domingo, 30 de agosto de 2015

Dentista criativo?

Um velho jeito de colocar seu telefone disponível, em destaque, mas com a "cara" (ou o sorriso?) da área de atuação do cliente. Um cartaz de rua capaz de dar seu recado. Simples criatividade, lá do Canadá. Show de bola!

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Comunicação face a face.

A grande barreira da comunicação interna nas organizações sempre foi o diálogo. Mesmo com as novas tecnologias e a possibilidade de integrar veículos impressos e eletrônicos, numa avalanche de informação por meio de programas de televisão, mídias eletrônicas, jornais, murais, cartazes e folhetos, o desafio a ser vencido continua sendo o da comunicação face a face.

Conversar deveria ser a mais sublime das experiências. A melhor das formas de fazer fluir a comunicação e de esclarecer quais as informações mais relevantes para os colaboradores. De tornar mais tangível o papel de cada empregado na construção dos resultados, de tornar mais clara a estratégia dos negócios. O diálogo interno, frente a frente, olho no olho, deveria ser o método mais simples para um bom feedback, a troca de percepções sobre problemas e oportunidades, canal de motivação e apoio, integração dos times de trabalho.

O fato é que a comunicação face a face carrega não apenas o lado racional dos profissionais, mas lida também com o lado emocional dos seres humanos. E essa convivência nunca foi fácil no mundo industrial, de tempos mecânicos, ordens e ações controladas. Entre as decisões objetivas e as palavras diretas de comando e cobrança encontramos um conjunto de sentimentos. Nosso inconsciente é um comandante invisível a nos acompanhar.

Por isso, a comunicação interna começa pelo diálogo, na busca permanente para facilitar a conversa produtiva, da qual tiramos conclusões, mas também de onde tiramos a compreensão do mundo dos afetos e das emoções. É o lado emocional que nos faz tomar atitudes, partir para a ação. O racional nos indica o caminho, mas a força de vontade, com significado e relevância, repleta de entusiasmo e energia é fruto da nossa emoção. E são as palavras as únicas capazes de nos emocionar. É pelo diálogo que iremos vencer desafios.

O melhor remédio para a tão difícil comunicação face a face ainda é aprender a ouvir, aprender a conversar. Aprender que muitas vezes o outro é o nosso espelho.

Comunicação direta, energia e movimento.

O VII Fórum Docente da Estácio foi mais uma vez um grande sucesso. Reuniu mais de mil professores de todo o Brasil para discutir sobre as melhores práticas pedagógicas, sobre inovação, sustentabilidade, excelência e colocou mais uma vez a academia em sintonia com a gestão. Um belo trabalho e um exemplo de comunicação e de integração entre academia e gestão. 


Além disso, em um ano de incertezas, esse investimento comprova a dedicação de uma marca em oferecer o melhor para seus alunos, professores e para a sociedade.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Era uma vez o bom humor.

Propagandas de mau gosto existem. Algumas são escancaradamente ruins, inquestionáveis no seu linguajar e no apelo visual. Mas a onda do politicamente correto vai ganhando contornos exagerados, em todas os segmentos de negócios e também na sociedade em geral. O último exemplo foi a queixa contra a Bombril, no filme comercial com as humoristas Monica Iozzi e Dani Calabresa, ladeando a cantora Ivete Sangalo e "zoando" as habilidades masculinas.


Absolutamente exagerada a ação e a polêmica pela suposta ofensa ao homens. Eu não vi nada disso no vídeo. A ideia era valorizar o protagonismo feminino, mas alguns sentiram-se perseguidos e foram até o CONAR. Fazer publicidade ficou mais difícil, com certeza. Assim como escrever peças teatrais, declamar poemas nas ruas, criar peças artísticas e desenhar cartoons...

domingo, 9 de agosto de 2015

Comunicação face a face: o bloqueio continua?

"Foram muitas as ocasiões em que os eres humanos mudaram o mundo mudando a maneira como conversavam" escreveu o historiador Theodore Zeldin em seu pequeno mas maravilhoso livro denominado "Conversações". Sim, uma conversa pode mudar muita coisa. Isso não deveria ser novidade, mas ainda é, em pleno Século XXI. Ao visitarmos um mercado oriental, seja na Turquia ou no Marrocos podemos perceber como a negociação dos preços das mercadorias ainda guardam o desejo de conversar e conhecer os compradores não como clientes, mas visitantes de regiões distantes que buscavam nos antigos mercados a possibilidade de trocas intensas com culturas e conhecimentos variados. Estamos hoje mergulhados profundamente na rede eletrônica mundial de conversas e vamos vivendo outra mudanças. Contudo, conversar frente a frente, olho no olho, face a face, continua sendo uma barreira para as empresas e as organizações, públicas ou privadas. Continua sendo uma barreira difícil para cada pessoa no momento no qual o relacionamento deixa de ser virtual para ser real. Deixa de ser intermediado para ser direto. A comunicação interna tem esse grande desafio: vencer barreiras e não só convidar os empregados a conversarem mais, como a conversarem melhor, sem medo de expressar suas percepções trazendo o melhor de seus potenciais para as mesas de reuniões e corredores. A conversa organizacional ainda não chegou no seu ponto ótimo, pois ainda não sabe como cada um dos profissionais lida com suas próprias barreiras emocionais ao ser encarado por palavras com as quais desconhecia os efeitos inconscientes.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Lamborghini: carrões e...celulares!

É um carro? É um avião? Não, é um celular da Lamborghini, marca de automóveis luxuosos e especiais para poucos privilegiados. Nesse mesmo espírito, nesse mesmo look and feel da marca, o Torino Lamborghini 88 é um gadget de preço alto para quem quer jogar conversa fora ou  impressionar numa mesa de reunião. São US$ 6 mil, algo hoje em torno de 18 mil reais.


Misturando couro e metal, imitando em miniatura a sofisticação de alguns dos carrões dessa famosa marca italiana, esse aparelho complementa a indumentária de quem deseja ostentar: este é um celular que não passará despercebido. Assim como um Lamborghini sobre quatro rodas.


domingo, 2 de agosto de 2015

Sustentabilidade da marca.

As marcas só se destacam através da sua história, da sua genética singular. Os produtos podem ser similares, os preços aproximadamente iguais, o público-alvo idêntico, mas a proposta de valor sustentável vai fazer a diferença pois estará baseada numa cultura. E cultura é o que faz uma marca ter vida, ganhar espaço, simpatizantes, admiradores. A cultura nasce na organização mas ganha sua reputação e seu valor no mercado.

Leia mais, acesse: Branding.