sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Áudio branding.

Uma marca deve ter uma personalidade definida, única e deve ser como um (a) amigo (a) que a gente já conhece faz tempo. Ele (a) nos entende e nos convida para sua casa, nos recebendo bem, com hospitalidade, conforto e atenção aos nossos gostos e ao nosso jeito de ser. Um (a) amigo (a) é assim, nos conhece e não querer nos empurrar alguma coisa que não combina com o nosso gosto e nem vai querer nos enrolar. Ele (a) sabe inclusive nosso gosto musical, aquile som ideal que nos inebria e nos faz sonhar, relaxar, dançar na hora certa. Aliás, a música é um apelo e um convite sensorial importante para as marcas. Mas muitos gestores de marca não percebem esse estímulo como deveriam. Qual a trilha sonora da sua marca? 


Ela é uma valsa suave e flutuante ou é um rock pesadão? Ela é um samba cheio de ginga e balanço ou é uma trilha de jazz experimental, inovadora? Se uma marca deve ser como uma pessoa e essa pessoa tem que ser conhecida pelos seus interlocutores, ela não deve surpreender ninguém com um comportamento fora das expectativas, não é mesmo? Então, qual a música que ela curte? Qual a música que tem a cara dessa pessoa? Dessa marca?




terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Reputação em revista.

Uma nova e bela publicação da MakeMake chega ao mercado para falar sobre reputação.  Acesse e conheça, clicando aqui.



Um prazer poder participar dessa primeira edição...e de muitas outras. Em meu artigo, escrevo que a reputação é como uma conta bancária: vamos depositando uma reserva moral e guardando uma espécie de poupança de credibilidade para quando uma crise acontecer e precisarmos sacar dessa conta. Se a crise é muito grande, corremos o risco de entrar no cheque vermelho e ficarmos inadimplentes. Mas se a crise é leve, vamos administrando esses saques com novos depósitos e um histórico de saldos positivos.





sábado, 20 de fevereiro de 2016

Apple x FBI?

Nos Estados Unidos, todas as empresas de tecnologia e telecomunicações são obrigadas a colaborar com os órgãos governamentais nas investigações de crimes e casos de terrorismo. Assim, marcas como Google, Microsoft, Verizon, AT&T e a Apple são impactadas por decisões das autoridades e devem facilitar a entrega de informações de seus clientes e a abertura de dados privados sobre usuários suspeitos de atos terroristas e criminosos. Nesta semana, a Apple recebeu uma intimação que é uma grande novidade nesse tipo de colaboração. O Tribunal da California obrigou a empresa, a pedido do FBI, a polícia federal norte-americana, a desenvolver uma espécie de "chave-mestra" para o desbloqueio de um aparelho iPhone 5C utilizado pelo assassino que fuzilou 14 pessoas, em dezembro de 2015, em conjunto com sua esposa, também terrorista. A Apple até o momento negou-se a colaborar argumentando que essa ordem abre um precedente perigoso contra a privacidade dos usuários. Seu presidente, Tim Cook mostrou-se veementemente contra a ordem judicial defendendo que esse programa, criado por causa de um único aparelho, iria tornar-se a chave para acesso de milhares de aparelhos e iria colocar em risco o próprio modelo de negócio da companhia. A empresa também publicou uma carta aberta em seu site sobre o caso, para alertar seus clientes em todo o mundo.



O presidente da Google, Sundar Pichai, também saiu em defesa da Apple, tuitando seu apoio. 


A pergunta que vai ficando no ar é se as ordens de juízes podem obrigar um Facebook a abrir informações pessoais  que possibilitem diminuir riscos ou atentados criminosos? Se um Google ou um Bing deveria enviar para a polícia uma lista de pessoas que teriam pesquisado o termo "Estado Islâmico" ou "FARC" ? Só para recordar, m caso brasileiro semelhante e bem recente: o WhatsApp foi tirado do ar por desobedecer uma ordem judicial  de entrega de dados, lembram?

As crises são assim: mudam conforme o segmento de atuação de uma empresa e impactam as marcas globais de forma global. A questão entre segurança e privacidade é um debate permanente no setor de tecnologia e telecomunicações. Uma coisa é certa, em todas as áreas: o Governo vai estar sempre criando novos tipos de crises e riscos para os negócios. 

E você, o que acha disso tudo?

domingo, 14 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Retrofit na revista Playboy.

A revista Playboy teve que se adaptar ao já nem tão novos tempos da web. Se o negócio da publicação era trazer mulheres nuas, a internet hoje faz isso gratuitamente de forma muita mais explícita e chocante. Agora as páginas não vão mais apresentar nus frontais nem modelos extremamente maquiadas e perfeitas em suas curvas cheias de photoshop. Num visual mais alinhado ao mundo digital, a foto de capa da nova edição americana traz o estilo selfie Snapshot já na capa.


 A mudança marca um novo tempo e rompe com toda a tradição da revista. Foi no final do ano passado que os editores começaram a repaginar a Playboy percebendo a tempo que uma nova geração não via mais nenhuma novidade no jeitão porno da revista. A escolhida da capa é a modelo Myla Dalbesio que fez a sua própria foto, bastante comportada em comparação com o histórico da revista fundada em 1953.

 O resultado poderá ser visto pelos leitores e leitoras brasileiros em março, agora não mais pela editora Abril que deixou de comercializar a revista.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Carnaval das marcas.

A folia momesca é uma verdadeira instituição nacional. Mais do que uma festa, ela faz parte da nossa cultura e por isso vai além do gostar ou não gostar. O Carnaval é assim um período que faz parte do imaginário brasileiro, momento de mistura, de encontro entre os diferentes e faz parte também do calendário de efemérides e das ações de marketing e relacionamento das empresas. O Carnaval precisa estar na mídia, na publicidade e nas redes sociais das marcas. Nem todas pensam nesse planejamento. Eu selecionei, na sequencia, alguns exemplos de mensagens carnavalescas de diferentes marcas. Salve o Rei Momo!
O Boticário sugere batons com as cores da alegria momesca. Aproveitando a data com um foco comercial. Assim como a Nivea e seu protetor solar. Para pular o Carnaval sem se queimar. 




As cervejarias aproveitam para vender umas latinhas a mais (sempre com moderação, por favor!).





Outras marcas passam apenas uma mensagem para registrar a folia em seu calendário. Como a Avianca - cujas cores da peça me passaram a sensação de estarmos numa festa do chocolate. 



Mas outras marcas falam mais diretamente com seus clientes e consumidores dando um recado de beleza e auto estima. Como a Beleza Natural. Bem legal!



quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

A Guinness foi uma das primeiras cervejas a imprimir e fornecer rótulos de seus engarrafadores para garantir ue os donos dos pubs não misturassem  vários tipos de stouts juntos para tentar passá-las como uma Guinness. Aqueles que vendiam outras cervejas do tipo stout não tinham o direito de levar o rótulo padrão, com a marca Guinness. A defesa da marca começou cedo, tendo uma preocupação com o padrão do produto a fim de garantir uma diferenciação exclusiva.
 


Desde o rótulo original, a estampa passou por muitas variações ao longo dos anos , mas até hoje todos os rótulos são marcados por três itens: a assinatura de Arthur Guinness, fundador dessa cevejaria irlandesa, em 1821; o símbolo com a lendária harpa e o príprio nome; hoje, já reconhecido no mundo inteiro.
A harpa, só para lembrar, é o emblema nacional oficial da República da Irlanda e desde 1876 faz parte da identidade da Guiness.

A marca faz parte do portfolio da Diageo.