sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Áudio branding.

Uma marca deve ter uma personalidade definida, única e deve ser como um (a) amigo (a) que a gente já conhece faz tempo. Ele (a) nos entende e nos convida para sua casa, nos recebendo bem, com hospitalidade, conforto e atenção aos nossos gostos e ao nosso jeito de ser. Um (a) amigo (a) é assim, nos conhece e não querer nos empurrar alguma coisa que não combina com o nosso gosto e nem vai querer nos enrolar. Ele (a) sabe inclusive nosso gosto musical, aquile som ideal que nos inebria e nos faz sonhar, relaxar, dançar na hora certa. Aliás, a música é um apelo e um convite sensorial importante para as marcas. Mas muitos gestores de marca não percebem esse estímulo como deveriam. Qual a trilha sonora da sua marca? 


Ela é uma valsa suave e flutuante ou é um rock pesadão? Ela é um samba cheio de ginga e balanço ou é uma trilha de jazz experimental, inovadora? Se uma marca deve ser como uma pessoa e essa pessoa tem que ser conhecida pelos seus interlocutores, ela não deve surpreender ninguém com um comportamento fora das expectativas, não é mesmo? Então, qual a música que ela curte? Qual a música que tem a cara dessa pessoa? Dessa marca?




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