terça-feira, 7 de abril de 2015

Otimismo é um bom atributo para qualquer marca.

Alegria é um atributo de muitas marcas, não é mesmo? Otimismo e esperança, felicidade e pensamento positivo sempre são bons para os negócios. Claro que alguns como os de farmácia e venda de remédios, que vendem anti depressivos, não vão concordar comigo. Ou vão? O fato é que a tal a felicidade pode ser um atributo para se posicionar de uma forma positiva diante do mercado e da vida. Sei que o Eike Batista não é mais um bom exemplo, mas me lembrei dele, assim como me lembrei do Ricard Branson da Virgin e claro, de Silvio Santos. Negócios sérios não precisam de gente sisuda tomando conta.



Pelo menos para alguns produtos que se posicionam nessa linha e usam esse discurso, seguindo seus valores, a fórmula da "felicidade"cativa boa parcela de consumidores e clientes. Ora, bolas, ninguém quer, por exemplo, sair de uma loja de roupas se sentindo mal, não é mesmo? No caso da específico da moda, uma roupa nova é como uma pele nova, simboliza um estado de espírito, um ânimo renovado, uma postura social, um visual diferente. Coisas para o velho e bom Freud analisar...

Com certeza, não dá para falarmos em indústrias químicas felizes, por exemplo, dá? A Braskem até tentou, numa campanha publicitária mostrando seus empregados sorridentes. Achei uma beleza. Mas a química é poluente, não é? Temos essa percepção geral mesmo que todos nós utilizemos de seus benefícios e mesmo que estejam fazendo de tudo para serem "sustentáveis"ou "verdes". E podem apostar, que estão - ao menos na dimensão ambiental. É mais ou menos como a indústria do papel e da celulose. Outra que tem fama de vilã, mas é de uma competência técnica invejável (acho que serei atacado por escrever isso). 

Talvez seja a história do copo meio cheio ou copo meio vazio, conforme a percepção de cada um em determinado momento. Olhar de forma positiva para o mercado, mesmo quando a economia está na UTI e as empresas estão com as barbas de molho pode parecer tolice ou ingenuidade. Mas o Brasil e o mundo já viveram crises e alguns empreendedores e algumas empresas souberam investir de forma correta para liderar a próxima fase de progresso e otimismo. O que vai acontecer, certamente. Tudo é uma questão de tempo, administração competente e visão de futuro. Podem apostar.

Algumas marcas sabem fazer esse discurso e também sabem cativar seus clientes com produtos que nos deixam realmente mais felizes e contentes. Otimismo é um bom atributo para qualquer marca, na minha opinião, mesmo em tempos de crise e desconfiança. Mas as lideranças também precisam ser otimistas e inspirar confiança pois quem faz as marcas ganharem vida, são pessoas de carne e osso e... sonhos! Ufa, falei. Há tempos queria escrever novamente algumas novas linhas sobre o tema. 



E você meu (minha) leitor (a), o que achou desse texto?

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