube a admiração pela marca por conta de clientes, usuários, simpatizantes mas de qualquer modo afeta a rede de interlocutores. Os acionistas,  por exemplo e as equipes de projeto, design de produto, qualidade etc. Certamente, a cada recall, cabeças podem rolar pois o que fica de bom para o mundo do lado de fora da indústria, fica uma tremenda saia justa do lado de dentro.



Se a Graco é a dona de um recorde em termos de números, outros exemplos, entretanto, têm sido variados em termos de recall, com diferentes marcas. Os fabricantes de automóveis utilizam essa medida preventiva (muitas vezes depois de acidentes nas estradas) assim como outros setores.Veja clicando aqui as explicações da Graco.