domingo, 28 de setembro de 2014

A empresa enquanto biologia dinâmica.

Pensar a empresa, seja ela de controle estatal ou surgida a partir da livre iniciativa, não deve ser tarefa para quem enxerga as coisas somente através de uma lógica mecanicista. Organizações humanas não são como um relógio ou um fotocopiadora, nem tampouco como uma grande geladeira cheia de latas de cerveja: aperta um botão e as latinhas saltam! Com gente é diferente.  Não são como máquinas e também não podem ser um amontoado de cabides de emprego, com gente contratada sem critérios técnicos mas sem acreditar na missão, nos valores, no significado do trabalho.

As empresas são organismos vivos, redes biológicas feitas por cada pessoa que ali entrega sua energia diariamente, que dá vida à organização na qual trabalha. Olhar a empresa como um sistema vivo permite a percepção de vínculos entre o racional e o emocional, a flexibilidade e a evolução, a capacidade de inovação metabólica e o desejo de crescer, multiplicar. Olhar a empresa e sua marca como um elemento repleto de vida, gera uma proposta de plano de trabalho, movido pela energia das pessoas que ali se encontram, trocam, conversam e produzem. 

A empresa enquanto biologia dinâmica e não como um agregado de recursos "humanos" e matérias primas ganha muito mais sentido num tempo no qual o planeta já nos desafia com suas mudanças climáticas e os ecossistemas não suportam mais serem tratados como lixeiras e depósitos de resíduos, sobras e desperdícios.

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