sábado, 26 de julho de 2014

Marcas no esporte. Atletas como embaixadores de marcas?

O esporte sempre atraiu multidões. Vejam o futebol, o mais popular dos jogos no nossos planeta. Trabalho feito com eficiência e estratégia global pela Fifa. Grandes marcas entram nesse movimento para tentar alavancar negócios, vendas, reputação, recall, prestígio. Como a NISSAN, por exemplo, que chegou para brigar forte pelo mercado brasileiro e criou o Time Nissan, com Clodoaldo Silva como mentor do grupo.


Claro que alguns incentivos fiscais fazem a diferença, mas com a chegada de 2016, as empresas públicas ou privadas estão correndo para capitalizar bons resultados de marketing apoiando atletas brasileiros. Isso é bom para uma geração inteira de talentos que ganha um maior poder de competição contra outros esportistas do mundo todo que estarão aqui no Brasil, no Rio de Janeiro. 


A questão é o que acontecerá com essa turma depois dos jogos? É por isso que a Estácio, universidade carioca, presente em todo o Brasil com mais de 80 campi entra de forma diferente: com uma proposta de educação. Os atletas patrocinados pela marca brasileira de educação superior ganham bolsas de estudo para que, depois que o vigor físico se for, com ou sem medalhas no currículo, eles possam ter uma profissão e uma carreira para toda a vida. Um time com Diego e Daniele Hypolito, Adriano de Souza, Emmanuel, Bruno Soares, Felipe Frias e também atletas do futsal e do handebal entre outros. Isso é responsabilidade social da Universidade Oficial do Esporte.

Nenhum comentário: