sexta-feira, 15 de abril de 2016

Interatividade e comunicação total.

A nova marca da companhia de telecomunicações Oi multiplicou-se me várias variáveis e ganhou contornos dinâmicos e maleáveis. A proposta buscou transmitir em seus formatos móveis e variados a interatividade, a conectividade, a mobilidade de um mundo cada vez mais mobile e antenado. A proposta do novo traçado da marca, com design mais colorido, informal, próximo e muito "fluído" é na verdade uma família de marcas. As marcas novas foram  desenvolvidas pela Future Brand em conjunto com a Wolf Ollins. O contraste com a marca anterior (com seis versões em cor sólida amarela) é gritante. Agora, são mais de setenta modelitos variados. O brand book deve estar literalmente insano para as áreas de operações e diretorias com pouca afinidade com o mundo do design e das identidades visuais, mas a proposta inova mais uma vez.
 


Evidentemente a concorrência não fica parada. E a TIM também está de mudança com uma nova identidade espalhada pelos outdoors das cidades. Totalmente diferente da sua concorrente, a TIM redesenha de forma sólida os antigos contornos ondulados na cor vermelha sugerindo um sentido de concretização para a convergência de mídias. Cada companhia, uma cultura. Cada marca representando uma proposta de valor. Compare.








2 comentários:

Anônimo disse...

Com a crise da Oi, penso que a mudança de marca sinalizava uma crise de identidade diante de uma gestão já abalada financeiramente...premonição?

Anônimo disse...

A crise da operadora de telefonia Oi, agravada na última sexta-feira, 10, com a renúncia do presidente executivo Bayard Gontijo, pode levar três bancos públicos - BNDES, Caixa e Banco do Brasil - a perder cerca de R$ 12 bilhões, apurou o jornal "O Estado de S. Paulo"