quinta-feira, 30 de julho de 2015

Morre a GVT. Viva a VIVO!

 
 
 
Amos Genish é um guerreiro. Ex-militar do exército de Israel e criador da marca GVT, tornou-se CEO da Vivo e já está dando novos rumos à marca da operadora. Com carta branca de seus compradores (que pagaram 22 bilhões de reais pela GVT) e o convite para assumir a presidência da empresa, este líder vai matar sua antiga criação e sumir com a marca GVT . Para a tristeza de alguns de seus funcionários mais próximos. Contudo, a cultura GVT deverá contaminar essa nova Vivo.

Nos planos, a redução da terceirização de funcionários para contratá-los diretamente. Um passo importante para o resgate da confiança nos serviços e em melhores resultados da Vivo - ao menos na parte humana do negócio. Se as equipes de campo da GVT eram quase que totalmente próprias, na Vivo eram quase que todas terceirizadas! A Vivo vai começar a reduzir esses contratos com os terceiros e pretende, em menos de um ano, trazer 2 mil colaboradores para sua folha de pagamento e elevar para 40 mil pessoas o seu quadro direto. Dessa forma, com gente Vivo, vestindo a marca, a cultura deve renovar seu valor e seus apelos e fazer frente aos desafios do setor no atendimento aos clientes. Vão precisar de muito team building e integração, pois as equipes GVT e Vivo ainda estão se conhecendo. 

Claro, tudo isso vai demandar uma bem montada estratégia de comunicação interna. Como Amos Genish parece não temer missões desafiadoras e seu estilo aponta para decisões rápidas de comando e mobilização (como nas disputas armadas) ele já está construindo essa nova Vivo: 1000 pessoas se envolveram no plano inicial de trabalho pós fusão.

A NET (do mexicanos América Móvil) que se prepare, pois entre os planos da Vivo de Amos Genish novidades. Novos produtos e serviços integrando celular, banda larga, telefone fixo e TV por assinatura com pacotes numa única conta e atendidos pelo mesmo call center ganharão a marca Vivo. A Vivo vai ser digital, pra valer e gerar lucro para seus acionistas. E precisa, pois o Whatsapp do Facebook não está para conversa fiada e vai roubando o mercado das operadoras.

Missão dada, é missão cumprida para Amos Genish. Vamos acompanhar de perto essa história pois a Vivo sempre teve um potencial afetivo de marca que me parece nunca ter sido realmente utilizada, perdendo-se pelo caminho.



2 comentários:

Anônimo disse...

Funcionários da gvt roubam mais a própria firma q trabalha, cabos , aparelhos estocados em casa...por isso q estao tds c carrao do ano...nao vao trabalhar ficam ate 12h e depois faz um servicinho p constar planilha, ainda cobra um dinheiro extra p o consumidor p aumentar os megas, na minha rua msm tem um desse..esse funcionáriode jacarepagua freguesia. Um absurdo

Luiz Antônio Gaulia. disse...

Prezado (a), creio que sua denúncia é grave e deve ser enviada para os canais de Ouvidoria da própria empresa, ok? Com certeza vão dar atenção.