segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Desafios da sustentabilidade organizacional para 2017.



Um dos grandes desafios organizacionais para 2017 continuará sendo a sustentabilidade. Eu não estou simplesmente falando do entendimento do termo, que já é bastante difícil para muita gente pois cada um tem uma ideia na cabeça e a mídia nem sempre explica do que trata exatamente essa tal sustentabilidade, mas para além disso, a sustentabilidade enquanto prática diária entre os colaboradores e seu trabalho. O problema imediato é a atenção dos empregados para a sustentabilidade enquanto uma atitude rotineira e inserida de forma transversal no dia a dia de cada área. Entendo que muitas das metas e objetivos específicos de cada departamento se distanciam da sustentabilidade por não considerarem esse tema como sendo de sua responsabilidade ou aparentemente estarem distantes de seu dia a dia.

Questões ligadas a sustentabilidade ambiental, por exemplo, parecem distantes do pessoal da área comercial em suas visitas aos clientes e na sua busca por mais pedidos e vendas. As diretorias jurídicas, um outro exemplo, podem não perceber que temas ligados à ética, transparência e direitos humanos estão inseridas não só dentro da organização como também na cadeia de valor e impactam profundamente suas atividades profissionais sendo temas vitais da sustentabilidade. No mundo ideal, todas as áreas de uma organização deveriam enxergar suas responsabilidades para com a sustentabilidade. Mas se diferentes equipes podem se perceber mais ou menos ligadas ao tema do que outras, como resolver essa questão?

É hora de simplificar as coisas.

Muitas empresas têm mania de dificultar processos, rotinas, fluxos. Talvez por receio de perder o controle e o poder muitos gestores sobem muros e estimulam feudos dentro da organização. Vamos simplificar! Um primeiro passo no meu entender é definir de forma simples e prática o significado do tema da sustentabilidade para que todas as pessoas na organização saibam do que se trata e como podem contribuir. Simplificar as coisas é um desafio dos gestores e também dos comunicadores. Traduzir o jargão embolado dos tecnicismos para o universo cotidiano deveria ser uma premissa de trabalho dos comunicadores organizacionais. Sempre lembrando que cada empresa em seu nicho de mercado pode ter foco maior ou menor em diferentes dimensões da sustentabilidade, uma definição mais ampla e abrangente facilita a comunicação interna e a disseminação das boas práticas individuais.

Num segundo momento, a definição do que no jargão das consultorias de sustentabilidade é a materialidade, ajuda a empresa a ter foco maior ou menor num determinado item ambiental ou em questões sociais específicas. Sabemos que as empresas já estão sobrecarregadas de impostos, taxas e regulações que se tornam um emaranhado burocrático penoso ao funcionamento do negócio.
Por isso, as questões econômicas e financeiras continuarão com peso maior nas decisões tendo o cuidado de se considerar não só a perenidade do negócio no tempo e as suas margens de lucro, mas o custo do capital investido, por exemplo, de forma ambientalmente responsável para que passivos ou acidentes ambientais não inviabilizem a continuidade das operações ou causem tragédias sociais sem precedentes. A BP viveu isso no Golfo do México e a Samarco continua sendo cobrada pelos seus erros. A Odebrecht também vive uma crise de sustentabilidade.

Sustentabilidade enquanto valor organizacional.

Se a sustentabilidade for inserida nos valores da organização, outro desafio será fazer com que os colaboradores integrem as considerações sociais e ambientais em seus hábitos e comportamentos. Uma cultura baseada em valores e na sustentabilidade não se consolida com quadros emoldurados nas paredes ou totens com os valores espalhados pelos corredores. Por mais que essas peças de comunicação interna sejam vitais, elas sozinhas não bastarão para fazer as coisas acontecerem de fato. O fosso entre discurso e prática deve ser preenchido com bons exemplos e as lideranças ao invés de emitir ordens e mensagens em vias de mão única, devem buscar as qualidades e as virtudes que já existam nas pessoas, nos profissionais contratados. É por isso que programas de estágio e de trainees possuem uma responsabilidade única na formação de profissionais por toda a sua vida.

Pensemos nos primeiros dias de trabalho de muita gente. Olhos abertos, ouvidos atentos e curiosidade total para aprender e fazer o melhor. Mas com o tempo, muitas organizações queimam essa vantagem da largada e seus sonolentos processos burocráticos e de comunicados distantes da realidade do dia a dia dos empregados transforma tudo em baile de máscaras. A sustentabilidade que era um ato de saber e querer cuidar, torna-se um lero lero sem fim e enfadonho que acaba por resultar num belo relatório anual que ninguém vai ler. Mas que deu um trabalhão! Estou mentindo? Precisamos vivenciar os valores e não apenas decorar trechos da missão, da visão...

Depois de uma certa idade e de experiências profissionais vividas em diferentes empresas, as pessoas terão maior dificuldade em mudar seus hábitos, seus comportamentos. Mas se a empresa apostou na contratação desses talentos, as lideranças devem facilitar e permitir que o melhor de cada pessoas possa florescer. A sustentabilidade enquanto um valor organizacional vai se alinhar de forma natural aos anseios dos bons profissionais, uma vez que através de um trabalho de comunicação interna permanente, contando as histórias e as boas ações das pessoas na organização, um ambiente mais aberto para que cada um demonstre seu talento pode ser criado. A inovação surge de ambientes assim e sustentabilidade nos exige inovar para resolvermos problemas que não tínhamos há alguns anos.

A maior vantagem competitiva.

Evidentemente que capacitações, treinamentos e a disseminação de conhecimento formarão a base para que as pessoas percebam como contribuir individualmente na grande visão geral dos objetivos e estratégias de sustentabilidade da empresa.Orientar os empregados desde a sua chegada, day one, na fábrica, no escritório da unidade, na loja, na usina, no campo de colheita, na mineração e também na holding é potencializar a descoberta de como os interesses e as virtudes de cada pessoa podem ficar integrados aos objetivos da organização. Reforço mútuo, potencial e performance ampliada.

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Se o desafio de 2017 é o de fazer a sustentabilidade acontecer de fato, a maior vantagem competitiva das empresas não está naquela última ferramenta eletrônica ou equipamento operacional que o concorrente também vai comprar. A maior vantagem de uma empresa vitoriosa, de uma marca admirável será a inteligência de suas pessoas. Pessoas comuns realizando feitos extraordinários!

domingo, 18 de dezembro de 2016

O que podemos esperar para a comunicação interna no ano de 2017?




Para 2017 eu aposto num crescente uso de imagens e vídeos e uma redução cada vez maior de textos longos e informativos insossos. A agilidade do mundo digital demanda formatos e linguagens capazes de passar recados de forma instantânea e é preciso comunicar em 140 caracteres recheados de apelos visuais. Como a UPS já faz nos EUA. Chega de chatice, mas fique sempre atento aos atributos visuais do seu brand book!

Os games também são outra linguagem que vai  proliferar, podem apostar. A mobilidade dos dispositivos e a potencialidade dos Apps facilitam o acesso de empregados aos sites corporativos e o recebimento de links, pesquisas, comunicados e mini games cuja interatividade pode não só informar, mas também educar de forma divertida e engajar os empregados.

Infelizmente, nem sempre as organizações publicarão mensagens bem humoradas. Se a velocidade já está na pauta de algumas lideranças quando se fala em comunicação interna, o bom humor ainda não entrou nessa história. Mas a criatividade não tem limites e publicitários podem ajudar nessa tarefa de transformar de vez os comunicados frios em peças vendedoras.

Outra tendência que considero sempre importante e insubstituível  para fazer as coisas funcionarem. Rodas de diálogo do tipo “Café com o Presidente” vão continuar em alta. As empresas vão descobrindo por pressão cada vez maior da sociedade e das crises que são e serão sempre empresas de comunicação e essa espiral começa pelo diálogo entre lideranças e times de trabalho. Gestores que ainda têm dificuldade de conversar precisam do apoio e do trabalho dos comunicadores empresariais para ganhar confiança e encarar as emoções envolvidas num diálogo face a face, desde um simples “obrigado pelo trabalho bem feito” até uma demissão.

Apesar de nenhum futuro gestor ser ensinado ou orientado nas faculdades de administração sobre como encarar uma conversa olho no olho, lidando com suas próprias emoções e a emoção do seu interlocutor, a comunicação enquanto ferramenta de gestão começa por saber dialogar. 

Resumo da ópera: a tecnologia não vai poder substituir esse contato humano presencial cujas reações, anseios, linguagem corporal e afetos são sempre um grande desafio.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Ego, inveja & Comunicação Interna.



Comunicação mexe com os egos. Mexe com as vaidades. Dentro das organizações, das empresas e instituições governamentais a inveja, por exemplo, é um sentimento avassalador. O sucesso de uns irrita profundamente os outros. O mérito de uns, bem como sua competência, abala emocionalmente os invejosos. A inveja existe e faz vítimas. Deixa no ar aqueles comentários que denigrem os outros, geralmente pelas costas. Sabemos muito bem falar mal e apontar aquilo tudo que está errado. Mas poucas vezes temos processos que parabenizem o trabalho bem feito, reconheçam o gasto de tempo, energia e os bons resultados alcançados.

Na luta por aparecer bem na foto, com aquele diretor ou mesmo com o presidente, sempre tem gente que perde a cabeça e só pensa em si, esquecendo que faz parte de uma organização. De um conjunto, de um time. Isso é verdade. Mas a inveja é um sentimento infernal, pois muitas vezes não faz o ofendido correr atrás do seu prejuízo e mostrar mais competência. Não, é mais fácil maldizer o vizinho da baia, o outro gerente, o gestor promovido. Não tem jeito, isso é humano.Precisamos cuidar das nossas palavras.





O pior dos mundos, entretanto, é quando esse sentimento ou esse conjunto de sentimentos transforma o dia a dia da organização num baile de máscaras e numa disputa velada de poder. Hipocrisia para todos os cantos. Sarcasmo em cada entrega bem-sucedida (dos outros, é claro).

Como a comunicação interna pode ajudar nisso? Difícil. Depende de cada pessoa e as pessoas não têm manual do tipo: troque essa pecinha que a máquina vai funcionar sem erros. Nada disso.  Pessoas tem emoções e a inveja é um sentimento que tanto pode ser uma alavanca para melhorar o desempenho como pode ser um veneno. Faz parte do bicho homem. É natural.

Mesmo assim, um bom comunicador pode sugerir alguns remédios para tentar dissolver essa peçonha chamada inveja: reuniões de integração de equipes fora do espaço de trabalho; workshops e dinâmicas de feedback com consultores externos e preparados para situações de tensão, terapia empresarial – colocando lideranças para falarem sobre o sentir (esse é bem ousado, confesso). Dentre todas, principalmente uma ação: nunca ser o veículo que estimule comentários maledicentes dentro da empresa. 

Se é para falar, fale com a pessoa e não da pessoa é um lema antigo e conhecido. Resta ser cumprido à risca.

Comunicação Face a Face



A grande barreira da comunicação interna nas organizações sempre foi o diálogo. 
Mesmo com as novas tecnologias e a possibilidade de integrar veículos impressos e eletrônicos, numa avalanche de informação por meio de programas de televisão, mídias eletrônicas, jornais, murais, cartazes e folhetos, o desafio a ser vencido continua sendo o da comunicação face a face.

Conversar deveria ser a mais sublime das experiências. A melhor das formas de fazer fluir a comunicação e de esclarecer quais as informações mais relevantes para os colaboradores. De tornar mais tangível o papel de cada empregado na construção dos resultados, de tornar mais clara a estratégia dos negócios. O diálogo interno, frente a frente, olho no olho, deveria ser o método mais simples para um bom feedback, a troca de percepções sobre problemas e oportunidades, canal de motivação e apoio, integração dos times de trabalho.


O fato é que a comunicação face a face carrega não apenas o lado racional dos profissionais, mas lida também com o lado emocional dos seres humanos. E essa convivência nunca foi fácil no mundo industrial, de tempos mecânicos, ordens e ações controladas e continua um desafio no universo digital pelo qual falamos mais mas através de dispositivos intermediários. Sempre lembrando que entre as decisões objetivas e as palavras diretas de comando e cobrança encontramos um conjunto de sentimentos. Nosso inconsciente é um comandante invisível a nos acompanhar.

Por isso, a comunicação interna enquanto ferramente de gestão começa pelo diálogo, na busca permanente para facilitar a conversa produtiva, da qual tiramos conclusões, mas também de onde tiramos a compreensão do mundo dos afetos e das emoções. É o lado emocional que nos faz tomar atitudes, partir para a ação. O racional nos indica o caminho, mas a força de vontade, com significado e relevância, repleta de entusiasmo e energia é fruto da nossa emoção. E são as palavras as únicas capazes de nos emocionar. É pelo diálogo que iremos vencer desafios.

O melhor remédio para a tão difícil comunicação face a face ainda é aprender a escutar, ouvir de verdade o interlocutor e aprender a conversar. Não existe mais top-down mão única. O tempo atual demanda negociadores, influenciadores e lideranças exemplares.

Comunicação integrada ou comunicação estragada?


O maior desafio de qualquer empresa é a integração. Adoramos falar nela, mas na prática cada departamento quer mesmo é trabalhar de forma separada. Cada um no seu quadrado. Diretorias inteiras trabalham na lógica feudal, mesmo defendendo no discurso interno que integrar é melhor e que juntos poderemos chegar lá, nos tais objetivos empresariais. Só que não.

Na comunicação, claro, a regra é a mesma. Muitas vezes até pior. Mesmo que a marca da empresa - enquanto o ativo que todos deveriam defender -, seja o farol a guiar os empregados e todos os comunicadores, a verdade é que cada responsável por um tipo de comunicação quer mais é...fazer do seu jeito! Assim, o pessoal de marketing cria peças de varejo com imagens e apelos que nada tem a ver com o posicionamento da marca, pois não conversaram com o grupo que cuida do tal do branding; o pessoal de imprensa faz eventos sem consultar ou convidar outros comunicadores e os colaboradores ficam sabendo das notícias ao olharem o Facebook e o Twitter; a equipe de comunicação interna criar folheterias brincando com a logo da empresa como numa história em quadrinhos, sem prestar atenção no manual da marca e por aí vamos. 

Em tempos de diversidade, pluralidade a comunicação precisa ter símbolos, ritos, conceitos de marca, tom de voz e estilo integrados. As mensagens podem ser embaladas  de acordo com cada stakeholder, respeitando suas diferenças e hábitos, mas uma marca deve preservar seus atributos de forma a se manter reconhecida como se fosse uma pessoa, uma velha conhecida. Esse trabalho é de responsabilidade da comunicação corporativa, institucional e a integração é portanto, vital para seus sucesso.



Creio que cada um de vocês, leitores (as) deva ter um exemplo dessa fragmentação, não é mesmo? Integrar é uma proposta que mexe com o poder. Mexe com “ceder” uma parte para ganhar no conjunto. Farinha é pouca, meu pirão primeiro e cada um no seu quadrado, o fato é que cada área quer é chamar mais atenção para si e ficar bem na foto com a chefia, o diretor e a presidência. Comunicar de forma integrada é mais do que uma proposta que reduziria custos. Integrar as ações de comunicação externas e internas demanda o entendimento do significado que a marca representa. Quais seus atributos desejados, quais suas diretrizes e qual o propósito da companhia junto aos seus públicos de relacionamento?

Uma comunicação realmente integrada exige equipes sem barreiras, sem disputas de poder, de egos e de vaidades. Exige um processo permanente de team building, no qual todos se sintam ganhadores quando o trabalho sair bem feito. Exige que os próprios fornecedores e prestadores de serviços de comunicação estejam alinhados, compreendendo a essência da marca e os objetivos de longo prazo da empresa – mesmo que entregando resultados imediatos.

Ou a comunicação integrada garante uma conversa na mesma sintonia, no mesmo tom de voz com os diversos stakeholders ou ela vai ficar integrada apenas no organograma. Sem integração é muito pior, com estragos em termos de oportunidades perdidas e porque ninguém sabia o que o outro estava planejando fazer. E tudo isso vai impactando no clima de trabalho e até no futuro de equipes inteiras. Duvidam?

As marcas vitoriosas e admiradas, em tempos de crise ou de bonança, sabem que a comunicação integrada é alavanca para gerar mais valor percebido. Já a comunicação estragada tem a ver com marcas que estão ruindo em termos de reputação e retorno para o acionista. 

Como fazer uma Comunicação Interna mais eficiente?


Entra ano e sai ano, surgem empresas, negócios e marcas e a questão principal que atinge em cheio a maioria das organizações é a tal “Comunicação Interna”. Há tempos a Aberje e uma centena de profissionais se dedica a falar sobre o tema e a apontar caminhos para que a comunicação interna aconteça de forma eficiente, com planejamento e frequência em diferentes empresas e segmentos do mercado. Mas os problemas e as desilusões continuam, a cada nova turma de alunos ou workshops dos quais participo.
 
Em tempos cada vez mais digitalizados, a comunicação interna já deveria ser considerada página virada. Anos atrás, num artigo, declarei que a comunicação interna tinha acabado, pois o universo digital e a facilidade tecnológica tinham derrubado os limites entre o interno e o externo. Além disso, ao considerar o empregado como um ser “alienado” do mundo, quando no cumprimento da sua jornada de trabalho, a multiplicidade de características do ser humano é reduzida sem se perceber que o profissional, mesmo no ambiente organizacional, continua sendo um formador de opinião, um embaixador da marca da empresa e mesmo um cliente ou também um acionista, quem sabe um potencial prestador de serviços ou fornecedor numa multiplicidade de características.
 
Ou seja, um empregado não é apenas “um empregado”. Seus papéis sociais são variados, ricos e múltiplos. A complexidade dos cenários de comunicação nessa alta interatividade, instantaneidade e capacidade de viralização de conteúdos e opiniões pela rede, não nos permite mais uma comunicação top-down, considerada apenas como “interna”. Numa fábrica, um operador pode ser também pastor, pode ser sindicalista, pode ser um ator. Numa universidade, um professor pode ser um juiz, um desembargador, um pesquisador de renome internacional. Num escritório o colaborador pode ser um aluno de jornalismo, um blogueiro com milhares de seguidores. Todos, com certeza, estão conectados em redes e influenciam percepções de valor da marca. Assim, a tal comunicação interna não pode continuar fazendo ações arcaicas, atrasadas e sem acompanhar o timing do mundo on-line.  
 
Portanto, animem-se comunicadores! Há um enorme mercado de trabalho potencialmente valioso nessa direção, em qualquer segmento de mercado. A evolução da comunicação interna para o que eu chamo de uma comunicação integral está só começando. E ela é uma verdadeira revolução na direção do diálogo. Portanto, a resposta para a pergunta do título deste artigo é: não pense mais em comunicação interna, pense numa comunicação integral, em rede, como uma grande colaboração organizacional repleta de conversas que se interconectam. Fica mais complexo, com certeza.

Mas este é o mundo de hoje: mais biológico, do que mecânico. Menos máquina cheia de engrenagens frias e mais sistema vivo, quente, emocional, pulsante. O futuro poderá ser robótico, mas nunca mecânico, pois os robôs poderão sentir. De qualquer forma, o humano demasiado humano  nunca será substituído em sua consciência e seu coração.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Campanha contra o uso de animais no circo.


A publicidade pode ser usada para trabalhar causas humanitárias e também ambientais de forma impactante. Aqui eu reproduzo uma peça de propaganda cuja mensagem estimula o fim do uso de animais nos circos, na maioria das vezes uma processo de domesticação sempre muito traumatizante para os bichanos.