sábado, 27 de maio de 2017

A comunicação interna como ferramenta de gestão.


As facilidades da tecnologia invadiram os espaços empresariais de forma definitiva. Empresas de diferentes segmentos têm utilizado canais eletrônicos e as  redes sociais para divulgar informações, enviar dados e estimular as conversas de forma produtiva entre seus colaboradores, parceiros, fornecedores, bem como clientes, prospects e admiradores. Se as lideranças não abrem mão de criar grupos no WhatssApp para ficarem em contato com suas equipes (mesmo sabendo que esta plataforma não é recomendável para uma comunicação interna preocupada com a segurança de dados, confidencialidade e demais controles de acesso e leitura) as redes internas como Yammer, FB Workplace e Fluig, entre outras,  estão proliferando, independentemente do tamanho da organização.


A comunicação interna amplia suas fronteiras e ganha reforço com plataformas mais amigáveis e de custos de implantação em queda livre. A cada dia surgem novos aplicativos e novas soluções para viabilizar de maneira rápida os processos de trabalho e de diálogo entre os profissionais. O stress do imediatismo e do excesso de informações e estímulos surge como sub-produto dessa revolução digital mas a velocidade não respeita barreiras, pelo contrário, avança. A comunicação como ferramenta de gestão torna-se, no meu entender, cada vez mais comandada pelos algoritmos e muito em breve por robôs.

#comunicacaointerna #comunicacaocomempregados #yammer #redessociais #engajamento #endomarketing #comunicacao #RH #gente #colaboradores #gestores   
   

sexta-feira, 5 de maio de 2017

O que é #sustentabilidade?

De uma forma simples e prática eu defino #sustentabilidade como o saber e o querer cuidar. Se nós não sabemos como fazer, temos um problema técnico de aprendizagem, conhecimento. Se sabemos mas não queremos, temos uma barreira maior de vontade, desejo, motivação.  








#sustentabilidade #desejo #saber #comunicar #talkthewalk #sustainability #gauliaconsultoria #blog #valorcompratilhado #RSC

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Aproveite o seu dia!

Todo dia vale a pena. Cada minuto de vida é precioso. Aproveite seu tempo e coloque o melhor da sua energia em tudo aquilo que decidir fazer. 



#Entusiasmo #FazAcontecer #TrabalheMelhor #VivaMelhor #Sustentabilidade

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Assédio moral e a comunicação perversa.



As relações humanas integram várias dimensões. Seres humanos são ambivalentes por natureza e esta é uma das melhores características da espécie. Somos únicos e diferentes. Diversos. Plurais. Daí o nosso dom para a comunicação. Na palavra e no diálogo descobrimos o outro. Reconhecemos no outro nossas próprias limitações e nessa troca de opiniões e pontos de vista construimos as pontes para as relações humanas.

Nas empresas o diálogo é necessário. Os negócios precisam de um rumo definido, uma direção a ser seguida, uma troca permanente para se fazerem realizar. A missão corporativa e a aspiração que as organizações desejam ser precisam ser explicadas, compartilhadas e vivenciadas pelas equipes. Não podem ser confusas, pois o se o foco está nos resultados a premissa para o sucesso é saber como engajar as pessoas.

Mas as pessoas por mais racionais e objetivas que possam ser possuem um implacável diferencial: suas emoções. Sentimentos muitas vezes inexplicáveis e seus comportamentos pouco lógicos. Não é de hoje que o assédio moral existe, mas é recente a abordagem e a pesquisa sobre o tema, tão presente nas empresas públicas ou privadas, em ONGs ou nos gabinetes governamentais.

Qual a relação entre comunicação e assédio moral? 
Todas possíveis. Penso que a sustentabilidade das relações humanas de uma organização depende da qualidade de sua comunicação. Da excelência das interações, das trocas entre lideranças e equipes, colegas de trabalho. O assédio moral tem sua forma comunicativa. A comunicação perversa ou psicótica não é só feita por palavras mas na convivência diária entre as pessoas, o assédio tem comunicações não-verbais poderosas feitas pelos silêncios, olhares de desprezo, ironias, ordens difusas, cobranças sem sentido.

Chefes e colegas autoritários podem também misturar dois estilos perversos: as "broncas" intempestivas, públicas e notórias ou pequenas ameaças veladas por perguntas confusas - que não querem resposta alguma pois não foram feitas para serem respondidas -, e pelo uso de terceiros para enviar mensagens distorcidas ou pelo próprio mutismo. E como nada é explicado - tudo fica subentendido, restando a insegurança psicológica como a única certeza. A vítima perde forças, perde confiança e o equilíbrio.

Neste ambiente doentio, a comunicação perversa faz sua vítima: o funcionário torna-se o bode expiatório perfeito. Inseguro emocionalmente, sem base de apoio, com seu rendimento profissional abalado, ele é o condenado que vai fornecer a justificativa matemática para a sua demissão.
Soluções existem!
Mas, que ninguém fique triste, pois assim caminha a humanidade. Enquanto muitas empresas ainda estão perdidas no jogo dissimulado e perverso das chefias maquiavélicas, outras organizações, mais evoluídas, estão trabalhando com real interesse para eliminar o assédio moral. Canais de Ouvidoria, eleição de Ombudsman, programas de comunicação face-a-face, blog da Presidência entre outras soluções têm sido algumas das práticas adotadas. 
Pelo bem das empresas, pelo bem das equipes. Pela saúde e pela auto estima das pessoas diante dos jogos neuróticos de poder dentro das instituições.

#AssedioMoral #Bullying #Comunicação #RelaçõesHumanas

sábado, 25 de março de 2017

Curso: Comunicação Interna como Ferramenta de Gestão.


A Comunicação Interna sempre enfrentou barreiras dentro das empresas. Sua eficácia e eficiência sempre dependeram da maturidade das lideranças, da compreensão do papel do gestor enquanto um comunicador e ainda da própria cultural organizacional, bem como de recursos e mão de obra qualificada.

No atual cenário de crise econômica, fusões e aquisições e alto desemprego, as pressões aumentaram e estão impactando os times de trabalho. Neste cenário, a comunicação com os empregados precisa fazer fluir as mensagens administrativas e as informações operacionais, sabendo também esclarecer as pessoas sobre os rumos da empresa e amenizar as angústias de um clima de trabalho envolto em incertezas permanentes. Saber identificar os temas relevantes e prioritários, reduzir a chamada rádio corredor e apoiar as pessoas torna-se o grande desafio neste momento.

Dia 05 de abril venha participar desse curso, no Rio de Janeiro, na ESPM Rio! 

Saiba mais  com a ABERJE. #ComunicacaoInterna #RH #Gestão #ComunicacaoComEmpregados #ESPM #ABERJE


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

#Oscar2017 e a crise.


Crise de imagem...literalmente! Na festa anual de premiação do #Oscar2017 uma gafe histórica com o anúncio errado do filme vencedor trouxe o assunto pra das redes sociais e espanto dos convidados presentes, telespectadores e dos cinéfilos do mundo. O pedido de desculpas da PWC (retirado do Twitter) está abaixo. Será que resolve?



segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Empresas são organismos vivos.


As empresas são organismos vivos, redes biológicas feitas por cada pessoa que dá vida à organização na qual trabalha. Olhar a empresa como um sistema vivo permite a percepção de vínculos entre o racional e o emocional, a flexibilidade e a evolução, a capacidade de inovação contagiante e o desejo de crescer, multiplicar, progredir. Quero pontuar aqui a saúde da empresa como reflexo da saúde de cada empregado e como isso afeta a organização, um sistema de múltiplas conexões. Compreender e administrar a empresa e a sua marca como um único elemento repleto de vidas que se energizam, gera um entusiasmo nas pessoas que ali trabalham e se encontram, trocam, conversam e produzem de forma saudável ou doentia muitas vezes parece algo inexplicável. Mas é fato visível no chamado  brilho no olhar das pessoas e sentido em diferentes momentos de diferentes organizações.

Somos humanos. Somos?

As nossas ações, atitudes, pensamentos, exemplos e conversas influenciam o ambiente de trabalho.Eu mesmo já vivenciei momentos em diferentes empresas nas quais eu trabalhei cuja energia vital era positiva pois refletiam o desejo de se fazer uma organização capaz de cuidar dos negócios e também das pessoas. Lembro da CSN, sob gestão de Maria Silvia Bastos Marques e uma comunicação interna que foi referência no segmento, colocando os empregados como protagonistas e buscando a permanente conscientização dos gestores para o lado humano de uma mega siderúrgica. Lembro do primeiro projeto de relato da sustentabilidade na Vale, sob comando de Roger Agnelli, traduzindo em processos um compromisso de respeito à vida que naquele momento foi referência na mineração mundial. Mas não são só as boas lembranças, pois tenho conhecido outras empresas cujas vibração e o astral são reflexos de uma administração cujo foco está no bom relacionamento, na saúde, na vitalidade e na energia das pessoas. A marca Beleza Natural é uma delas, basta entrar na fábrica, conversar com as colaboradoras. A Reserva, na área de moda, me parece outro bom exemplo desse ritmo e dessa percepção maior, conjunta das conexões e da energia vital que o ser-humano é capaz é de gerar.



Organizações não são como uma grande geladeira cheias de latinhas de de cerveja.

Pensar a empresa, seja ela de controle estatal ou surgida a partir da livre iniciativa, não deve ser tarefa para quem enxerga as coisas somente através de uma lógica mecanicista. Organizações humanas não são como um relógio ou um fotocopiadora, nem tampouco como uma grande geladeira cheia de latas de cerveja ou cheia de matrículas que se alinham numa planilha de Excell.  Também não é um amontoado de cabides de emprego.

Algumas empresas, em certos momentos de sua existência, florescem com base nessa biologia empresarial dinâmica e não como um agregado de recursos humanos e matérias primas. Ao perceberem essa diferença entre coisas, gente e significados, entre pessoas e head count ganham muito mais sentido num tempo no qual o planeta nos desafia com suas mudanças climáticas e o ambiente não suporta mais ser tratado como uma grande lixeira, um imenso depósito de resíduos, sobras e desperdícios.

Enxergue as pessoas como...pessoas!

O problema é que se você só enxerga a empresa como uma máquina, não vai ter tempo nem espaço para o sorriso, o fígado, nem para o coração (será que é por isso que muito executivo morre infartado?) ou para os afetos - como somos afetados em nossos relacionamentos diários. Muito menos para o espírito! Mas esse já é outro patamar de consciência organizacional.

Portanto, pergunta válida para a sua próxima reunião sobre clima de trabalho, great place to work e comunicação interna enquanto ferramenta de gestão de pessoas: como vai a saúde dos seus funcionários? Há espaço para se falar nisso? Ou essa reunião já começou contaminada?

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

O Batman da Lego chegou no shopping e nas telonas!



Super-heróis também saem de férias mas um deles está vindo curtir esse início de ano na nona Norte do Rio de Janeiro e em Niterói. Diretamente das telonas, em primeira mão, LEGO Batman chega ao Norte Shopping e ao Plaza Shopping com eventos inéditos para divertir a garotada e também muitos adultos. As atrações vão até 12 de fevereiro na Praça de Eventos de ambos os shoppings e são gratuitas e abertas para o público.

O homem morcego virou filme de verdade no mundo de brinquedo da Lego (que já havia feito um longa metragem com seus bonequinhos e suas peças de montar). Dentro da estratégia de marca da companhia ("Play Promise: Joy of Building. Pride of Creation") o filme é diversão e animação pura e traz no seu elenco de vozes Ralph Fienes, Mariah Carey e Rosario dawson entre outras estrelas.


sábado, 14 de janeiro de 2017

Thomas Larkin, sociólogo:comunicação face a face é vital!




Segundo o sociólogo e professor Thomas Larkin da Universidade de Oxford, as mídia sociais que substituíram as intranets e os blogs nos últimos anos são mais diversão e encantamento tecnológico do que uma solução certeira para uma comunicação interna transformadora nas organizações. Suas tecnicidades e interações não mudam comportamentos. Apenas a comunicação face a face, sempre fundamental, é capaz de fazer realmente as coisas mudarem de direção e as pessoas trabalharem engajadas e motivadas. Claro que os veículos e as ações frequentes são a base de uma estrutura organizada de CI, mas o diálogo é vital para dar aquele gás na equipe, sempre que decisões importantes estiverem na agenda da empresa. Leia mais aqui.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Comunicação face a face? Que tal treinar seus gestores?




Um curso rápido sobre diálogo, feedback, conversas produtivas para facilitar gestores no seu dia a dia com suas equipes de trabalho. A base da performance e da excelência operacional passa necessariamente por saber conversar com cada membro da equipe e possibilitar, cada vez mais, o potencial individual para que a organização alcance os seus resultados.

Deixe um comentário aqui no blog e entraremos em contato!