terça-feira, 21 de julho de 2015

Reputações descendo a ladeira.

Difícil olhar marcas eu eram meus cases em sala de aula, estampadas em fatos policiais nos grandes jornais, com líderes cujas fotos se misturam a inquéritos e situações sombrias. Sabemos eu desde a construção de Brasília, muitas empresas podiam ter alguns deslizes nas suas contabilidades. Mas  atualmente vemos um verdadeiro circo de horrores, envolvendo grandes ícones brasileiros, verdadeiras referências na história da indústria da construção. Vamos torcer pela cristalina justiça, com direito a defesa integral e a clareza dos fatos e das provas.


Como o mercado se auto regulamenta, muita marca nova de dentro do Brasil ou de outros países poderá ocupar espaços com a derrubada de reputações  em curso. Uma renovação pode fazer muito bem ao país.

5 comentários:

Anônimo disse...

Não vai escrever sobre a TOSHIBA?

Luiz Antônio Gaulia. disse...

Sim, já escrevi hoje, há pouco. Confira!

Anônimo disse...

Barbaridade! A A. Gutierrez utilizava pagamento de propinas como modelo de negócio, e Flavio David Barra e Otávio Marques de Azevedo eram responsáveis por, em nome da empreiteira, praticar crimes de corrupção e lavagem de dinheiro", diz o MP . "Mesmo depois de revelada a Operação Lava Jato, inclusive com a prisão de diversos empreiteiros em novembro de 2014, a Andrade Gutierrez continuou com a sistemática de pagar vantagens indevidas, segundo a REVISTA VEJA dessa semana!

Anônimo disse...

Vexame sobre vexame. segundo a Revista VEJA, de acordo com a delação colaborativa dos empresários presos pela PF:Em acordo de delação premiada, Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, um dos executivos da japonesa Toyo Setal, confirmou que participava de um cartel de empresas que comandava as obras da Petrobras e, em contrapartida, entregava uma parte de seus ganhos aos partidos do governo - exatamente como disseram o ex-diretor Paulo Roberto e o doleiro Youssef. No caso da empresa japonesa, o "acerto" era feito com o diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque. Militante petista, Duque foi alçado ao posto por indicação deJosé Dirceu, ex-ministro-chefe da Casa Civil, atualmente cumprindo pena de prisão por corrupção. Duque seria o responsável por pegar a parte do PT junto às construtoras. "Os pagamentos se deram de três formas: parcelas em dinheiro, remessas a contas indicadas no exterior e doações oficiais ao PT", declarou o empresário.

Anônimo disse...

As marcas demoram para construir reputações. Mas para serem derrubadas é como uma lufada de vento...