sábado, 29 de novembro de 2014

Boticário, a marca da comunicação empresarial de 2014!

O Grupo Boticário, holding que controla negócios cujas marcas todos nós conhecemos bem como Eudora, The Beauty Box e quem disse, berenice (escrito assim mesmo) foi consagrado como a Empresa do Ano em Comunicação Empresarialna cerimônia da ABERJE que aconteceu em São Paulo no último dia 27 e é o evento mais celebrado e importante do setor de Comunicação Corporativa do Brasil.

Nessa mesma tarde de festa, meu amigo Sandro Rego levou o Prêmio de Personalidade do Ano em Comunicação Empresarial da ABERJE, um reconhecimento pelo trabalho de sete anos de dedicação nessa maravilhosa empresa. Só posso dar os meus parabéns pelo grande trabalho em 2014 e pelo merecido reconhecimento.



Na foto acima, o Presidente do Grupo O Boticário, Artur Grynbaum ladeado à esquerda pelo Sandro e à direita pela coordenadora de Gestão de Patrocínios Eleonora Greca.  

Veja mais acessando aqui o link de O Boticário.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Saber cuidar.

O mais bacana de uma aula sobre sustentabilidade é poder compartilhar com alunos e alunas interessados e participativos, algumas reflexões sobre o nosso futuro comum. Questões que envolvem o meio ambiente, a economia, as relações sociais e também direitos e deveres de um cidadão, a Ética e o saber cuidar de nossos vínculos. 

Foi um prazer estar com a turma de Pós Graduação em Gestão Estratégica de Pessoas, na Estácio, em Nova Iguaçu (RJ) na noite de terça passada.

O livro "Cuidado e Sustentabilidade" que a Professora Márcia Cristina,  mostra numa das fotos acima está disponível no site da EDITORA ATLAS.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Morreu o fundador das Casas Bahia.

Morreu Samuel Klein, um empreendedor, visionário, gênio do comércio, criador de uma grande marca e verdadeiro império do varejo. O case das Casas Bahia foi estudado da Michigan Ross School of Business entre outras grandes instituições de ensino. Case de marketing, case de sucesso. Aula de marketing, empenho e livre iniciativa empreendedora. A obra vai ficar muito além de seu criador que queria trabalhar até os 120 anos.


Loja da M&M’s na China: a grande muralha de chocolate?



A M&M's abriu uma mega temática (ou "loja conceito") loja na China. Além de vender as famosas balinhas coloridas e achocolatadas M&M's também oferece ao público chinês toda sorte de lembranças e objetos com a marca. A proposta é ousada, como foi a mega loja da Barbie (que já fechou), tentando fisgar não só o paladar dos chineses oferecendo esse chocolatinho com carinhas engraçadas até de forma bastante pretensiosa como numa "grande muralha de chocolate"; mas também uma experiência integral de contato, sabor e estímulos através de roupas, lembranças, brinquedos e mascotes. Está tudo por lá em quantidade e variedade absurdas!



A aposta pode parecer tiro certo, uma vez que a China tem um mercado consumidor em expansão e ainda milhões de pessoas que não experimentaram a doçura desse produto - assim como de tantos outros. No mercado de chocolate, por exemplo, há apenas uma geração poucos eram os chinesinhos que conheciam marcas como Ferrero Rocher (a italianíssima Ferrari dos chocolates), a Nestlé ou mesmo a CadburyHoje esse mercado só cresce, não só entre as chamadas big five (Ferrero, Hershey, Nestlé, Cadbury e Mars - essa última a dona da marca M&Ms), como também com desconhecidas chinesas como a LeConte. 



É pagar pra ver que vai manter essa liderança e torcer para que o cacau não acabe diante de tanta demanda e de um consumismo voraz de chocolate, no mundo inteiro. 



Lembrando que a China é quase um mundo à parte com sua população gigantesca (sem esquecer que logo ali ao lado dos milhões de consumidores chineses, na própria Ásia, a Índia também tem um mercado promissor, pronto para devorar toneladas de chocolate). 

E aí, deu vontade de comer um chocolatezinho? 


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Diálogo em tempos loucos.

Em tempos de mídias sociais digitais nos quais a propagação de opiniões, comentários, "curtidas" e uma infinidade de conteúdos criados por uma miríade de internautas, fica cada vez mais complexo administrar tanta conversa on line. Fica muito mais complicado gerenciar a reputação e o valor de uma marca. Fica difícil construir consensos que não sejam baseados na verdade.

Se a credibilidade da marca nunca foi propriedade da empresa, pois sempre dependeu muito mais da percepção dos clientes e consumidores do que da propaganda, hoje, a complexidade dessa questão ganhou mais vozes. Ela se alastra mais e mais através das opiniões que duram efêmeros segundos, mas deixam rastros eternos, demandando muito mais trabalho para as empresas que desejam realmente ouvir seus públicos. Criando vínculos ao invés de simples transações comerciais.  

Nesse ambiente, vale lembrar Ted Birkhahn, CEO da Peppercomm, que escreve em seu blog: "Não é mais o que uma marca quer falar, é o que o público está interessado em saber e ouvir, onde, como e quando ele está interessado ​​em consumi-la." Pois, então, mudaram as regras tradicionais da Comunicação e do Marketing. 

Mas qual é o problema? As marcas não querem conversar com seus clientes, eles não são "o foco"? Os consumidores não são a razão de ser da empresa? Então, qual a dificuldade? São várias. Uma delas, no meu ponto de vista, é que as disciplinas tradicionais dos comunicadores, como jornalismo, relações públicas e publicidade, ainda são ensinadas da mesma velha forma nas faculdades. Estão no passado industrial, nos tempos da mídia de massa, unidirecional. E um comunicador empresarial é muito mais do que um jornalista ou um RP. Ele tem que ser um especialista multidisciplinar, um profissional com visão sistêmica, grande capacidade de articulação e equilíbrio emocional. Ou seja, nada fácil, não é mesmo? Mas o mundo nunca mais será o mesmo com o advento da web...


sábado, 8 de novembro de 2014

Comunicar é desafio.

Comunicação é sempre um desafio e começa pela conversa que começa por escutar o outro atentamente. E o outro, como eu, é um turbilhão de emoção, com valores próprios e visões de mundo além de uma história pessoal que nos marca e acompanha a cada novo diálogo.e hoje, na ponta dos dedos, comunicamos com o planeta no toque dos smartphones e tablets. E esse digital? Emociona? Humaniza? Solidariza ou só compartilha eletronicamente? Ou tudo isso ao mesmo tempo mas de uma nova maneira? 


A foto acima é do site da ABERJE, a casa da Comunicação Empresarial no Brasil.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Marlboro, agora sem nome. Inovação ou mais regulação?


Que a indústria de cigarros está cada vez mais cercada por uma série de regulações não era novidade e é por isso que adiantar-se à futuras regras, ainda mais complicadas e censoras, pode ser uma oportunidade para inovar e sair na frente dos concorrentes. Creio que foi exatamente isso que aconteceu com as embalagens dos cigarros da Marlboro. Com o recente sumiço da logotipia, nos pontos de venda da marca, restaram apenas a seta vermelha e a caixinha branca. O nome Marlboro ainda está impresso numa espécie de verniz que apenas se percebe muito de perto. 

Essa é uma proposta ousada, com certeza e uma mudança radical idêntica a da criação da própria logotipia, em 1955, pelo designer Frank Gianninoto (antes dele os maços eram vendidos em pacotes brancos).

Trabalhar apenas ícones gráficos e cores não é para qualquer marca. Tem que ter muita história para ser reconhecido assim apenas com cores e traços. Mas a Marlboro tem muita história e anos de estrada no segmento de cigarros. Certamente, este é um novo case para estudo se as vendas continuarem nos mesmos níveis - descontando a contra propaganda do Governo que já colocou os fumantes quase como criminosos, tendo que fumar em locais cada vez mais afastados ou difíceis, não é? 


sábado, 1 de novembro de 2014

Kopenhagen e o Panettone Língua de Gato. Marca comestível!

Algumas marcas a gente não só compra, mas usa, consome. Outras marcas a gente come, devora. Marcas que acabam fazendo parte do nosso metabolismo...Nossa! Rsrsrsrsr.
Marcas como a da Kopenhagen, empresa que admiro e da qual sou fã. Com as Festas de final de ano já chegando e o Natal tomando conta das vitrines esses dias deveriam ser um tempo de alegrias, de caridade e também de uma boa movimentação no comércio. Esses dias serão também um teste para o atendimento de qualidade e a satisfação do cliente. Quem quiser ser bem atendido, basta entrar numa das lojas da rede Kopenhagen. Eu nunca tive uma experiência ruim com essa marca. Só agradáveis e deliciosas surpresas, como comprar um Panettone de Língua de Gato. Deliciosa maravilha, não é mesmo? E o melhor: elas já estão nas vitrines. Começou o Natal!