terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Thinking about branding

Branding is important. Why? Because it is more than a logo or a beautiful package design. It is more than a good marketing strategy. It is more than a creative advertising or some smiles at your store. It is more than quality in your product. It is more than a Black Friday promotion. Your brand is your soul, more than your DNA. Your brand translates your vision of the world, shows how you deliver your promise and signs your unique identity to all of your stakeholders.

To think about branding here are two quotes about this competitive advantage that transforms companies into remarkable global case studies. 



quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Acredite. É possível ir além.

Inovação tem sido um atributo desejado de diferentes marcas. Empresas buscam um diferencial através de uma inovação capaz de gerar resultados e colocar uma marca de forma única na cabeça e na memória das pessoas. O walk man da SONY fez isso. A 3M também. A Apple faz isso. A Red Bull idem. A Tesla Motors e a SpaceX estão nessa busca, assim como outras empresas como Embrapa e Fibria, aqui no Brasil e no mundo e que mergulham em pesquisas e desenvolvimento de novos produtos, modelos, processos, serviços e estimulam toda a hierarquia das organizações para pensar o novo.

Mas é a genialidade humana a maior alavanca de todas para a inovação. Para pensarmos diferente, questionando a lógica e até revolucionando a física, a química, a biologia. Para criar coisas inimagináveis até bem pouco tempo e avançarmos para um futuro de potencialidades ilimitadas. O impossível é possível, duvida? Essa é a mensagem deste fechamento de um ano complicado para a economia no Brasil, mas sempre surpreendente em potenciais e oportunidades, para os inventores, os criativos, impacientes e visionários. E para cada um de nós. Basta acreditarmos em nós mesmos! Na nossa capacidade de inventar soluções e descobrir caminhos novos. Sim, é possível fazer de um limão uma limonada, assim como é possível sonhar e colocar o sonho de pé, quebrando paradigmas e levando a humanidade a novos patamares civilizatórios. Eu poderia dar diversos exemplos por aqui, ao longo da nossa história humana, mas um deles pode celebrar o ano novo que vai chegando com renovado entusiasmo.



Robbie Madison que já foi o dublê do 007 nos cinemas é o escolhido deste post. Depois de dois anos tentando, conseguiu botar a sua motoca correndo sobre as águas e até surfar algumas ondas no Tahiti. O que parecia impossível e limitado foi colocado para escanteio e tornou-se mais um belo exemplo da iniciativa, da liberdade de criar e pensar o novo e ampliar as fronteiras, empreender.

Veja mais aqui.



Quando te disserem que não é permitido ou não dá pra fazer, desconfie. Siga seu instinto e sua intuição. Tente, tente mais uma vez, faça o impossível acontecer! Nossa livre iniciativa e nossa genialidade transformam sonhos em realidade e são capazes de ampliar horizontes. 

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

A conversa fiada da comunicação interna.



O título acima não é uma piada. É a mais pura verdade. Contudo, muita calma nessa hora! Quero explicar melhor a provocação nas linhas abaixo, a fim de resolver o aparente mal estar.

Acompanhem comigo. Se a comunicação face a face pode ser considerada como a base de qualquer sistema de comunicação interna organizacional, a tal “conversa fiada” não deveria ser percebida como alguma coisa negativa. Sei que o “jogar conversa fora” é sinônimo de perda de tempo para gestores cujo foco é alcançar a produtividade máxima, mas uma boa conversa baseada na confiança mútua é a força motriz do entusiasmo e da motivação, além de ser a melhor dinâmica para o entendimento e o alcance das metas e a superação de desafios, bem como a alavanca de times de alta performance. Muito diferente do simples cumprir ordens ou do escutar o monólogo do chefe, sem dar um palpite sequer.

Saber dialogar é saber fluir numa via de mão dupla, aberta, uma vez que “dois monólogos não fazem um diálogo” como já foi escrito outras vezes, pelos colunistas da ABERJE. Por isso, a conversa fiada nos ensina a tecer um vai e vem de troca, de esclarecimento mútuo e de colaboração, cooperação e redução das fofocas de corredor. Ora, o que é a maledicência e o sarcasmo do ti ti ti nos corredores das empresas, senão o resultado patente da falta de confiança nos canais oficiais de comunicação interna? Quanto prejuízo as empresas não têm com conversas decoradas, sem energia ou crença real nas palavras, quase como num baile de máscaras?

O fiar de uma conversa é portanto, a possibilidade de se valorizar o diálogo enquanto escuta atenta do outro interlocutor, percebendo a riqueza de pontos de vista diferentes e muitas vezes inovadores. Uma conversa fiada na base da confiança substitui o simples disparo de informações e encerra em definitivo com o antigo conceito de um emissor enviando uma mensagem para um receptor passivo.

Assim, a comunicação interna de sucesso será aquela que sabe tecer vínculos confiáveis, construindo redes de conversação. Não é esta a grande dificuldade da maioria das empresas? Saber conversar de forma confiável, produtiva e sem a hipocrisia e as disputas de poder e vaidade entre as áreas?

Uma conversa capaz de fiar o tecido organizacional, costurando o mosaico das partes para compor o todo, perseguindo um resultado comum. Em busca de uma marca mais admirada e valiosa. O saber conversar deve ser entendido como a competência necessária da gestão para tecer relações que compartilhem conhecimentos, reconheçam e revelem potencialidades, respeitem múltiplos pontos de vista, esclareçam os objetivos do negócio, bem como as mudanças nas rotinas e nos processos de trabalho. Praticada através de feedbacks produtivos e programas frequentes de gente e gestão, que estimulem líderes comunicadores e facilitem o diálogo entre os times de trabalho, tornando-os mais integrados, engajados e eficientes.

Ou seja, a comunicação interna deve ser sim, uma bela conversa fiada!

domingo, 6 de dezembro de 2015

PodCycle.

Um grupo de engenheiros de Santa Catarina está prestes a materializar um empreendimento inovador, sob a forma de um carro elétrico. Através de um crowdfunding ou uma "vaquinha digital" conseguiram levantar R$ 75 mil para financiar o projeto.
Ou seja, agora, o PodCycle, um carrinho que leva duas pessoas, pesa 650  quilos, um porta-malas que acomoda 200 litros de bagagem e é movido por um motor elétrico de 68 CV de potência, com autonomia de 100 km pode deixar de ser apenas um projeto e chegar ao mercado. Parabéns para esses empreendedores e para anova marca!

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Basta de violência.

Alexsandro Palombo é o artista italiano responsável pela campanha contra a violência às mulheres, utilizando  fotos de atrizes famosas repletas de hematomas pelo rosto. O artista já tinha feito outras campanhas nessa mesma linha, usando personagens da Disney e de cartoons conhecidos. 
As imagens chocantes, cedidas pelas próprias artistas e manipuladas por Alexsandro foram produzidas para o Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher. E se você não sabe exatamente qual é essa data, basta lembrar: todo dia é dia de respeito às mulheres e de não-violência.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Retrato da crise.

Um acidente ambiental da proporção do ocorrido em Mariana (MG) atinge em cheio a reputação não só da Samarco, mas também das suas controladoras: Vale e BHP. Uma tragédia com vítimas fatais e graves desdobramentos - que ainda continuam acontecendo e atingindo outras cidades de Minas Gerais e do Espírito Santo -, é um momento de forte mobilização solidária e também muita revolta. 

Agora, o mais importante é cuidar das pessoas, dos ecossistemas e evitar consequências ainda mais desastrosas.  É muito grave a crise. É muito triste testemunhar tudo isso. As vítimas fatais e o trauma em crianças e moradores desalojados não têm preço.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Programa de Música & Orquestra do Instituto GPA


O Programa de Música & Orquestra doInstituto GPA  é uma iniciativa de responsabilidade social do Grupo Pão Açúcar e foi criado em 1999 para apoiar adolescentes do Ensino Médio. Com uma média de 500 alunos por ano, o programa já teve mais de 13.000 jovens desde o início do projeto. A proposta é o aprendizado de um instrumento musical e a participação numa orquestra trabalhando não só a cultura musical através de obras de clássicos como Mozart, Bach e rimas populares de Heitor Villa Lobos entre outros, mas também a auto estima, a disciplina, a concentração e o senso de equipe.
 
 

Os alunos que se destacam no Programa de Música são convidados a participar da Orquestra Instituto GPA, composta por até 40 integrantes. Na orquestra, a garotada têm o privilégio de representar a cultura musical da sua região, divulgando-a em apresentações no Brasil e, inclusive, no Exterior. Muitos dos ex-alunos fazem carreira em outros países, tornam-se professores no Brasil e se destacam no mundo da música clássica. Realmente empolgante!

Pelo brilho no olhar da garotada e pelo alto astral das apresentações, o sucesso é a marca desse maravilhoso projeto social. No I Fórum de Responsabilidade Social da Estácio eu tive o privilégio de ouvir essa meninada tocando, cantando e atuando.  
 
A foto é de Anna Cola.


Coletiva de Imprensa - SAMARCO

 
Assista ao vídeo da coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira, 11 de novembro, com Andrew Mackenzie, Chief Executive Officer da BHP Billiton, Murilo Ferreira, diretor-presidente da Vale, e Ricardo Vescovi, diretor-presidente da Samarco.

sábado, 7 de novembro de 2015

O mundo é das marcas:"Amazon" chinesa vai comprar o "You Tube " chinês.

É um mundo cada vez mais e sempre orientado e guiado por marcas. Um nome vale milhões e um bom negócio com um bom nome não tem preço. Ou melhor tem! Um preço alto, podemos dizer. 

Para os negócios globais, grandes nomes carregam maiores chances de bons lucros e maior domínio de um determinado segmento de mercado. Mas marcas não nascem da noite para o dia e para vencer num mercado fervilhante e competitivo, é preciso não somente fazer o dever de casa entregando a promessa da marca, mas trabalhar para que a reputação e o prestígio da marca consigam ocupar na memória dos diferentes stakeholders, um espaço diferenciado. Uma percepção de valor única, exclusiva. 
Os novos empresários chineses, eleitos pelo Partido Comunista Chinês, no poder há décadas, buscaram o caminho da cópia: como eram parte de um país fechado, cujo monopólio de qualquer área econômica era do estado, não sabiam como criar ou inovar. Inovação, criação de valor, empreendedorismo é coisa de livre mercado! Mas, enfim: com os ventos da liberdade (econômica apenas, tá?), lá forma os chineses conquistar corações e mentes com suas novas empresas irrigadas com dinheiro do governo "do povo". 



O Alibaba, monumental empresa de comércio eletrônico chinesa, listada na NYSE e uma grande concorrente da Amazon de Jeff Bezos, está comprando o You Tube chinês, chamado de Youku Tudou por uma bagatela de US$ 3,5 bilhões. Uma operação milionária para um negócio que atende milhões de pessoas: desconhecida para a maioria dos brasileiros,o Youku possui 200 milhões de seguidores! 

A comparação entretanto, é inevitável: marcas famosas têm sempre seus seguidores, seus plagiadores e seus admiradores. O mundo dos negócios é um campo de batalha e as armas muitas vezes não são sutis. Quando seguem os manuais de marketing e branding o caminho é longo para conquistar e manetr consumidores e clientes satisfeitos. Outras vezes, quando a disputa é global, as armas são literais e podem mover exércitos para tomar mercados na base do tapa e do tiro. Mas aí, quem perde somos todos nós. 

Prefiro a disputa no campo do livre mercado no qual quem vence tem que ser o melhor, de fato. Marcas vencedoras entregam a promessa e sabem surpreender seus clientes e toda a rede de stakeholders na qual se relaciona.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O mundo é das marcas.

Vivemos num mundo de marcas e as mais admiradas valem mais. Valem mais por serem ativos estratégicos capazes de alavancar mais negócios, reduzindo custos de investimentos e facilitando a atuação em mercados novos, pois são percebidas como confiáveis e desejadas. Além de já estarem consolidadas no segmento no qual atuam e de possuírem diversos outros atributos específicos conforme cada uma delas. As marcas comandam os negócios pois servem como referenciais para os consumidores e para todos os stakeholders.


A Hypermarcas é uma das maiores companhias de bens de consumo de origem brasileira e possui o maior e mais diversificado portfólio de marcas predominantemente líderes e vice-líderes em seus respectivos segmentos de atuação. Seus administradores e acionistas sabem muito bem o valor de uma marca para o sucesso de um negócio e comprovaram isso nesta última semana. A empresa realizou uma mega operação de venda de suas marcas de cosméticos para o grupo internacional COTY vendendo as divisões de produtos com nomes tradicionais e conhecidos no mercado brasileiro como Bozzano, Monange, Paixão, Biocolor, Risqué e Cenoura & Bronze, entre outras.


A transação não incluiu os ramos de descartáveis da Hypermarcas, como fraldas Pom Pom, Cremer Disney e Bigfral, assim como preservativos Jontex, Olla e Lovetex e os adoçantes Zero-Cal, Finn e Adocyl. Mas o negócio foi útil para a Hypermercas. Parte do  valor recebido saneará o caixa e as dívidas e o restante vai ajudar a fortalecer outros negócios - e marcas -, da empresa. Em tempos de bonança ou de crise, investir na marca e nos seus diferencias é sempre um bom negócio. Não só nos atributos operacionais, funcionais mas também nos atributos de reputação e também inspiracionais cuja força de associação, memória e emoção podem fazer toda a diferença entre o sucesso ou o fracasso.  Alguém duvida?

terça-feira, 27 de outubro de 2015

O cheese Halloween do Burger King.

Um cheeseburger "vestido" para brincar o Halloween, o tal do Dia das Bruxas americano. Pode parecer uma boa ideia do pessoal do marketing? Pode ser. É o Whopper do Burger King que chegou para divertir, alimentar e...assustar. Com comida não se brinca, já dizia meu avô. Mas, nestes novos tempos, o que você acha de um produto assim? Os comentários nas redes são, no mínimo, hilários. Sucesso no Japão, o Whopper Halloween tem causado boas anedotas nas redes. Vai uma mordidinha?

Coca-Cola UP: inovação social e ambiental.

Tratamento de efluentes, tecnologia de reuso e de captação de água, processos inovadores para a redução de uso da água na produção industrial e uso mais eficiente da água na agricultura são alguns dos objetivos do PROGRAMA COCA-COLA OPEN UP ÁGUA. Uma iniciativa que potencializa Startups  com grande potencial de impacto social e ambiental e que apresentem soluções e serviços desenhados para questões relacionadas à água.



Uma preocupação mundial e cada vez mais importante para as empresas e a sociedade, a utilização da água demanda muito mais do que uma proposta de eco eficiência (*). É preciso inovar e pensar não somente em reduzir desperdícios ou uso irresponsável, mas também em métodos novos para criar modelos mais lucrativos e que ofereçam soluções escaláveis - capazes de serem utilizadas por diferentes unidades de negócio.


(*)  Segundo o conceito elaborado pelo World Business Council for Sustainable Development – WBCSD, em 1992, a eco eficiência é alcançada pelo "fornecimento de bens e serviços a preços competitivos e que satisfaçam as necessidades humanas e tragam qualidade de vida, ao mesmo tempo em que reduza progressivamente o impacto ambiental e o consumo de recursos ao longo do ciclo de vida, a um nível, no mínimo, equivalente à capacidade de sustentação estimada da Terra".

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Outubro rosa.

Neste mês a boa mensagem é da campanha do "Outubro rosa". São várias as iniciativas estimulando as mulheres (e os homens) a buscarem na prevenção o melhor dos remédios contra uma doença silenciosa e muitas vezes colada no estilo de vida que levamos. Na alimentação, por exemplo, vale a pena, procurarmos menos química, menos industrializados e mais frutas, verduras, legumes...de preferência orgânicos e sem os temíveis defensivos agrícolas que facilitam uma produção em larga escala mas deixam resíduos noviços à saúde da população nos alimentos. 


Claro que essa doença não tem apenas uma causa, ela é a soma de conjunto de fatores potencializadores de seu surgimento - eu nem sou médico para dar esse palpite por aqui -, mas eu acredito que na nossa alimentação temos uma boa dose de veneninhos que acumulados ao longo dos anos, geram células canibais em nossos organismo. Enfim, quero deixar registrado essa mensagem de maior cuidado e atenção com a saúde nesse mês pintado de rosa.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Chegou o bullying aéreo...

Rituais de passagem sempre fizeram parte dos grupos sociais. Alguns deles podem ser do tipo "solidário" como em trotes com calouros recém ingressos nas faculdades que deixaram de ser pintados como palhaços e hoje buscam recolher alimentos para asilos e orfanatos (a Estácio incentiva essa atitude em seus campi). Outros, lamentavelmente, são mais violentos, como nas forças armadas. O fato é que esses ritos de passagem sempre existiram e sempre existirão, pois vivemos influenciados por modelos culturais diferentes e em conjunto com gente cuja mentalidade e nível de consciência é variado, pendendo sempre a balança da civilidade para uma maioria brutalizada e brutalizante. Desta vez um lamentável episódio veio da China, país de um histórico autoritarismo de Estado - que sempre marca a vida de seus cidadadãos. A empresa de aviação Kunming Airlines surgiu nos comentários das redes sociais através de fotos de suas aeromoças "enfiadas" dentro dos bagageiros.


Com seus rostos cobertos não sabemos dizer se estão rindo envergonhadas ou chorando. Ou os dois. De qualquer forma uma foto é apenas uma parte do conjunto da obra. Como elas foram colocadas ali em cima? O que se passou naquela situação é um mistério que as autoridades da aviação civil na China estão querendo saber. Será mesmo? 

Bom, a companhia aérea em nota oficial relatou que desconhece a prática: uma espécie de ritual para novas aeromoças ingressantes nas tripulações. Ou seja, coisa de troglodita aéreo. Brincadeira ou ritual de aceitação que eu particularmente nunca entendi. A Kunming também já tinha sido notícia colocando suas aeromoças com saias curtas e uniformes da seleção brasileira quando a seleção ainda era uma campeã nos campos de futebol da Ásia. Mas essa é outra prática, de marketing para sensualizar no atendimento aos clientes. Então, quem quer viajar pela Kunming?


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Deixou o ogro em casa?


A Trânsito+gentil é uma campanha de comunicação da Porto Seguro que vem sendo divulgada para influenciar um trânsito melhor e uma cidade mais cordial. O conceito é simples: deixe o "ogro" em casa. Com bom humor, os filmes publicitários caracterizam como um verdadeiro homem das cavernas aquele outro ser que habita em nós mesmos, quando somos motoristas. Ao vestirmos o carro como uma armadura e muitas vezes perdermos a paciência com pouca coisa ou com o erro dos outros e que nós mesmos muitas vezes também cometemos, viramos ogros ao volante.
 
 
Ou seja, o ogro mora com a gente e na hora de encarar o trânsito a mensagem é deixar o monstrinho em casa, quieto. Muito boa a proposta! Afinal, se "gentileza gera gentileza" (como já dizia o profeta andarilho carioca, lembra?) é hora de colocar em prática a nossa própria cordialidade. Com pequenas atitudes nós todos participamos dessa campanha. Ao invés de buzinar, vamos colocar uma música que a gente goste. Ao invés de xingar, respirar fundo e ficar calmo. Ações desse tipo contribuem para um trânsito melhor, diz a campanha da Porto Seguro (e você ganha com isso!).
 
 
 
E sabe de uma coisa? Essa marca acertou em cheio! É isso mesmo, parabéns para a Porto Seguro. A gentileza que a gente quer, começa pela gentileza que a gente pratica.  Essa máscara de ogro, serve para todo mundo. O exemplo que a gente quer ver, começa pelo nosso próprio bom exemplo.

sábado, 3 de outubro de 2015

Fast-Fashion?

Sucesso de vendas ao longo de 30 anos nos Estados Unidos, a Forever 21 chegou ao Brasil em 2014 e causou alvoroço na abertura de suas primeiras lojas, pronta para tentar dominar o mercado do chamado fast-fashion nacional. Sua nova loja vai ser inaugurada no Shopping Plaza (Niterói -RJ).
 
 
A F-21 tem como meta se tornar uma empresa de US$ 8 bilhões até 2017 e inaugurar a loja de número 600 em pouco mais de três anos! Agressivos na estratégia, espalharam suas badeiras pelo Japão, Inglaterra, Canadá, Coréia do Sul, Índia, China e Brasil. Aqui, com o preço do dólar lá em cima, o Brasil ficou barato para a companhia investir. Mas será que está realmente barato ou ao menos acessível para o consumidor? Desafios para o pessoal do marketing, que vai brigar com outras fast fashions como C&A e Zara. A marca, com certeza, tem apelo emocional e de glamour com maior foco nos teenagers - apesar de já ter tido processos por plágio e cópia de modelos.
 

 
A Forever 21 Inc. tem sua sede na Califórnia. A companhia já foi chamada de Fashion 21 quando foi fundada, em 1984, por Do Won Chang, que continua sendo seu CEO - Chief Executive Officer. Mesmo já sendo uma mega empresa global, a F-21 ainda é administrada pela família Chang e continua sendo de capital fechado.
 
 
A F-21 é reconhecida como um varejo especializado em roupas e acessórios oferecendo as novas tendências da moda, a um valor que dizem ser excepcional. Seu modelo de operação está baseado em manter a loja "aquecida" sempre com novos modelos e opções. No site deles, a tendência de estimularem comunidades de relacionamento permite que os consumidores publiquem suas fotos para desfilar virtualmente seu jeito de viver o sonho de ter 21 anos para sempre.
 
 
 

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Ranking de valor das marcas latinas.



US$ 132 bilhões é o preço das 50 marcas mais valiosas da América Latina segundo o ranking anual BrandZ, elaborado pela Millward Brown. Nesse ranking, a cerveja Skol lidera na frente da mexicana Corona. As marcas Bradesco, Itaú e Brahma também se destacam nas dez primeiras posições.



A marca Skol, da AB InBev, cresceu 20% em valor de marca, ultrapassando a mexicana Corona. Mas nem tudo é festa. A marca Petrobras, uma das mais valiosas em até 2012, simplesmente desapareceu do ranking.

Nesse ranking, o Brasil responde por 24% do valor, a Colômbia responde por 15%, empatada com o Chile. O México lidera com um total maior de marcas.

domingo, 20 de setembro de 2015

Aplausos para Roberto Medina: empreendedor de sucesso mundial.

Minha especial homenagem ao talento, à visão, ao espírito empreendedor de Roberto Medina. Este publicitário que soube se reinventar e tornou-se um empresário de sucesso mundial. Um exemplo! 


A sua marca Rock in Rio (RIR) é hoje um sinônimo de competência, diversão, festa. Muito mais do que um festival de música, o RIR é um mega evento de cultura, arte e entretenimento global. Movimenta milhões de dólares, centenas de artistas, bandas e atrações, mexe com o calendário turístico das cidades por onde passa e comprova que brasileiro pode mostrar para o mundo que sabe trabalhar com competência, quando tem liberdade para sonhar e empreender, sem governo medíocre pra atrapalhar.

Só de lembrar que o primeiro RIR, lá em 1985, teve que enfrentar governador raivoso e ideologicamente contra um show de rock e até convencer o bispo da cidade - que temia reunir um milhão de pessoas -, além de mil e um entraves burocráticos, realmente, precisamos aplaudir esse talento.

Roberto Medina: simplesmente genial. Aplausos merecidos para ele e toda sua equipe.

Raio X das árvores?

O artista Jason Dean lançou recentemente uma coleção do "raio X" das árvores. Uma espécie de identidade digital capaz de mostrar como cada uma delas é única em sua formação, mesmo sendo da mesma espécie. Assim como seres humanos, as árvores também tem características singulares apesar de num olhar mais desatento, todas parecerem idênticas. A sensibilidade do artista nos chama a atenção para detalhes que passam despercebidos no corre-corre de nossas atarefadas vidas.

Programa Colmeias.

A FIBRIA está realizando o Programa Colmeias dando apoio aos apicultores no Vale do Paraíba. Em parceria com o IBD - Instituto Bio-Dinâmico,  a empresa fez uma capacitação com representantes do programa a fim de credenciá-los para que passem a contribuir no processo de certificações orgânicas. Credenciados, os técnicos locais poderão auxiliar nas auditorias internas de certificações do IBD e, consequentemente, o acesso da agricultura familiar a essas certificações será bem mais fácil e com custos menores.

Atualmente, um dos impasses que pequenos produtores rurais e apicultores enfrentam é a dificuldade em conquistar a certificação de seus produtos devido ao alto custo das certificações orgânicas. A parceria da FIBRIA com o IBD proporciona a inclusão dessas famílias que sobrevivem da agricultura familiar.

O Programa Colmeias é desenvolvido pela FIBRIA com o objetivo de fomentar a cadeia apícola no Vale do Paraíba, onde atualmente cerca de 80 famílias são atendidas por esta iniciativa.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

BMW: carro, estilo de vida, roupa e conexão total.

A BMW é indiscutivelmente um fabricante de carros cuja marca se posiciona como uma conexão entre o motorista, o veículo e o mundo exterior. Sua gama de serviços inteligentes fica sob a bandeira da BMW ConnectedDrive. Não é por acaso que a marca apresentou em Berlim, neste mês de setembro,  na IFA, a maior e mais alucinante das feiras mundiais de home appliances, acessórios e equipamentos eletrodomésticos e eletrônicos, o seu novo carro elétrico "sustentável" e pra lá de inteligente.
 
 
 
Aliás (pausa) o que é essa feira com seus produtos inovadores e na vanguarda do design? Telefunken (lembram?), Siemens, GoPro e muitas outras estavam por lá! Tinha até mini helicóptero.E tinha até produto da marca...IFA!
 
 
 
 
 
 
 
Bom, mas lembrando do carro. O carro enquanto uma "extensão da casa" do motorista, consome menos energia, utiliza menos água na sua produção, é mais leve com ligas e peças em alumínio, traz elementos reciclados e recicláveis além de APPs e acessórios bem como variadas soluções integradas.  O conceito é amplo: conectar a  vida do motorista numa marca completa - que evidentemente também tem roupas para quem quiser sair vestindo a marca. Lembra muito as grandes marcas japonesas que permeavam diferentes produtos.
 
 
 

domingo, 13 de setembro de 2015

NATURA ganha prêmio da ONU.

 A Natura ganhou o prêmio da Organização das Nações Unidas (ONU) "Campeões da Terra 2015", na categoria Visão Empresarial. Ao atribuir o prêmio à Natura, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) reconheceu o compromisso da empresa de colocar a sustentabilidade no coração de sua estratégia de negócios, o que apoia a Agenda para o Desenvolvimento Sustentável 2030 da ONU. O diretor-executivo do PNUMA, Achim Steiner, disse: “O modelo de negócios da Natura é um exemplo de como a sustentabilidade e o empreendedorismo andam lado a lado. O trabalho da companhia para ter cadeias de fornecimento verdes, reduzir sua pegada de carbono e apoiar comunidades locais demonstra não só um compromisso admirável com o meio ambiente. O sucesso da Natura é uma inspiração e modelo para empresas de toda parte. Eles mostraram que padrões de consumo e produção sustentáveis não só são possíveis como beneficiam tanto a companhia como a comunidade”.
 
A Natura possui operações em seis países da América Latina e na França, além da marca australiana Aesop, adquirida em 2013, com presença nos cinco continentes. A companhia emprega um modelo de produção sustentável baseado no fornecimento responsável de ingredientes naturais e trabalho com comunidades locais, para incentivar inovação ecológica em todo o ciclo de vida de um produto. “Estar entre os reconhecidos como Campeões da Terra nos inspira ainda mais a ampliar o potencial de nossa empresa de gerar impacto positivo na sociedade e no meio-ambiente”, diz Roberto Lima, diretor-presidente da Natura. “Buscamos uma agenda de desenvolvimento sustentável que vá além do comportamento empresarial e que esteja inserida de fato em nosso modelo de negócios.”
 
A Natura é uma empresa carbono neutro desde 2007, com esforços intensos para minimizar sua pegada de carbono em todas as etapas de produção e para compensar suas emissões de CO2. Esse processo ajudou a acender a inovação ecológica, influenciando as tecnologias, o design e as fórmulas desenvolvidas pela empresa. Com o Programa Amazônia, lançado em 2011, a Natura busca fomentar a criação de negócios sustentáveis na região amazônica, impulsionando o desenvolvimento de uma economia de floresta em pé. A companhia lançou, este ano, uma linha de produtos que usa um novo ativo amazônico, a ucuuba. Antes derrubada para exploração madeireira, a árvore em pé passou a render três vezes mais ao ano às comunidades locais com o manejo sustentável para fornecer cosméticos à Natura.
 
 

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Hospitalidade S.A.

O Brasil vai sediar o maior evento esportivo do planeta em 2016. Pela primeira vez na história da América Latina vamos receber atletas, delegações e visitantes de mais de 200 nacionalidades diferentes! Nosso país será o palco de um espetacular encontro de culturas cuja notícia principal será a competição e a busca pelas medalhas olímpicas.
Tirando um pouco o foco e atenção sobre este lado já conhecido da superação física nas quadras, nas piscinas e ginásios, lembro que este encontro de povos é na verdade uma aula prática de hospitalidade.
Saber receber o mundo em nossa própria casa vai nos exigir mais do que um sorriso simpático.  A recepção e o convívio com pessoas de hábitos, línguas e religiões variadas, de sistemas políticos nem sempre democráticos, de comportamentos, indumentária e gestual surpreendentemente plural e muitas vezes completamente desconhecidos por nós vai exigir de todos mais conhecimento. Muita leitura para descobrir e entender cada país e dedicação para acertar no atendimento, no serviço oferecido, nas eventuais emergências. Já tivemos duas amostras similares, durante a Copa do mundo de futebol e também na Jornada Mundial da Juventude. Entretanto, 2016 será um ano único.
Grandes empresas têm trabalhado de forma intensa para colocar suas marcas ligadas fortemente ao sucesso dessa empreitada. Pensam não só nos benefícios comerciais, mas também buscam ampliar relacionamentos e alavancar as suas reputações a partir de vínculos de respeito. Patrocinadores olímpicos mundiais como a Nissan, a Samsung, a Coca-Cola, a P&G e a GE e patrocinadores oficiais dos jogos olímpicos como o Bradesco, a Claro e a Embratel, entre outros fornecedores, além da Estácio, a única universidade apoiadora da Rio 2016, sabem que a hospitalidade, a excelência dos serviços e um atendimento exemplar dos clientes, dos turistas e de todos os visitantes serão essenciais para ampliar a admiração pelas suas marcas.
Mas não são apenas as empresas que estão sendo chamadas. Todos nós, ilustres cidadãos, estamos sendo convocados para um desafio coletivo que vai ser vitrine para o mundo, que vai servir como um exemplo. Mais do que só honrar o mérito esportivo, todos nós seremos desafiados a dar uma aula na arte de receber e respeitar nossos visitantes. Somos cordiais e afetuosos, diz a tradição. Com certeza, um belo diferencial. Nosso entusiasmo é grande como nosso coração, mas só o improviso não vai dar pé.
Aprender mais sobre os nossos convidados e ampliar a nossa capacitação profissional é uma obrigação. O mundo vai avaliar a nossa hospitalidade e nossas boas maneiras. Conscientes dessa avaliação, ter um compromisso com a educação vai fazer toda a diferença. O cronômetro já foi disparado e estamos todos em campo. A hospitalidade não é uma sociedade anônima. Ela tem a cara de cada um de nós.

domingo, 30 de agosto de 2015

Dentista criativo?

Um velho jeito de colocar seu telefone disponível, em destaque, mas com a "cara" (ou o sorriso?) da área de atuação do cliente. Um cartaz de rua capaz de dar seu recado. Simples criatividade, lá do Canadá. Show de bola!

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Comunicação face a face.

A grande barreira da comunicação interna nas organizações sempre foi o diálogo. Mesmo com as novas tecnologias e a possibilidade de integrar veículos impressos e eletrônicos, numa avalanche de informação por meio de programas de televisão, mídias eletrônicas, jornais, murais, cartazes e folhetos, o desafio a ser vencido continua sendo o da comunicação face a face.

Conversar deveria ser a mais sublime das experiências. A melhor das formas de fazer fluir a comunicação e de esclarecer quais as informações mais relevantes para os colaboradores. De tornar mais tangível o papel de cada empregado na construção dos resultados, de tornar mais clara a estratégia dos negócios. O diálogo interno, frente a frente, olho no olho, deveria ser o método mais simples para um bom feedback, a troca de percepções sobre problemas e oportunidades, canal de motivação e apoio, integração dos times de trabalho.

O fato é que a comunicação face a face carrega não apenas o lado racional dos profissionais, mas lida também com o lado emocional dos seres humanos. E essa convivência nunca foi fácil no mundo industrial, de tempos mecânicos, ordens e ações controladas. Entre as decisões objetivas e as palavras diretas de comando e cobrança encontramos um conjunto de sentimentos. Nosso inconsciente é um comandante invisível a nos acompanhar.

Por isso, a comunicação interna começa pelo diálogo, na busca permanente para facilitar a conversa produtiva, da qual tiramos conclusões, mas também de onde tiramos a compreensão do mundo dos afetos e das emoções. É o lado emocional que nos faz tomar atitudes, partir para a ação. O racional nos indica o caminho, mas a força de vontade, com significado e relevância, repleta de entusiasmo e energia é fruto da nossa emoção. E são as palavras as únicas capazes de nos emocionar. É pelo diálogo que iremos vencer desafios.

O melhor remédio para a tão difícil comunicação face a face ainda é aprender a ouvir, aprender a conversar. Aprender que muitas vezes o outro é o nosso espelho.

Comunicação direta, energia e movimento.

O VII Fórum Docente da Estácio foi mais uma vez um grande sucesso. Reuniu mais de mil professores de todo o Brasil para discutir sobre as melhores práticas pedagógicas, sobre inovação, sustentabilidade, excelência e colocou mais uma vez a academia em sintonia com a gestão. Um belo trabalho e um exemplo de comunicação e de integração entre academia e gestão. 


Além disso, em um ano de incertezas, esse investimento comprova a dedicação de uma marca em oferecer o melhor para seus alunos, professores e para a sociedade.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Era uma vez o bom humor.

Propagandas de mau gosto existem. Algumas são escancaradamente ruins, inquestionáveis no seu linguajar e no apelo visual. Mas a onda do politicamente correto vai ganhando contornos exagerados, em todas os segmentos de negócios e também na sociedade em geral. O último exemplo foi a queixa contra a Bombril, no filme comercial com as humoristas Monica Iozzi e Dani Calabresa, ladeando a cantora Ivete Sangalo e "zoando" as habilidades masculinas.


Absolutamente exagerada a ação e a polêmica pela suposta ofensa ao homens. Eu não vi nada disso no vídeo. A ideia era valorizar o protagonismo feminino, mas alguns sentiram-se perseguidos e foram até o CONAR. Fazer publicidade ficou mais difícil, com certeza. Assim como escrever peças teatrais, declamar poemas nas ruas, criar peças artísticas e desenhar cartoons...

domingo, 9 de agosto de 2015

Comunicação face a face: o bloqueio continua?

"Foram muitas as ocasiões em que os eres humanos mudaram o mundo mudando a maneira como conversavam" escreveu o historiador Theodore Zeldin em seu pequeno mas maravilhoso livro denominado "Conversações". Sim, uma conversa pode mudar muita coisa. Isso não deveria ser novidade, mas ainda é, em pleno Século XXI. Ao visitarmos um mercado oriental, seja na Turquia ou no Marrocos podemos perceber como a negociação dos preços das mercadorias ainda guardam o desejo de conversar e conhecer os compradores não como clientes, mas visitantes de regiões distantes que buscavam nos antigos mercados a possibilidade de trocas intensas com culturas e conhecimentos variados. Estamos hoje mergulhados profundamente na rede eletrônica mundial de conversas e vamos vivendo outra mudanças. Contudo, conversar frente a frente, olho no olho, face a face, continua sendo uma barreira para as empresas e as organizações, públicas ou privadas. Continua sendo uma barreira difícil para cada pessoa no momento no qual o relacionamento deixa de ser virtual para ser real. Deixa de ser intermediado para ser direto. A comunicação interna tem esse grande desafio: vencer barreiras e não só convidar os empregados a conversarem mais, como a conversarem melhor, sem medo de expressar suas percepções trazendo o melhor de seus potenciais para as mesas de reuniões e corredores. A conversa organizacional ainda não chegou no seu ponto ótimo, pois ainda não sabe como cada um dos profissionais lida com suas próprias barreiras emocionais ao ser encarado por palavras com as quais desconhecia os efeitos inconscientes.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Lamborghini: carrões e...celulares!

É um carro? É um avião? Não, é um celular da Lamborghini, marca de automóveis luxuosos e especiais para poucos privilegiados. Nesse mesmo espírito, nesse mesmo look and feel da marca, o Torino Lamborghini 88 é um gadget de preço alto para quem quer jogar conversa fora ou  impressionar numa mesa de reunião. São US$ 6 mil, algo hoje em torno de 18 mil reais.


Misturando couro e metal, imitando em miniatura a sofisticação de alguns dos carrões dessa famosa marca italiana, esse aparelho complementa a indumentária de quem deseja ostentar: este é um celular que não passará despercebido. Assim como um Lamborghini sobre quatro rodas.


domingo, 2 de agosto de 2015

Sustentabilidade da marca.

As marcas só se destacam através da sua história, da sua genética singular. Os produtos podem ser similares, os preços aproximadamente iguais, o público-alvo idêntico, mas a proposta de valor sustentável vai fazer a diferença pois estará baseada numa cultura. E cultura é o que faz uma marca ter vida, ganhar espaço, simpatizantes, admiradores. A cultura nasce na organização mas ganha sua reputação e seu valor no mercado.

Leia mais, acesse: Branding.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Morre a GVT. Viva a VIVO!

 
 
 
Amos Genish é um guerreiro. Ex-militar do exército de Israel e criador da marca GVT, tornou-se CEO da Vivo e já está dando novos rumos à marca da operadora. Com carta branca de seus compradores (que pagaram 22 bilhões de reais pela GVT) e o convite para assumir a presidência da empresa, este líder vai matar sua antiga criação e sumir com a marca GVT . Para a tristeza de alguns de seus funcionários mais próximos. Contudo, a cultura GVT deverá contaminar essa nova Vivo.

Nos planos, a redução da terceirização de funcionários para contratá-los diretamente. Um passo importante para o resgate da confiança nos serviços e em melhores resultados da Vivo - ao menos na parte humana do negócio. Se as equipes de campo da GVT eram quase que totalmente próprias, na Vivo eram quase que todas terceirizadas! A Vivo vai começar a reduzir esses contratos com os terceiros e pretende, em menos de um ano, trazer 2 mil colaboradores para sua folha de pagamento e elevar para 40 mil pessoas o seu quadro direto. Dessa forma, com gente Vivo, vestindo a marca, a cultura deve renovar seu valor e seus apelos e fazer frente aos desafios do setor no atendimento aos clientes. Vão precisar de muito team building e integração, pois as equipes GVT e Vivo ainda estão se conhecendo. 

Claro, tudo isso vai demandar uma bem montada estratégia de comunicação interna. Como Amos Genish parece não temer missões desafiadoras e seu estilo aponta para decisões rápidas de comando e mobilização (como nas disputas armadas) ele já está construindo essa nova Vivo: 1000 pessoas se envolveram no plano inicial de trabalho pós fusão.

A NET (do mexicanos América Móvil) que se prepare, pois entre os planos da Vivo de Amos Genish novidades. Novos produtos e serviços integrando celular, banda larga, telefone fixo e TV por assinatura com pacotes numa única conta e atendidos pelo mesmo call center ganharão a marca Vivo. A Vivo vai ser digital, pra valer e gerar lucro para seus acionistas. E precisa, pois o Whatsapp do Facebook não está para conversa fiada e vai roubando o mercado das operadoras.

Missão dada, é missão cumprida para Amos Genish. Vamos acompanhar de perto essa história pois a Vivo sempre teve um potencial afetivo de marca que me parece nunca ter sido realmente utilizada, perdendo-se pelo caminho.



quarta-feira, 22 de julho de 2015

E a Toshiba? Reputação arranhada?

Me perguntaram se eu ia escrever sobre a Toshiba e seu recente escândalo contábil, com direito a maquiagem de números e inflação de resultados. Um vexame para o Japão. Mas ficha pequena quando comparada com outros casos que nós aqui no Brasil estamos testemunhando, não é? Mas reparem na foto, no ritual. O rito e a postura, a confissão dos erros e a renúncia aos cargos e à direção, tudo comunica. Tudo tenta preservar a cultura, a marca e...o futuro.


Num processo desses ninguém quer a ruína, ninguém quer derrubar tudo porque não pode mais só ganhar, no vale tudo, sem os mínimos limites ou sem qualquer tipo de sentimento de culpa. Ninguém luta até o último segundo para ser perpetuar como um sanguessuga. Nada disso. Reparem na foto: a tensão no ar, o vexame estampado num silêncio culpado. Os cliques dos fotógrafos e a imagem correndo o mundo para educar: "Vejam, que erro nós cometemos.O que fizemos foi errado. Traímos a confiança de vocês". Sim, podemos imaginar essas palavras ecoando no salão, quase um tribunal, sem juízes vestidos de preto. Os próprios executivos como algozes de si mesmos. 

Meus alunos e alunas, a reputação da Toshiba sobreviverá aos fatos, vai se recuperar após este escândalo. Contudo, outras marcas, mais conhecidas aqui das nossas bandas tropicais, essas me parecem ter seus dias contados. Triste deve ser para a equipe de trabalho, os empregados. Vestir a camisa...Mas isso é conversa para outro post.

Gente: desafio permanente.

Desafios, incertezas e novas complexidades marcam a economia e o cenários dos negócios no Brasil atual. Nesse sentido, a gestão estratégica de pessoas é um verdadeiro xadrez organizacional. Por isso, um evento como o CONARH 2015 vale a pena! O CONARH ABRH é o maior evento de Gestão de Pessoas da América Latina e segundo maior do mundo promovendo a interação de mais de 28 mil participantes entre congressistas e visitantes da EXPO ABRH. Nos auditórios, especialistas e estudiosos do Brasil e de outros países, abordam as principais tendências sobre relacionamento, engajamento e o valor do capital humano para a construção de marcas e empresas vitoriosas.
 
 
E na feira de negócios, o público visitante pode conferir as últimas tendências e soluções corporativas na gestão de pessoas. Em 2015, o CONARH será realizado de 17 a 20 de agosto, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.