terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Thinking about branding

Branding is important. Why? Because it is more than a logo or a beautiful package design. It is more than a good marketing strategy. It is more than a creative advertising or some smiles at your store. It is more than quality in your product. It is more than a Black Friday promotion. Your brand is your soul, more than your DNA. Your brand translates your vision of the world, shows how you deliver your promise and signs your unique identity to all of your stakeholders.

To think about branding here are two quotes about this competitive advantage that transforms companies into remarkable global case studies. 



quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Acredite. É possível ir além.

Inovação tem sido um atributo desejado de diferentes marcas. Empresas buscam um diferencial através de uma inovação capaz de gerar resultados e colocar uma marca de forma única na cabeça e na memória das pessoas. O walk man da SONY fez isso. A 3M também. A Apple faz isso. A Red Bull idem. A Tesla Motors e a SpaceX estão nessa busca, assim como outras empresas como Embrapa e Fibria, aqui no Brasil e no mundo e que mergulham em pesquisas e desenvolvimento de novos produtos, modelos, processos, serviços e estimulam toda a hierarquia das organizações para pensar o novo.

Mas é a genialidade humana a maior alavanca de todas para a inovação. Para pensarmos diferente, questionando a lógica e até revolucionando a física, a química, a biologia. Para criar coisas inimagináveis até bem pouco tempo e avançarmos para um futuro de potencialidades ilimitadas. O impossível é possível, duvida? Essa é a mensagem deste fechamento de um ano complicado para a economia no Brasil, mas sempre surpreendente em potenciais e oportunidades, para os inventores, os criativos, impacientes e visionários. E para cada um de nós. Basta acreditarmos em nós mesmos! Na nossa capacidade de inventar soluções e descobrir caminhos novos. Sim, é possível fazer de um limão uma limonada, assim como é possível sonhar e colocar o sonho de pé, quebrando paradigmas e levando a humanidade a novos patamares civilizatórios. Eu poderia dar diversos exemplos por aqui, ao longo da nossa história humana, mas um deles pode celebrar o ano novo que vai chegando com renovado entusiasmo.



Robbie Madison que já foi o dublê do 007 nos cinemas é o escolhido deste post. Depois de dois anos tentando, conseguiu botar a sua motoca correndo sobre as águas e até surfar algumas ondas no Tahiti. O que parecia impossível e limitado foi colocado para escanteio e tornou-se mais um belo exemplo da iniciativa, da liberdade de criar e pensar o novo e ampliar as fronteiras, empreender.

Veja mais aqui.



Quando te disserem que não é permitido ou não dá pra fazer, desconfie. Siga seu instinto e sua intuição. Tente, tente mais uma vez, faça o impossível acontecer! Nossa livre iniciativa e nossa genialidade transformam sonhos em realidade e são capazes de ampliar horizontes. 

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

A conversa fiada da comunicação interna.



O título acima não é uma piada. É a mais pura verdade. Contudo, muita calma nessa hora! Quero explicar melhor a provocação nas linhas abaixo, a fim de resolver o aparente mal estar.

Acompanhem comigo. Se a comunicação face a face pode ser considerada como a base de qualquer sistema de comunicação interna organizacional, a tal “conversa fiada” não deveria ser percebida como alguma coisa negativa. Sei que o “jogar conversa fora” é sinônimo de perda de tempo para gestores cujo foco é alcançar a produtividade máxima, mas uma boa conversa baseada na confiança mútua é a força motriz do entusiasmo e da motivação, além de ser a melhor dinâmica para o entendimento e o alcance das metas e a superação de desafios, bem como a alavanca de times de alta performance. Muito diferente do simples cumprir ordens ou do escutar o monólogo do chefe, sem dar um palpite sequer.

Saber dialogar é saber fluir numa via de mão dupla, aberta, uma vez que “dois monólogos não fazem um diálogo” como já foi escrito outras vezes, pelos colunistas da ABERJE. Por isso, a conversa fiada nos ensina a tecer um vai e vem de troca, de esclarecimento mútuo e de colaboração, cooperação e redução das fofocas de corredor. Ora, o que é a maledicência e o sarcasmo do ti ti ti nos corredores das empresas, senão o resultado patente da falta de confiança nos canais oficiais de comunicação interna? Quanto prejuízo as empresas não têm com conversas decoradas, sem energia ou crença real nas palavras, quase como num baile de máscaras?

O fiar de uma conversa é portanto, a possibilidade de se valorizar o diálogo enquanto escuta atenta do outro interlocutor, percebendo a riqueza de pontos de vista diferentes e muitas vezes inovadores. Uma conversa fiada na base da confiança substitui o simples disparo de informações e encerra em definitivo com o antigo conceito de um emissor enviando uma mensagem para um receptor passivo.

Assim, a comunicação interna de sucesso será aquela que sabe tecer vínculos confiáveis, construindo redes de conversação. Não é esta a grande dificuldade da maioria das empresas? Saber conversar de forma confiável, produtiva e sem a hipocrisia e as disputas de poder e vaidade entre as áreas?

Uma conversa capaz de fiar o tecido organizacional, costurando o mosaico das partes para compor o todo, perseguindo um resultado comum. Em busca de uma marca mais admirada e valiosa. O saber conversar deve ser entendido como a competência necessária da gestão para tecer relações que compartilhem conhecimentos, reconheçam e revelem potencialidades, respeitem múltiplos pontos de vista, esclareçam os objetivos do negócio, bem como as mudanças nas rotinas e nos processos de trabalho. Praticada através de feedbacks produtivos e programas frequentes de gente e gestão, que estimulem líderes comunicadores e facilitem o diálogo entre os times de trabalho, tornando-os mais integrados, engajados e eficientes.

Ou seja, a comunicação interna deve ser sim, uma bela conversa fiada!

domingo, 6 de dezembro de 2015

PodCycle.

Um grupo de engenheiros de Santa Catarina está prestes a materializar um empreendimento inovador, sob a forma de um carro elétrico. Através de um crowdfunding ou uma "vaquinha digital" conseguiram levantar R$ 75 mil para financiar o projeto.
Ou seja, agora, o PodCycle, um carrinho que leva duas pessoas, pesa 650  quilos, um porta-malas que acomoda 200 litros de bagagem e é movido por um motor elétrico de 68 CV de potência, com autonomia de 100 km pode deixar de ser apenas um projeto e chegar ao mercado. Parabéns para esses empreendedores e para anova marca!